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FECHAMENTO: Bolsas ficam no negativo na reta final do mês

Data de criação:

access_time 25/02/2021 - 20:29

Data de atualização:

access_time 25/02/2021 - 20:29
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Os índices dos principais mercados acionários globais recuaram nas negociações de hoje. Vacinas, pacote fiscal do Estados Unidos, declarações de membros do Federal Reserve, dados econômicos e rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos foram os tópicos que mais pesaram nos negócios para essa reta final do mês de fevereiro.

Na bolsa de Nova York, os índices fecharam no vermelho. As liquidações ocorreram com os rendimentos dos títulos do Tesouro, depois das altas generalizadas nas negociações do dia anterior. Ainda ficaram no radar as falas de membros do Federal Reserve e os indicadores econômicos. Vacinas e casos de Covid-19 permanecem entre os destaques.

Na Europa, as bolsas de valores perderam a força, com apenas os índices da Espanha e de Portugal ficando no azul.  O mau humor dos investidores da região ocorreu com os rendimentos dos títulos da Zona do Euro e de 10 anos dos Estados Unidos, que pressionaram as ações logo na abertura de Wall Street. As atenções permanecem no processo de vacinação, bem como na reabertura gradual que o Reino Unido prepara. A agenda local estava enfraquecida.

Na Ásia, as bolsas asiáticas subiram. A fala do presidente americano, Joe Biden, de que deve tomar alguma atitude para resolver o problema de falta de chips e semicondutores no mercado ajudaram empresas ligadas à produção desses bens nas bolsas. A agenda local estava vazia e os futuros operam no vermelho.

Por aqui, o Ibovespa fechou o pregão no vermelho. O investidor doméstico acompanhou o mau humor dos mercados internacionais, com os índices de peso de Wall Street derretendo pelas altas dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O mercado também seguiu atento nas declarações vindas de Brasília sobre privatizações,  troca de comando na Petrobras e votações gerando polêmica na Câmara Federal.

O dólar comercial recuou com o cenário externo.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 112.868.301 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 2.504.036 mortes e 63.676.390 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 28.397.735 casos confirmados, com 507.806 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, são 10.324.463 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 249.957. São 9.249.596 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h12 desta quinta-feira (25) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 1,20% aos 30.0741 pontos. O índice Xangai, China, ficou em alta de 0,59% aos 3.585 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,51% a 2.335 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 1,06%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,67% aos 30.168. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou em alta de 0,51% aos 50.781. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,83% aos 6.834. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 3,50% aos 3.099 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em alta de 1,48% aos 16.454 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,36% aos 411.73 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,11% aos 6.651 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,69% aos 13.879 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,24% aos 5.783 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,15% aos 23.063 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta 0,58% aos 8.317 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,11% a 4.787 pontos.

Estados Unidos: Dow Jones ficou em queda de 1,75% aos 31.402 pontos. O S&P caiu 2,45% aos 3.829 pontos. O Nasdaq caiu 3,52% aos 13.119 pontos. O índice Russell 2000, baixa capitalização, caiu 3,5%. O índice de volatilidade, VIX, subiu 7,55%.

Brasil: o Ibovespa ficou em queda de 2,95% aos 112.256 pontos. O giro financeiro ficou em R$40,06 bilhões.

Operaram com ganhos
Multiplan ON, alta de 0,45%; e Telefônica Brasil ON, alta de 0,29%

Operaram com perdas
Energias do Brasil ON, queda de 0,16%; Qualicorp ON, queda de 0,19%; WEG ON, queda de 8,30%; Ultrapar ON, queda de 7,52%; Sid. Nacional ON, queda de 6,70%; Embraer ON, queda de 6,34%; e Pão de Açúcar – CBD ON, queda de 6,18%.

Mais negociadas
Vale ON, queda de 2,27%; Petrobras PN, queda de 4,96%; Petrobras ON, queda de 3,87%; Magaz. Luiza ON, queda de 2,35%; e WEG ON, queda de 8,30%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de janeiro de 2021 a 30 de abril de 2021, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (11,330%), Itauunibanco PN (6,868%), Petrobras PN (5,909%), B3 ON (5,417%) e Bradesco PN (5,281%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,24% a U$65,95 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 0,24% aos US$63,37 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 0,89% a US$174,24 a tonelada seca.

Brasil: no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 1,72% aos R$5,514 para a venda. O turismo ficou com ganho de 1,49% aos R$5,663 para a venda.

O euro ficou em alta de 2,02% aos R$6,719 para a venda. A libra ficou em alta de 1,03% aos R$7,739 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 1,63% aos R$0,061 para a venda.

Por aqui, o Banco Central do Brasil fez duas intervenções na tentativa de conter a desvalorização do real.

A autoridade monetária fez o tradicional leilão de swap com 16 mil contratos. Foram ofertados 8 mil contratos com vencimento para 01 de junho. O restante do lote ficou com vencimento para 01 de outubro.

No meio da tarde o BCB também fez outro leilão de venda de dólares à vista no interbancário, com a oferta de US$1 bilhão. Foram aceitas sete propostas de US$920 milhões, com a taxa de corte em 5,4700%.

Cenário Externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,12% a 90,28.

O euro subiu 0,14% a US$ 1.2181 e a libra esterlina seguia em queda de 0,91% a US$1.4009.

O preço do ouro ficou em queda de 0,35% a US$ 1.769,10 a onça.

O Bitcoin estava em queda de 0,74% a US$48,059,01.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

 

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