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Bolsas da Europa despencam com COVID-19

Data de criação:

access_time 26/10/2020 - 15:26

Data de atualização:

access_time 26/10/2020 - 15:26
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As bolsas de ações da Europa renovaram as perdas nesta segunda-feira, depois de um resultado negativo no último pregão da semana. Os lucros das empresas, os indicadores econômicos e o avanço da Covid-19, bem como a expectativa para a eleições nos Estados Unidos, ficaram no radar europeu.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 1,81% aos 355.95 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 1,16% aos 5.792 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 3,71% aos 12.177 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 1,90% aos 4.816 pontos; o FTSE-MIB (Milão) recuou 1,76% aos 18.945 pontos; o Ibex 35 (Madri) caiu 1,40% a 6.796 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 2,12% a 4.051 pontos.

Nesta sessão, o destaque negativo ficou com o índice DAX-30, bolsa de Frankfurt, com as ações da SAP, gigante de software, caindo 1,80%. A companhia fez projeções desanimadoras no médio prazo e advertiu que seu negócio levaria mais tempo do que o esperado para se recuperar da pandemia.

Já na França, a bolsa de Paris também recuou com o clima político também no radar. O líder turco Tayyip Erdogan pediu a seus compatriotas que parassem de comprar produtos franceses, uma manifestação de apoio aos muçulmanos depois de imagens exibidas na França do profeta Maomé. Alguns muçulmanos consideram uma blasfêmia, escreveu a Reuters.

Já a segunda onda da pandemia de COVID-19 não dá trégua e novas medidas ainda mais severas estão sendo adotadas na França. Neste domingo, foram 52 mil novos casos registrados em território francês em 24 horas, mais que o dobro da semana passada.

Na Itália, o primeiro-ministro Giuseppe Conte anunciou novas regras para os bares e restaurantes, com fechamentos previstos para as 18h. Teatros, cinemas, ginásios e piscinas púbicas também serão mantidos fechados.

Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez anunciou estado de emergência e reforçou o toque de recolher. O novo lockdown resultou em novos protestos na Europa.

Ainda na Europa, os investidores também estão apreensivos com as relações entre a União Europeia e o Reino Unido sobre o Brexit, bem como na reunião do Banco Central Europeu e as eleições dos Estados Unidos.

Entre as ações com perdas ficaram as da Capgemini, queda de 6,29%, com os efeitos da SAP.

As ações da Bayer subiram 0,30%, depois que a gigante disse que pagaria até US $ 4 bilhões pela Asklepios BioPharmaceutical, empresa com sede nos Estados Unidos especializada em terapias genéticas.

As ações da Total e Royal Dutch Shell caíram mais de 2,8%, uma vez que os preços do petróleo recuaram forte em mais de 3% ante as preocupações com a demanda global.

Nesta sessão, a agenda estava enfraquecida, com apenas o instituto Ifo informando que o índice de Clima de Negócios para a Alemanha caiu para 92,7, de 93,2 revisados para baixo em setembro. A queda ocorreu depois de cinco meses de altas.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais

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