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FECHAMENTO: Dia de aversão ao risco

Data de criação:

access_time 23/07/2020 - 20:43

Data de atualização:

access_time 23/07/2020 - 20:43
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Os mercados acionários globais fecharam recuados nesta quinta-feira, em plena temporada de resultados financeiros e com a tensão entre a China e os Estados Unidos.

Na Ásia, as bolsas de ações recuaram. As atenções ficaram nos números da pandemia, que voltaram a subir em Tóquio, bem como no conflito geopolítico. Apenas a Austrália apresentou dados econômicos. O Japão está em feriado por quatro dias.

Na Europa, os índices das principais bolsas de ações fecharam estáveis, comportamento incomum e amparados ainda pela aprovação do Fundo de Recuperação da União Europeia em €750 bilhões. Aliás, o fundo também acabou puxando a valorização do euro sobre o dólar. A agenda local estava praticamente vazia.

Nos Estados Unidos, em dia de muita cautela com as diferenças para com a China, a bolsa de Nova York fechou em queda. Os pesos pesados corrigiram e os papéis das gigantes de tecnologia caíram, apesar dos relatórios financeiros.

Logo depois do fechamento dos mercados, o presidente Donald Trump ressurgiu para nova coletiva na Casa Branca, a terceira na semana. Trump desmarcou a participação na Convenção Nacional Republicana marcada para o próximo mês em Jacksonville, Flórida. O presidente disse que ainda faria um discurso aceitando a indicação de seu partido para a reeleição de uma “forma diferente”.

“Olhei para minha equipe e disse que o momento para este evento não é certo. Não está certo ”, disse Trump. “Para ter uma grande convenção, não é a hora certa”, disse o presidente.

O retorno das coletivas ocorrem com Trump seguindo atrás do ex-vice-presidente, Joe Biden, nas pesquisas com os americanos. O Democrata ganhou força nos últimos meses com as pesquisas revelando a desaprovação que o presidente Trump vem dando ao tratamento da pandemia.

Por aqui, o Ibovespa acompanhou os demais mercados. O índice ficou acima dos 102 mil pontos. Números das empresas e notícias corporativas ficaram no radar.

O dólar comercial ganhou força sobre o real.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 15.429.889 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 631.680 mortes e 8.758.636 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 4.028.741 casos confirmados de contaminação, com 144.072 mortes e 1.233.269 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 2.287.475, sendo que o número de mortes está em 84.082 com 1.620.313 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h21 desta quinta-feira (23/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,82% aos 25.263. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,24% aos 3.325. O índice Shenzhen Composite ficou estável a 2.250. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,33% aos 2.594. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,56% a 2.216. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,71% os 37.140. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,48% aos 12.413. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,32% aos 6.094.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou estável aos 373.65 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou estável aos 6.211 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou estável aos 13.103 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em estável aos 5.033 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,70% aos 20.454 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou estável a 7.384 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,64% a 4.538 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 1,31% aos 26.652 pontos. O S&P ficou em queda de 1,23% aos 3.235 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 2,29% aos 10.461 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 1,91% aos 102.293 pontos. O volume financeiro ficou em R$29,26 bilhões.

Operaram com ganhos
Suzano ON, alta de 0,59%; Energisa UNT, alta de 2,90%.

Operaram com perdas
Qualicorp ON, queda de 4,33%; JBS ON, queda de 1,32%; TIM Part. ON, queda de 11,02%; Cogna ON, queda de 8,85%; Via Varejo ON, queda de 3,98%; Cielo ON, queda de 0,38%; e Magaz. Luiza ON, queda de 4,63%.

Mais negociadas
Via Varejo ON, queda de 3,98%; Cogna ON, queda de 8,85%; Petrobras PN, queda de 2,08%; Magaz. Luiza ON, queda de 4,63%; e Vale ON, queda de 1,42%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou estável aos US$43,34 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em queda de 2,00% e com o barril negociado aos US$41,06 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,75% a US$110,12 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial fechou em alta de 1,93% aos R$5,213 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 1,85% aos R$5,500.

O euro ficou em alta de 2,16% aos R$6,052 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 1,87% a R$6,643 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 1,67% a R$0,072 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,16% a 94,97.

O euro ficou em alta de 0,18% a US$ 1,1595 e a libra esterlina ficou em alta de 0,17% a US$11594.

O preço do ouro permaneceu em alta de 1,0% a US$1.883,80 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

Na mesma linha de ativos valorizados ficou o Bitcoin, com ganho de 0,51% a US$9,570,54.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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