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CEDAE e Santander com foco na Toro estão no resumo da Guide

Data de criação:

access_time 30/04/2021 - 11:22

Data de atualização:

access_time 30/04/2021 - 11:22
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Em sexta-feira agitada com o fechamento do mês de abril, balanços financeiros e agenda carregada, a equipe de análise da Guide Investimentos escolheu para o resumo corporativo os principais arranjos entre as empresas. Na lista está o leilão da companhia de saneamento do Rio de Janeiro e o interesse do Santander na Toro Investimentos.

Setor de Saneamento:

O leilão da CEDAE acontecerá hoje as 14h na B3, impulsionando a participação privada no setor de saneamento básico. A companhia estatal do Rio de Janeiro deverá ser disputada por quatro consórcios diferentes, com confirmação de grandes nomes do setor, como Aegea, BRK Ambiental, Equatorial Energia, Águas do Brasil, Iguá Saneamento e a Vinci Partners.

O modelo de privatização foi desenhado pelo BNDES e deve seguir o mesmo modelo adotado na concessão de Maceió (AL) realizada a poucos meses, prevendo a retirada da CEDAE da operação de distribuição de água e esgoto.

“O Novo Marco Legal do Saneamento aprovado no ano passado acelerou o processo de privatização de diversas operações estatais de saneamento ao redor do Brasil e a operação do Rio de Janeiro se destaca por ser uma das mais atrativas. Esperamos uma concorrência elevada, e não descartamos pagamentos elevados de outorga, o que pode gerar certa incerteza do mercado em relação a capacidade de retorno do investimento. Dentre os participantes, apenas Equatorial (EQTL3) está atualmente listada na B3 e ainda possui nenhuma operação de saneamento em seu portfólio.”

Santander:

O Santander recebeu aval do Banco Central para a compra do controle da Toro Investimentos, anunciada em setembro do ano passado. O banco passa a deter 60% do capital da companhia. Além disso, a empresa será unificada a Pi, plataforma de investimentos de renda fixa do banco, sob a marca Toro e permanecerá com sede em Belo Horizonte.

O atual CEO Gabriel Kallas segue no comando da operação que terá José Clemenceau, atual executivo-chefe da Pi como chefe de operações (COO).

“Positivo. O Santander segue com o movimento de maior digitalização das usas operações e maior foco na parte de investimentos. A Toro deve se manter como uma operação separada do Santander, o que na nossa visão é positiva para manter o ritmo de crescimento da plataforma. Não descartamos uma consolidação da Toro dentro da estrutura do Santander a médio/longo prazo.”

Unidas:

A Unidas (LCAM3) divulgou seu resultado referente ao 1º trimestre do ano de 2021. A companhia apresentou um lucro líquido recorde de R$ 231 milhões, avanço de 190% na comparação anual, e margem líquida recorde de 32,9%. Outros destaques:

A Receita líquida cresceu em todos os segmentos atingindo R$ 1,6 bilhões (+33,0 a/a);
O EBITDA da companhia atingiu R$ 528 milhões, superando pela primeira vez a marca de meio bilhão, com expansão expressiva da margem Ebitda para 75,1%, impactado principalmente pelo bom resultado do segmento de Seminovos, mas também pelo aumento da margem não GTF (Terceirização da Frotas).

No GTF as novas contratações seguem em ritmo acelerado, atingindo 11,5 mil carros contratados no trimestre (+93,1 a/a).

A Taxa de Ocupação no segmento RAC (aluguel de carros) seguiu elevada com 82,6% no período, além do crescimento da tarifa média em 10% na comparação com o 1T20.

Em Seminovos a demanda seguiu elevada, com o Preço Médio de Venda atingindo R$ 55 mil e margem Ebitda de 14,1%, mesmo com um volume menor de venda de veículos, em função de um cenário de oferta restrita.

O ROIC atingiu patamares recordes próximos a 15%, e o ROE anualizado ficou em 25,1%.

“Positivo. O resultado da Unidas reflete o bom momento do setor de aluguel de veículos, principalmente nos segmentos de Terceirização de Frotas e Seminovos. A escassez na oferta de veículos tem elevado o preço dos veículos seminovos, elevando o valor do estoque das locadoras. Além disso, o atraso nas entregas de veículos por parte das montadoras também tem construído para um cenário para maior terceirização das frotas ao redor do país. Seguimos com visão positiva para todo o setor, que deve continuar a ter um ano positivo, mesmo com a escassez de veículos por parte das montadoras.”

Curtinhas….

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