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FECHAMENTO: Coronavírus, Fed e balanços puxam mercados

Data de criação:

access_time 28/07/2020 - 19:27

Data de atualização:

access_time 28/07/2020 - 19:27
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O dia foi de cautela em todos os mercados acionários, sendo que três fatores foram os destaques. O primeiro foi a ocorrência em vários países de novos casos do coronavírus, principalmente na China, Estados Unidos e em alguns da Europa.

No segundo ponto, e que gerou expectativas entre os agentes de mercado, foi o início da reunião do Federal Reserve, que divulga a decisão sobre a política monetária dos Estados Unidos no meio da tarde desta quarta-feira (29). A coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell, é sempre muito aguardada.

Em terceiro está na temporada de resultados, já com os impactos da pandemia de coronavírus. O radar permanece no setor financeiro, empresas de turismo, aéreas e de montadoras. Entretanto, as ações de tecnologia estão ajudando a amparar o índice do setor na bolsa de Nova York.

Começando pela Ásia, as bolsas fecharam no azul nesta terça-feira, com os investidores acompanhando os resultados de Wall Street nas negociações de ontem, enquanto as moedas ganhavam força ante o dólar e também no avanço do preço do ouro em quase US$2.000 a onça.  Nesta sessão, apenas o Japão apresentou indicadores.

Na Europa, em dia de agenda esvaziada, as bolsas fecharam sem direção. O temor de uma segunda onda de coronavírus tirou o humor dos investidores. Na agenda, o Reino Unido apresentou os números das vendas no varejo e a Espanha divulgou os dados do emprego.

Nos Estados Unidos, a expectativa para o segundo pacote de ajuda e a reunião do Federal Reserve pesaram nos negócios de hoje. Os balanços também seguiram agitando as negociações.

Por aqui, na onda externa, os investidores mantiveram a cautela. Foram apresentados indicadores relevantes, como o Caged, as transações correntes, entre outros.

O dólar voltou a perder força para uma série de ativos, sendo que um dos mais relevantes novamente foi o ouro.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 16.605.067 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 657.337 mortes e 9.667.033 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 4.341.201 casos confirmados de contaminação, com 149.052 mortes e 1.325.804 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 2.442.375, sendo que o número de mortes está em 87.618 com 1.848.324 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 18h57 desta terça-feira (28/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,69% aos 24.772. O índice Xangai, China, ficou em alta de 0,71% aos 3.227. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,37% a 2.173. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,26% aos 22.657. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,14% aos 2.575. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,76% aos 2.256. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 1,47% aos 38.492. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou estável aos 12.586. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,39% aos 6.020.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,42% aos 367.68 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 0,40% aos 6.129 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou estável aos 12.835 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,22% aos 4.928 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,59% aos 19.902 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,06% a 7.246 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,01% a 4.407 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 0,77% aos 26.379 pontos. O S&P ficou em queda de 0,65% aos 3.218 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 1,27% aos 10.402 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa* ficou em queda de 0,35% aos 104.109 pontos.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou estável aos US$43,61 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em queda de 1,25% e com o barril negociado aos US$41,08 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,95% a US$106,66 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial fechou em queda de 0,16% aos R$5,157 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,36% aos R$5,430.

Aqui, o euro ficou estável aos R$6,046 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 0,55% a R$6,672 para a venda. O peso argentino ficou estável R$0,071 para a venda.

O Banco Central do Brasil aceitou US$2 bilhões em leilão de linha.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,11% a 93,77.

O euro ficou em queda de 0,24% a US$ 1,1718 e a libra esterlina ficou em alta de 0,35% a US$1.2934.

O preço do ouro permaneceu em alta de 0,97% a US$1.950,00 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O Bitcoin ficou em queda de 0,83% a US$10.960,00.

*Deixamos de apresentar os resultados das ações no relatório de hoje.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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