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Bolsas da Europa fecham estáveis com balanços e EUA-China

Data de criação:

access_time 23/07/2020 - 15:51

Data de atualização:

access_time 23/07/2020 - 15:51
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As bolsas de valores europeias fecharam estáveis nesta quinta-feira, movimento raro de ocorrer nos mercados da região. Os investidores mantiveram as atenções nos Estados Unidos e na China, depois da decisão do governo americano em mandar fechar o Consulado chinês. Entretanto, o humor tem variado de acordo com os resultados financeiros do segundo trimestre.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou estável aos 373.65 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou estável aos 6.211 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou estável aos 13.103 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em estável aos 5.033 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,70% aos 20.454 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou estável a 7.384 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,64% a 4.538 pontos.

Entre as ações com ganhos no Stoxx Europe 600 estavam as da Unilever, alta de 7,76%, depois da divulgação dos resultados.

Na mesma linha seguiram as da Daimler, alta de 3,41%, em Frankfurt, depois que o fabricante de veículos disse que está vendo os primeiros sinais de recuperação da pandemia de coronavírus, especialmente para autos de passageiros Mercedes-Benz.

Dois fatores relevantes também despertaram a cautela dos negociadores nesta quinta-feira. O primeiro foi o aumento em 109 mil novos pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na semana passada. O segundo, é de mais peso para a região, foi a confiança do consumidor da Zona do Euro.

Em julho de 2020, a estimativa rápida do Eurostat do indicador de confiança do consumidor permaneceu estável na Zona do Euro (0,3 p.p) e inalterada na União Europeia. Em queda de 15,0 pontos na Zona do Euro e menos 15,6 pontos na União Europeia, os dois indicadores permanecem bem abaixo das médias de longo prazo de menos 11,1 na Zona do Euro e menos 10,5 na União Europeia.

No Reino Unido, os pedidos das fábricas britânicas caíram no ritmo mais lento desde março deste ano para este mês. As empresas estão mais otimistas, depois do impacto econômico da COVID-19 no segundo trimestre. A pandemia causou o maior colapso da demanda desde 1980 em relação ao trimestre anterior. O saldo mensal de encomendas da Confederação da Indústria Britânica (CBI) subiu para menos 46 em julho, de menos 58 em junho.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências internacionais

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