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Bolsas da Europa recuam com COVID-19 avançando no mundo

Data de criação:

access_time 08/07/2020 - 14:52

Data de atualização:

access_time 08/07/2020 - 14:52
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As bolsas da Europa recuaram nesta quarta-feira, com os investidores olhando com cautela para o avanço no número de casos de coronavírus nos Estados Unidos, bem como em outros países. Novo estresse entre os Estados Unidos e a China também ajudou a azedar o humor do investidor europeu.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,67% aos 366.48 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em queda de 0,55% aos 6.156 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em queda de 0,97% aos 12.494 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 1,24% aos 4.981 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,57% aos 19.899 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 1,62% a 7.326 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,54% a 4.476 pontos.

O Stoxx 600 fechou em baixa, acompanhando a cautela em Wall Street, com o avanço da doença em 19 estados americanos. Muitas medidas de restrições voltaram, com estabelecimentos comerciais fechando as portas novamente por determinação de autoridades.

Um novo bloqueio em Melbourne, na Austrália, também levantou preocupações, já que o país comemorava o controle da COVID-19.

Hoje, o ministro de Finanças do Reino Unido, Rishi Sunak, prometeu mais £ 30 bilhões (US$ 38 bilhões) em estímulo. No pacote estão incluídos bônus para levar os funcionários de volta ao trabalho, cortes no imposto sobre valor agregado para o setor de hospitalidade, entre outros.

Entretanto, o humor azedou com as estimativas dos membros da União Europeia de que a recessão deste ano será mais profunda do que o previsto. Mais, as estimativas sobre a recuperação no próximo ano podem ser mais fracas do que o esperado.

Por fim, o temor de um novo capítulo na tensão entre Pequim e Washington ganhou força, com o gigante HSBC Holding vendo as ações caindo 3% na bolsa de Londres, depois que a Bloomberg informou que os principais assessores do presidente Donald Trump estariam considerando medidas para minar a atratividade da moeda de Hong Kong ao dólar americano. A proposta poderia limitar a capacidade dos bancos de Hong Kong de comprar dólares.

Sobre as ações com ganhos ficaram as da Electrolux, alta de 5%, depois que o fabricante sueco de eletrodomésticos afirmar que poderá reportar uma perda menor do que o esperado para o segundo trimestre de 2020. A estimativa se deu com o crescimento orgânico de 3% nas vendas em junho e cortes de custos.

Na região não foram apresentados indicadores.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências internacionais

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