Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

FECHAMENTO: Dia de compras……

Data de criação:

access_time 06/05/2021 - 20:06

Data de atualização:

access_time 06/05/2021 - 20:06
format_align_left 5 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Os mais importantes mercados de ações subiram nesta quinta-feira (06/05). O dia foi de atenção para as temporadas de balanços financeiros e também para os indicadores econômicos, mais precisamente os dos Estados Unidos.

A quebra de patentes ficou no foco de todas as farmacêuticas do mundo, que alegaram que a escassez de vacinas diz respeito apenas à falta de matéria-prima. O tema foi levantado pelo presidente dos Estados Unidos Joe Biden, que apóia a renúncia às proteções de propriedade intelectual para vacinas contra a Covid-19 para “ajudar a acabar com a pandemia. Hoje, a União Europeia deu sinais de aprovara a medida, mais com questionamentos contrários da Alemanha. Com isso, os países integrados à OCDE  precisam se posicionar para aprovar ou não.

Enquanto isso, a bolsa de Nova York fechou em alta. A queda nos pedidos iniciais de auxílio-desemprego e a reta final da temporada de resultados pesaram nos negócios. As ações das farmacêuticas produtoras de vacinas contra a Covid-19 caíram.

Na Europa, as bolsas fecharam com ganhos e as da Ásia ficaram sem direção. A China e o Japão voltaram do feriado. Os futuros operam em campo positivo.

Por aqui, a bolsa de valores de São Paulo fechou em alta, isso depois de uma puxada de quase 2% na sessão de ontem. A decisão do Banco Central do Brasil, que elevou a taxa básica de juros, a Selic, para 3,50% ao ano, a CPI da Covid-19, com os senadores ouvindo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também ficaram no radar.

O dólar comercial voltou a perder força para o real.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 155.481.806 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 3.248.061 mortes e 91.888.078 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 32.599.446 casos confirmados, com 580.025 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

Na Índia, que ocupa o 2º lugar no ranking da plataforma, os casos confirmados chegam a 21.077.410, com 230.168 mortos e com 17.280.844 pessoas recuperadas.

O Brasil voltou para o 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 14.930.183 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 414.399. São 13.269.684 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h51 desta quinta-feira (06/05) pelo horário de Brasília.

Mercados de Ações Globais

Ásia: o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,77% aos 28.637. O Xangai, China, ficou em queda de 0,16% aos 3.441. O Shenzhen Composite ficou em queda de 0,97% aos 2.276 e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 2,78%. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 0,56% aos 48.949. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,80% aos 29.331. O índice Topix ficou em alta de 1,54% aos 1.927. O XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,48% aos 7.061. O índice regional MSCI Asia Pacific subiu 0,7%.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,12% aos 441.02 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,52% aos 7.076; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta 0,17% aos 15.196; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,28% aos 6.357; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,13% aos 24.495; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,16% aos 8.982; e o PSI-20 (Lisboa) ficou estável a 5.091.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou em alta de 0,93% aos 34.548. O S&P ficou em alta de 0,82% aos 4.201. O Nasdaq subiu 0,37% aos 13.632.

Brasil: o Ibovespa fechou em alta de 0,30% aos 119.920 pontos. O volume financeiro ficou em R$32,13 bilhões.

Moedas: o dólar comercial fechou em queda de 1,62% aos R$5,278 para a venda. O turismo caiu 1,45% aos R$5,440 para a venda.

O euro ficou em queda de 1,12% aos R$6,366 para a venda. A libra ficou em queda de 1,6% aos R$7,332 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 1,75% aos R$0,056 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,45% a 90,90.

O euro ficou em alta de 0,47% a US$ 1.2062 e a libra esterlina caiu 0,08% a US$1.3895.

O preço do ouro ficou em alta de 1,76% a US$ 1.815,70 a onça.

O Bitcoin caiu 1,47% aos US$55,914,64.

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,34% a US$68,32 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,05% aos US$64,94 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 4,85% a US$201,88 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?