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Bolsas da Europa recuam com segunda onda de coronavírus

Data de criação:

access_time 18/09/2020 - 15:50

Data de atualização:

access_time 18/09/2020 - 15:50
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Todos os mercados acionários da Europa renovaram as perdas nesta sexta-feira. O temor do coronavírus ficou mais elevado, depois que a segunda onda atingiu a Espanha, Reino Unido e França. Além disso, o setor corporativo movimentou as ações de várias empresas.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,66% aos 368.78 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,71% aos 6.007 pontos; o DAX -30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,70% aos 13.116 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 1,22% a 4.978 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,09% aos 19.524 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 2,21% a 6.929 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,80% a 4.252 pontos.

O diretor regional da Organização Mundial da Saúde na Europa, Dr. Hans Kluge, alertou novamente sobre a segunda onda da pandemia, com o aumento alarmante de casos na região. O médico disse que os casos semanais “ultrapassaram os relatados quando a pandemia atingiu seu pico pela primeira vez na Europa em março”, em uma entrevista coletiva virtual.

Um dos países mais afetados pela primeira onda foi a Espanha, sendo que agora Madri e região estão na segunda. Ainda hoje eram esperadas novas restrições para tentar conter o surto. Mais de 10 milhões de pessoas em toda região nordeste da Inglaterra estão presas devido ao aumento das taxas.

Em Londres, os relatos dão conta de que o governo já estaria considerando um segundo bloqueio nacional para controlar a propagação da pandemia. As ações de companhias aéreas e de viagens recuaram forte nesta sessão.

Os principais consultores científicos do governo britânico supostamente propuseram um segundo bloqueio nacional em outubro, conforme aumentam os casos de coronavírus em todo o país. Antes mesmo de qualquer decisão, várias partes do Reino Unido estão sob bloqueio, como a cidade de Newcastle.

Hoje, as ações relacionadas a viagens e turismo caíram em todos os mercados. As ações do International Conslidated Airlines Group caíram 7%, as da easyJet caíram quase 6% e as do InterContinental Hotels Group caíram cerca de 4%. As ações do operador aeroportuário alemão Fraport recuaram mais de 5%.

Do lado corporativo, a Espanha foi o destaque com os conselhos de administração do CaixaBank e Bankia aprovando uma fusão. Com isso será criada a maior instituição da Espanha, com ativos de mais de €650 bilhões (US$ 770,22 bilhões). As ações do CaixaBank subiram 0,5% e as do Bankia caíram 1,8%.

Conforme agências internacionais, nos termos do acordo, a Caixa absorverá o Bankia, cujos acionistas receberão 0,68 por ação da Caixa. Isso representa um prêmio de 20% com base no preço das ações do Bankia em 03 de setembro, mas alguns analistas estavam especulando sobre um prêmio de 40%.

Hoje, na contramão, ficaram as ações do Santander, queda de 2% e as do BBVA, queda também em 2%.

Por fim, as ações da Euronext subiram 3,9%, isso depois que o London Stock Exchange Group disse que entrou em negociação com o grupo para a venda da bolsa italiana – Borsa Italiana. As ações da LSE subiram 0,5%.

Na Alemanha, em agosto de 2020, o índice de preços dos produtos industriais diminuiu 1,2% em relação ao mês correspondente do ano anterior. Em julho, a taxa de variação anual geral havia sido de -1,7%, conforme divulgado pelo Escritório Federal de Estatística. Em comparação com o mês anterior, julho, o índice geral permaneceu inalterado em agosto de 2020 (+ 0,2% em julho).

Na Europa, em julho de 2020, a balança corrente da Zona do Euro registrou um excedente de € 17 bilhões, em comparação com um excedente de € 21 bilhões em junho de 2020.

No período de 12 meses até julho de 2020, a balança corrente registou um excedente de € 259 bilhões (2,2% do PIB da EA19), em comparação com um excedente de € 304 bilhões (2,6% do PIB da EA19) nos 12 meses até julho de 2019. Os dados são do Banco Central Europeu.

No Reino Unido, em agosto de 2020, o volume de vendas no varejo aumentou 0,8% em comparação com julho. Este é o quarto mês consecutivo de crescimento, resultando em um aumento de 4,0% em comparação com o nível pré-pandêmico de fevereiro.

Em agosto, os valores das vendas no varejo subiram 0,7% na comparação com julho e 2,5% na comparação com fevereiro. Em agosto, havia um quadro misto dentro dos diferentes tipos de loja, já que os volumes de varejo, fora da loja, estavam 38,9% acima de fevereiro, enquanto as lojas de roupas ainda estavam 15,9% abaixo dos níveis pré-pandêmicos de fevereiro. Os dados são do Governo Britânico.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências

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