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FECHAMENTO: China puxa mercados para cima

Data de criação:

access_time 06/07/2020 - 20:19

Data de atualização:

access_time 06/07/2020 - 20:19
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As bolsas globais reagiram positivamente nas negociações desta segunda-feira. Bastou o índice principal da bolsa de Xangai subir 5,71% e romper os 3.330 pontos para que os demais ao redor do mundo também pegassem carona na onda asiática. Outro índice peso pesado foi o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, que disparou 3,81% aos 26.339.

Os resultados foram puxados por declarações de analistas e do governo de como está sendo feito o controle eficaz de uma nova onda de coronavírus. Além disso, as expectativas de mais medidas emergenciais pelos bancos centrais (Japão, Malásia e Austrália) também ajudaram a alimentar as compras.

Permaneceram ainda entre os destaques, os dados dos índices de Gerentes de Compras – PMIs, Composto e de Serviços, para a China apurados pela IHS/Caixin na última sexta-feira (03). Em junho, os índices ficaram com os melhores desempenhos em quase uma década, 55,7 e 58,4 pontos respectivamente.

Ainda por lá, as eleições em Singapura e o temor de nova onda de manifestações em Hong Kong, com a nova Lei de Segurança, continuaram no pano de fundo.

Na Europa, os pesos pesados também acompanharam os mercados asiáticos, em dia de agenda enfraquecida.

Nos Estados Unidos, as notícias positivas para os investidores ficaram por conta dos poucos indicadores econômicos e também com o desempenho da China. O temor pela retomada das restrições, já que o avanço da COVID-19 persiste, ficou de lado nesta segunda-feira.

As ações dos bancos e das empresas de tecnologia fizeram peso no Dow Jones. O exemplo ficou com a Amazon.com, com as ações subindo 5,8% e fechando em US $ 3.057 por papel. O preço acima do nível de US $ 3.000 ocorreu pela primeira vez em sua história conquistando uma avaliação de US$ 1,5 trilhão.

Por aqui, o Ibovespa foi na carona externa e fechou com ganhos. No dia de agenda quase esvaziada, com apenas poucos indicadores e com o Boletim Focus em linha, os investidores partiram para o risco. O índice experimentou ficar acima dos 99 mil, mas acabou voltando e fechando ainda em campo positivo.

Já o dólar comercial, que operou em grande parte do dia de lado, ganhou força sobre o real.

Sobre o Coronavírus
O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 11.565.414 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 535.499 mortes e 6.258.471 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 2.922.000 casos confirmados de contaminação, com 130.208 mortes e 906.763 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 1.623.284, sendo que o número de mortes está em 65.487 com 1.045.050 pessoas recuperadas.

A Índia assumiu o terceiro lugar, com 697.413 pessoas contaminadas, sendo 19.693 mortos e 424.433 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h45 desta segunda-feira (06/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 3,81% aos 26.339. O índice Xangai, China, ficou em alta de 5,71% aos 3.332. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 3,90% a 2.121. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,83% aos 22.714. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 1,38% aos 2.689. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,65% a 2.187. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 1,29% os 36.487. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,74% aos 12.116. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,71% aos 6.014%.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 1,58% aos 371.21 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 2,09% aos 6.285 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em alta de 1,64% aos 12.733 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,49% aos 5.081 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 1,55% aos 20.031 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 2,06% a 7.5563 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,05% a 4.407 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 1,78% aos 26.287 pontos. O S&P ficou em alta de 1,59% aos 3.179 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 2,21% aos 10.433 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 2,24% aos 98.937 pontos. O giro financeiro ficou em R$26,95 bilhões.

Operaram com ganhos
B2W Digital ON, alta de 8,63%; Bradesco ON, alta de 6,69%; Multiplan ON, alta de 6,79%; CVC Brasil ON, alta de 10,55%; e Qualicorp ON, alta de 7,38%.

Operaram com perdas
Klabin UNT, queda de 1,10%; IRBBrasil RE ON, queda de 1,76%; SulAmerica UNT, queda de 0,91%; Engie Brasil ON, queda de 1,09%; e Gurpo Natura ON, queda de 1,55%.

Mais negociadas
Vale ON, alta de 2,37%; Petrobras PN, alta de 2,41%; Bradesco PN, alta de 6,09%; Cogna ON, alta de 5,56%; e ItauUnibanco PN, alta de 4,64%.

Carteira Teórica

Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,07% aos US$43,07 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 0,15% e com o barril negociado aos US$40,60 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 0,59% a US$101,24 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, a divisa ficou em alta de 0,54% aos R$5,352 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,71% aos R$5,570.

O euro ficou em alta de 1,22% aos R$6,052 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 0,72% a R$6,684 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 0,53% a R$0,075 para a venda.

O Banco Central do Brasil colocou o lote de 12 mil contratos em swap para rolagem e vencimento em agosto.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,417%  a 96,77.

O euro ficou em alta de 0,54% a US$ 1,1307 e a libra esterlina ficou em alta de 0,06% a US$1.2488.

O Bitcoin ficou em alta de 2,18% a US$9,266,68.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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