Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

Dólar escorrega quase 4% na semana e fica em R$5,229 na sessão

Data de criação:

access_time 07/05/2021 - 18:12

Data de atualização:

access_time 07/05/2021 - 18:12
format_align_left 2 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

O dólar comercial fechou a semana com desvalorização em 3,73%, um dos menores patamares desde fevereiro desse ano [R$5,383]. O comportamento da divisa norte-americana pode ser atribuído a dois fatores: as incertezas quanto a uma alta de juros nos Estados Unidos e a decisão do Comitê de Política Monetária – Copom, que elevou novamente a Selic em 0,75% para 3,50% e já sinalizou uma nova puxada na próxima reunião.

Na bolsa de Nova York, o índice de dólar recuou nesta sessão, isso depois que o Payroll veio bem abaixo das projeções dos analistas. O Bitcoin ficou desvalorizado e as moedas europeias subiram (ver abaixo).

Nesta sexta-feira, no interbancário, o dólar comercial fechou em queda de 0,93% aos R$5,229 para a venda. O turismo caiu 1,05% aos R$5,383 para a venda.

O euro recuou 0,08% aos R$6,361 para a venda. A libra ficou em queda de 0,21% aos R$7,321 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 0,94% aos R$0,056 para a venda.

“Pesou no desempenho da semana, o temor pelo avanço de casos de coronavírus na Índia, na eficácia de vacinas, as dúvidas e discussões sobre a decisão do Fed em manter os estímulos, mas que foram reafirmados depois pelo presidente, Jerome Powell, bem como o pacote de trilhões de dólares. Já no Brasil, o que ajudou na queda da divisa foi a alta da Selic, não só porque já estava precificada mas com o direcionamento futuro que o Copom trouxe no comunicado. O Copom sinalizou mais uma possível alta de 0,75% na próxima reunião. Ao elevar a taxa de juros mais um pouco, o País se torna ainda mais atraente para os investidores estrangeiros que buscam negócios em renda fixa em países emergentes. Para um risco País constante, quanto mais altos os juros mais atrativos ficam esses investimentos”, pontuou o especialista e sócio da Valor Investimentos, Davi Lelis.

Cenário externo

De acordo com o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, o Payroll aumentou em 266 mil em abril, bem abaixo da estimativa de 990 mil, e a taxa de desemprego foi pouco alterada em 6,1%. O resultado pesou no desempenho da divisa americana e elevou o apetite do investidor para o mercado acionário.

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,79% a 90,23.

O euro ficou em alta de 0,82% a US$ 1.2162 e a libra esterlina subiu 0,70% a US$1.3988.

O preço do ouro ficou em alta de 0,88% a US$ 1.831,60 a onça.

O Bitcoin subiu 2,68% aos US$57,528,65.

*Por Ivonéte Dainese

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?