Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

BOLETIM FOCUS: Projeção do PIB saiu de menos 6,50% para menos 6,54%

Data de criação:

access_time 29/06/2020 - 09:53

Data de atualização:

access_time 29/06/2020 - 09:53
format_align_left 1 minuto de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

No Boletim Focus, desta segunda-feira (29/06), as instituições financeiras consultadas pelo Banco Central do Brasil elevaram as projeções para a inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 1,61% para 1,63%. Para 2021, a previsão para o IPCA foi mantida em 3,00%. Para 2022, as estimativas ficaram em 3,50% e também 3,50% para 2023.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) saiu de menos 6,50% para menos 6,54% para este ano. Para 2021, a estimativa permaneceu em 3,50%. As projeções ficaram em 2,50% para 2022 e 23.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar ficou em R$5,20 este ano. Para 2021, a projeção também permaneceu em R$5,00. Já para 2022, a projeção ficou em R$4,80 e também em 2023.

A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, saiu dos 2,25% em 2020 para 2,20%. Para 2021, os analistas mantiveram os 3,00%. As projeções ficaram em 5% e 6,00% para 2022 e 23.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?