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FECHAMENTO: Comprando hoje e vendendo amanhã

Data de criação:

access_time 16/06/2020 - 20:04

Data de atualização:

access_time 16/06/2020 - 20:04
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Depois das quedas dos índices nas negociações anteriores, os investidores dos principais mercados de ações saíram comprando nesta terça-feira. Como sempre, os fatores positivos ficaram com os bancos centrais, como o Federal Reserve e o Banco Central do Japão, e os negativos com o surgimento de nova onda da COVID-19 na China.

Começando pela Ásia, os mercados acionários reverteram as perdas. A decisão ao fim da reunião do Banco Central do Japão, que manteve a taxa de juros negativa a anunciou um novo pacote de estímulo econômico, ajudou no movimento de compra. Porém, Pequim ordenou que todas as escolas fossem fechadas, em um esforço para conter um novo surto de coronavírus que avançou nas províncias vizinhas. A determinação é a de que todas as pessoas precisarão fazer o teste para detectar o vírus.

No Velho Continente, as bolsas de ações voltaram para campo positivo. A euforia tomou conta dos investidores com as medidas dos bancos centrais, Fed e BoJ, que se prontificaram a injetar mais dinheiro nas economias. O ponto de preocupação ficou com o Reino Unido e os dados econômicos muito ruins. O radar deverá ficar na decisão do Banco Central da Inglaterra, que encerra a reunião de política monetária na quinta-feira (18).

Nos Estados Unidos, a bolsa de Nova York manteve o rali. As atenções ficaram voltadas para as declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, aos congressistas norte-americanos. Powell detalhou o programa de compra de títulos corporativos e também destacou as novas medidas para a obtenção de crédito por parte das empresas. Entretanto, o Fed-boss fez vários alertas sobre o desenvolvimento da economia dos Estados Unidos e recomendou aos investidores que não fiquem muito empolgados com os indicadores recentes, como os de hoje das vendas no varejo e produção industrial acima das projeções. Notícias corporativas ficaram entre os destaques.

Por aqui, a bolsa de valores de São Paulo manteve a alta. O Ibovespa chegou a subir 4%, mas voltou com os investidores atentos ao comportamento de Wall Street. Os indicadores domésticos não fizeram preço no índice e as notícias corporativas ficaram entre os destaques. O preço do petróleo WTI acabou pesando nas ações das empresas do setor.

O dólar comercial fechou em alta e acima dos R$5,00.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 8.134.360 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 440.235 mortes e 3.933.006 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 2.132.171 casos confirmados de contaminação, com 116.788 mortes e 583.503 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 923.189, sendo que o número de mortes está em 45.241 com 487.044 pessoas recuperadas. O Brasil está abaixo dos Estados Unidos

Neste momento, o Brasil segue no 2º lugar em um dos rankings mais assustadores da história do mundo. O levantamento é de 19h50 desta terça-feira (16) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 2,39% aos 24.334. O índice Xangai, China, ficou em alta de 1,44% aos 2.931. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,77% aos 1.898. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 4,88% aos 22.582. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 2,03% aos 2.666. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 5,28% a 2.138. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 1,13% os 33.605. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 1,82% aos 11.511. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 3,89% aos 5.942%.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 2,90% aos 363.33 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 2,94% aos 6.242 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em alta de 3,39% aos 12.315 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 2,84% aos 4.952 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 3,46% aos 19.625 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 3,25% a 7.495 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 2,44% a 4.432 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 2,04% aos 26.289 pontos. O S&P ficou em alta de 1,90% aos 3.124 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,75% aos 9.895 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 1,25% aos 93.531 pontos. O giro financeiro ficou em R$30,61 bilhões.

Operaram com ganhos
Gerdau PN, alta de 7,28%; Gerdau Met. PN, alta de 7,32%; Sid Nacional ON, alta de 4,42%; Minerva ON, alta de 6,34%; Embraer ON, alta de 1,93%; e ViaVarejo ON, alta de 4,23%.

Operaram com perdas
Cogna ON, queda de 2,68%; SulAmerica UNT, queda de 4,56%; YDUQS Part. ON, queda de 4,52%; e CVC Brasil ON, queda de 5,05%.

Mais negociadas
Petrobras PN, alta de 3,35%; Vale ON, alta de 3,39%; Via Varejo ON, alta de 4,23%; Magaz. Luiza ON, alta de 0,23%; e Bradesco PN, alta de 1,06%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,98% aos US$40,56 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 2,05% e com o barril negociado aos US$37,88 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 1,36% a US$104,85 a tonelada seca.

No Brasil, no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 1,75% aos R$5,232 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 2,60% aos R$5,510.

O euro ficou em alta de 0,95% aos R$5,895 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 1,24% a R$6,579 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 0,94% a R$0,075 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,34% aos 97,03.

O euro ficou em queda de 0,55% a US$ 1,1261 e a libra esterlina ficou em queda de 0,35% a US$1.2571.

O Bitcoin ficou em alta de 0,53% a US$9,499,50.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

 

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