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FECHAMENTO: Bolsas da Ações ficam divididas com a COVID-19

Data de criação:

access_time 13/07/2020 - 20:06

Data de atualização:

access_time 13/07/2020 - 20:06
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O mercado acionário global dava sinais de fechamento em campo positivo nesta segunda-feira, com o investidor antecipando as compras ante a semana carregada de indicadores econômicos. Ainda sustentavam as altas, as declarações da Pfizer e da BioNTech de que receberam da Food and Drug Administration – FDA o “fast track”,  que é um processo para agilizar a revisão e o desenvolvimento de novos medicamentos para a vacina COVID-19.

No meio da tarde, entretanto, a decisão do governador da Califórnia, Gavi Newsom, de ordenar novamente que cada município providencie que bares, restaurantes, lojas, shoppings, cinemas, entre outros, voltem com o isolamento social por conta do avanço do coronavírus acabou por derrubar o humor de Wall Street.

Na Ásia, o dia foi de compras e os índices principais fecharam com ganhos. Os investidores se preparam para a temporada de resultados, bem como de indicadores econômicos e também para as reuniões dos bancos centrais.

Na Europa, ainda no clima de otimismo asiático, as bolsas fecharam com ganhos. Fora as divulgações de resultados, as atenções estão concentradas na reunião do Conselho da União Europeia sobre o Fundo de Recuperação, além da reunião do Banco Central Europeu.

Por aqui, o bom humor externo puxou o Ibovespa para cima dos 100 mil pontos. Mas o índice voltou com o clima externo. Declarações de membros do governo também ajudaram no recuo para os 98 mil pontos.

O dólar comercial engatou alta.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 13.026.225 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 570.924 mortes e 7.215.865 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 3.352.696 casos confirmados de contaminação, com 135.512 mortes e 1.006.326 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 1.864.681, sendo que o número de mortes está em 72.833 com 1.286.490 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h54 desta segunda-feira (13/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,17% aos 25.772. O índice Xangai, China, ficou em alta de 1,77% aos 3.443. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 3,48% a 2.329. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 2,22% aos 22.784. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,81% aos 2.631. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,67% a 2.186. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,27% os 36.693. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,14% aos 12.211. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,98% aos 5.977%.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 1,00% aos 370.50 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 1,33% aos 6.176 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em alta de 1,32% aos 12.799 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,73% aos 5.056 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 1,19% aos 20.003 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,45% a 7.426 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,18% a 4.472 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou estável aos 26.085 pontos. O S&P ficou em queda de 0,94% aos 3.155 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 2,13% aos 10.390 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 1,33% aos 98.697 pontos. O giro financeiro ficou em R$28,62 bilhões.

Operaram com ganhos
IRBBrasil RE ON, alta de 5,65%; Sid. Nacional ON, alta de 3,92%; CVC Brasil ON, alta de 2,36%; Engie Brasil ON, alta de 2,47%; e Cielo ON, alta de 1,43%.

Operaram com perdas
AMBEV ON, queda de 5,72%; Grupo Natura ON, queda de 5,07%; Cyrela Realt ON, queda de 5,32%; YDUQS Part. ON, queda de 4,42%; e Rumo ON, queda de 2,67%.

Mais negociadas
Via Varejo ON, alta de 0,17%; Petrobras PN, queda de 1,55%; COGNA ON, alta de 0,46%; Magaz. Luiza ON, alta de 0,40; e Vale ON, alta de 1,19%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 1,12% aos US$42,24 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 2,34% e com o barril negociado aos US$39,60 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 3,87% a US$111,09 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, a divisa ficou em alta de 1,21% aos R$5,388 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 0,89% aos R$5,670.

O euro ficou em alta de 1,71% aos R$6,120 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 0,69% a R$6,768 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 1,06% a R$0,075 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,11%  a 96,55.

O euro ficou em alta de 0,37% a US$ 1,1348 e a libra esterlina ficou em alta de 0,55% a US$1.2555.

O Bitcoin ficou em queda de 0,52% a US$9,245,61.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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