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Bolsas da Europa disparam com notícias de vacinas e de reaberturas

Data de criação:

access_time 24/11/2020 - 16:01

Data de atualização:

access_time 24/11/2020 - 16:01
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Os mercados acionários da Europa fecharam com ganhos fortes, sendo que alguns índices alcançaram recordes. O otimismo veio com a França dando sinais de controle da pandemia e com a flexibilização das medidas de restrição. O tema vacina também deu ânimo novo aos negócios. O que se espera agora é a recuperação econômica e a melhora das relações com os Estados Unidos no governo Joe Biden.

Ao índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,20% aos 388.84 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 1,55% aos 6.432 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 1,26% aos 13.292 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,21% aos 5.558 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 2,04% aos 22.145 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 2,03% aos 8.143 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 2,73% a 4.571 pontos.

O índice pan-europeu disparou para o maior ganho desde fevereiro, apoiado pelas ações das petroleiras depois que os preços do petróleo voltaram para os níveis mais altos desde o final de março.

Na França, o índice CAC 40 subiu  depois que o país relatou queda na contagem diária de infecções por COVID-19 desde 28 de setembro, enquanto os investidores aguardavam um discurso do presidente Emmanuel Macron esta noite. A expectativa era para o anúncio de relaxamento das regras de bloqueio.

Na Itália, a bolsa de Milão disparou depois da informação de que o país receberia 16 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela AstraZeneca nos primeiros meses de 2021. O acordo teria sido fechado com a União Europeia.

Em Londres, a bolsa também disparou com a Inglaterra anunciando que iria introduzir um novo sistema que permite o uso de testes para reduzir as exigências de quarentena para os passageiros que chegam.

Por fim, as notícias vindas dos Estados Unidos de que a transição entre os governos foi aceita pelo presidente Donald Trump também deram alívio aos investidores.

Entre os dados econômicos, o destaque de hoje ficou com o PIB da Alemanha e também com o relatório ifo.

Na Alemanha, o PIB subiu 8,5% no terceiro trimestre de 2020 em comparação com o segundo trimestre de 2020, depois do ajuste para variações de preços, sazonais e de calendário. Assim, a economia alemã poderia compensar grande parte do declínio massivo do PIB do 2T20 devido à pandemia do coronavírus.

No entanto, o PIB com ajuste de preços, sazonalidade e calendário ainda foi 4,0% menor no terceiro trimestre de 2020 do que no quarto trimestre de 2019, que é o trimestre anterior à crise global do coronavírus. O escritório Federal de Estatística (Destatis) informou que o aumento do PIB no 3T20 foi ligeiramente mais forte do que o reportado na primeira divulgação de 30 de outubro de 2020 (8,2%).

Na Alemanha, o Índice de Clima de Negócios Ifo caiu de 92,5 pontos (com ajuste sazonal) em outubro para 90,7 pontos em novembro.

No Reino Unido, os volumes de vendas no varejo caíram no ano até novembro, mas as vendas online subiram no ritmo mais rápido em dois anos, de acordo com a última Pesquisa Trimestral Distributive Trades Survey. A pesquisa com 114 empresas, das quais 57 eram varejistas, descobriu que os volumes gerais de vendas no varejo caíram no ano até novembro em um ritmo semelhante ao do mês anterior.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais e Reuters

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