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FECHAMENTO: Agosto começa ao gosto do investidor

Data de criação:

access_time 03/08/2020 - 19:51

Data de atualização:

access_time 03/08/2020 - 19:51
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Parte dos índices de peso dos mercados internacionais fechou as negociações desta segunda-feira em campo positivo. O clima mais tranquilo foi puxado pelos índices Gerentes de Compras do setor manufatureiro de diversos países. Contudo, apesar das recuperações de algumas economias, o coronavírus segue contrariando as expectativas com os registros de novos casos.

Começando pela Ásia, com as bolsas já se preparando para as aberturas, o fechamento foi sem direção. Os números do PMI da China surpreenderam, enquanto o Japão voltou a assustar. A temporada de balanço permanece mexendo com os negócios, enquanto a região está sob os efeitos de nova onda da COVID-19. Na Austrália, por exemplo, Melbourne e a região estão com toque de recolher desde a noite deste domingo. O toque vai das 20:00 às 05:00. O estado de Victoria está em alerta máximo. O Japão também sofre com a nova onda, bem como as Filipinas.

Na Europa, porém, as bolsas de ações voltaram para o azul. O PMI da Zona do Euro ajudou nos ganhos de hoje. Os resultados financeiros, com dois grandes bancos apresentando números preocupantes, ficaram no radar. Porém, os indicadores econômicos conseguiram animar os investidores para as compras. A pandemia não dá trégua ao Velho Continente.

Nos Estados Unidos, as expectativas estão voltadas para o pacote emergencial que está sendo discutido entre os congressistas e o governo. O lado político está na pauta da semana, com o candidato pelos Democratas, Joe Biden, prometendo anunciar o nome do (a) vice na corrida para a Casa Branca. O PMI e o ISM ficaram entre os destaques do dia. O país continua na liderança dos casos de coronavírus.

Por aqui, o Ibovespa ficou de lado, em sessão volátil. A agenda doméstica estava esvaziada, o que permitiu maior atenção nas questões corporativas e políticas. O vírus não recua e avança forte em São Paulo.

O dólar voltou a testar o real, com a divisa disparando mais de 3% ao longo da sessão.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 18.166.298 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 690.953 mortes e 10.768.016 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 4.698.335 casos confirmados de contaminação, com 155.196 mortes e 1.468.689 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 2.733.677, sendo que o número de mortes está em 94.104 com 2.070.779 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h30 desta segunda-feira (04/08) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,56% aos 24.458. O índice Xangai, China, ficou em alta de 1,75% aos 3.367. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 2,60% a 2.315. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 2,24% aos 22.195. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,78% aos 2.484. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,07% aos 2.251. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,77% aos 36.939. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 1,20% aos 12.513. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou estável aos 5.926.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 2,05% aos 363.64 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 2,29% aos 6.032 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em alta de 2,71% aos 12.646 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,93% aos 4.875 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 1,51% aos 19.379 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,42% a 6.975 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,21% a 4.347 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,89% aos 26.664 pontos. O S&P ficou em alta de 0,72% aos 3.294 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,47% aos 10.902 pontos. No mês de julho, o Dow Jones subiu 2,4%; o S&P 500 avançou 5,5% e o Nasdaq subiu 6,8%.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,08% aos 102.829 pontos. O volume financeiro ficou em R$30,85 bilhões.

Operaram com ganhos
Sid. Nacional ON, alta de 6,29%; B2WDigital ON, alta de 5,60%; JBS ON, alta de 4,46%; BTGP Banco UNT, alta de 3,85%; e Usiminas PNA, alta de 3,32%.

Operaram com perdas
Cogna ON, queda de 5,19%; RaiaDrogasil ON, queda de 4,54%; CVC Brasil ON, queda de 3,85%; MRV ON, queda de 3,55%; e IRBBrasil R ON, queda de 3,39%.

Mais negociadas
Bradesco PN, queda de 1,07%; Cogna ON, queda de 5,19%; Via Varejo ON, alta de 3,02%; Petrobras PN, queda de 1,80%; e Vale ON, queda de 0,74%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,61% aos US$43,88 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em alta de 1,24% e com o barril negociado aos US$40,77 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 4,93% a US$116,03 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

 

 

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