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FECHAMENTO: Acordo entre China e EUA assinado e mercados descolam

Data de criação:

access_time 15/01/2020 - 20:33

Data de atualização:

access_time 15/01/2020 - 20:33
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Os investidores dos mercados acionários globais mantiveram o ceticismo sobre a assinatura do acordo comercial “Fase 1” entre a China e os Estados Unidos. Apesar de nada sair diferente do que os representantes dos dois países vinham anunciando, a cerimônia ocorreu cheia de cordialidade entre o presidente Donald Trump e o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, mas não fez peso como o esperado em Wall Street.

Em paralelo ao evento, o Federal Reserve divulgou o Livro Bege, compilado de 12 distritos com as análises sobre o desempenho da economia americana, já com algumas projeções para 2020.

Ainda por lá, a temporada de balanços financeiros também já movimenta Wall Street e deverá ser assim nos próximos dias. Para hoje, as apostas ficaram em torno do resultado do quarto trimestre da gigante de alumínio, Alcoa, com números abaixo do estimado e com as ações recuando. Para completar, os dados econômicos e os estoques de petróleo dos Estados Unidos também ficaram no foco.

Na Ásia, as bolsas fecharam no negativo com o temor de que a assinatura do acordo não ocorreria. Medidas do Banco do Povo da China não foram suficientes para ajudar a elevar a bolsa de ações.

Na Europa, o dia também foi de cautela esperando pelo resultado do acordo entre as duas potências.

Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street fecharam em terreno positivo. O índice de dólar ficou em queda e preço do ouro ficou em alta.

Por aqui, em dia de vencimento de opções sobre o índice, os investidores decidiram realizar lucros, acompanhar o cenário externo e os indicadores da economia doméstica. O dólar disparou.

Sobre os mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,39% a 28.773 e o índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,22% a 1.814. O índice Xangai ficou em queda de 0,54% a 3.090. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,41% a 3.256. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,45% aos 23.916. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,47% a 6.994. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,35% a 2.230. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,19% aos 41.872. O índice regional MSCI Asia Pacific caiu 0,40% no pregão de hoje.

Na Europa, ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou estável aos 419.63 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,27% aos 7.642; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,18% a 13.432; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,14% aos 6.032; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,69% aos 23.763; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,17% a 9.511; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,21% a 5.303.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,31% aos 29.030 pontos. O S&P ficou em alta de 0,19% aos 3.289 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,08% aos 9.258 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 1,04% aos 116.414 pontos. O volume financeiro ficou em R$ 32,19 bilhões.

Operaram com ganhos
Marfrig ON, alta de 4,84%; Intermedica ON, alta de 2,76%; B2W Digital ON, alta de 2,57%; IRBBrasil RE ON, alta de 2,35%; e Suzano ON, alta de 1,56%.

Operaram com perdas
Cogna ON, queda de 3,44%; Cia Hering ON, queda de 3,27%; Rumo ON, queda de 3,22%; Cielo ON, queda de 2,94%; e B3 ON, queda de 2,69%.

Mais negociadas
Vale ON, queda de 0,32%; Petrobras PN, queda de 1,50%; Ibovespa, alta de 2,09%; B3 ON, queda de 2,69%; e ItauUnibanco PN, queda de 1,23%.

O exercício de opções sobre o Índice Bovespa (Ibovespa) movimentou R$ 4.652.499.000,00, com 40.963 contratos negociados. Do volume de operações exercidas, R$ 3.771.596.000,00 referem-se a opções de compra e R$ 880.903.000,00 a opções de venda.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 06 de janeiro de 2020 a 30 de abril de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 2,04% a US$62,88 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 0,31% aos US$58,05 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 1,15% aos US$97,03 a tonelada seca e com 62% de pureza.

No Brasil, ao final, no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 1,30% aos R$4,185 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 1,16% aos R$4,350 para a venda.

O euro subiu 1,44% aos R$4,665 para a venda. A libra subiu 1,18% a R$5,446 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 1,15% a R$0,069 para a venda.

Fluxo cambial

O Banco Central do Brasil mostrou nesta quarta-feira (15) que a entrada dólar ficou positiva, com entrada líquida de US$ 1,964 bilhão, na semana encerrada no dia 10 de janeiro.

A conta financeira ficou positiva em US$ 2,389 bilhões. Na conta comercial, o resultado é negativo em US$ 424 milhões.

Cenário externo

O índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,20% a 97,17.

O euro ficou em alta de 0,23% a US$ 1,1152. A libra ficou em alta de 0,24% a US$ 1.3051.

O ouro ficou em alta de 0,78% a US$1,556,60 a onça.

O Bitcoin ficou em alta de 0,44% os US$8,832,40.

 

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