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Bolsas da Europa recuam com temor de segunda onda da COVID-19

Data de criação:

access_time 15/06/2020 - 14:38

Data de atualização:

access_time 15/06/2020 - 14:38
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Na Europa, as bolsas de valores recuaram forte nesta segunda-feira, com a crescente preocupação pelo aumento de novos casos de infecções pelo coronavírus. Muitos países começaram a reabrir  as economias, embora com muita cautela.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,28% aos 354.06 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 0,47% aos 6.105 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em queda de 0,18% aos 11.949 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,49% aos 4.839 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,43% aos 18.888 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,20% a 7.292 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou estável a 0,09% a 4.359 pontos.

As infecções cresceram nos Estados Unidos (Arizona, Califórnia, Flórida e Texas), bem como um novo surto na China (Pequim). Na semana passada, o Ministério da Saúde de Singapura já estava preparando novas medidas para impedir o avanço, depois que 400 novos casos de infecções foram registrados.

As perdas desta segunda-feira ocorreram no dia em que o Reino Unido permitiu que as lojas de varejo não essenciais retomassem as operações.

Vários países europeus reabriram suas fronteiras, isso depois de mais de três meses de fechamento. Entretanto, muitas restrições persistem, já que não está claro o quanto os europeus estão interessados ​​em viajar neste verão. O Velho Continente ainda está fechado para americanos, asiáticos e outros turistas internacionais.

Ao anunciar a reabertura de fronteiras e restaurantes de Paris nesta segunda-feira, o presidente francês Emmanuel Macron disse que é hora de “virar a página do primeiro ato da crise” e “redescobrir o novo gosto pela liberdade”.

Entre as empresas em destaque para esta segunda-feira estava a BP, com ações em queda de quase 6%, depois que a gigante da energia disse que teria até US $ 17,5 bilhões em encargos com as baixas sobre o petróleo e o gás natural que vende.

Na Europa, em abril de 2020, as medidas de contenção COVID-19 amplamente adotadas pelos Estados-Membros continuaram a ter um impacto significativo no comércio internacional de mercadorias.

A primeira estimativa para as exportações de bens da Zona do Euro para o resto do mundo em abril de 2020 foi de € 136,6 bilhões, queda de 29,3% em comparação com abril de 2019 (€ 193,3 bilhões).

As importações do resto do mundo ficaram em € 133,7 bilhões, queda de 24,8% em comparação com abril de 2019 (€ 177,8 bilhões). Como resultado, a Zona do Euro registrou um superávit de € 2,9 bilhões em comércio de mercadorias com o resto do mundo em abril de 2020, em comparação com a alta de € 15,5 bilhões em abril de 2019.

O comércio intra-área do euro caiu para € 112,4 bilhões em abril de 2020, uma queda de 32,2% em relação a abril de 2019. Os dados são do Eurostat.

*Por Ivonéte Dainese de relatórios oficiais e com agências internacionais

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