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FECHAMENTO: Dia morno nos mercados acionários

Data de criação:

access_time 17/09/2020 - 19:49

Data de atualização:

access_time 17/09/2020 - 19:49
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O movimento foi morno nos principais mercados acionários globais, isso um dia depois das decisões dos bancos centrais, como dos Estados Unidos e Brasil, que fecharam as reuniões ontem, bem como o do Japão e da Inglaterra, que encerram nesta quinta-feira.

Todos mantiveram inalteradas suas políticas monetárias e os compromissos de apoio às economias. Porém, alguns mudaram um pouco o tom do discurso e não anunciaram mais recursos, o que acabou pesando no humor dos investidores.

O tema vacina permaneceu entre os destaques, com a pressa do governo americano em vacinar os cidadãos antes de novembro.

Ainda por lá, a bolsa de Nova York fechou em queda. As ações de tecnologia recuaram, juntamente com as da Oracle, que aceitou as mudanças nos termos estabelecidos pelo Departamento do Tesouro sobre o negócio com a chinesa ByteDance no controle do TikTok. E, no radar, permaneceram os indicadores do setor de trabalho, com os pedidos de auxílio-desemprego em 860 mil na semana passada, queda em 33 mil do nível revisado da semana anterior. Outros indicadores não foram animadores.

Na Europa, as bolsas fecharam com perdas. Além dos reflexos do Federal Reserve, os investidores acompanharam as decisões do Banco Central da Inglaterra. A autoridade monetária também sinalizou, em cenário cheio de incerteza, a possibilidade de uma taxa de juros negativa no futuro. A pandemia de coronavírus não dá trégua por lá, com a França registrando novos casos.

Na Ásia, as bolsas ficaram no vermelho nesta quarta-feira, com os investidores acompanhando a decisão do Banco Central do Japão, que manteve as taxas de juros e declarou total apoio ao novo primeiro-ministro Yoshihide Suga, que assumiu ontem com o compromisso de tirar a 5ª maior economia do mundo da profunda recessão.

Por aqui, o Ibovespa, depois de um novo pregão volátil, conseguiu fechar pouco acima dos 100 mil pontos. Brasília não sai do foco, com possibilidade do Congresso introduzir um programa social de renda mínima no orçamento. Com isso, as questões fiscais permanecem no centro das atenções. Os arranjos corporativos também contribuíram para sustentar o índice.

O dólar comercial perdeu força para o real.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 29.994.772 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 942.989 mortes e 20.375.450 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 6.664.021 casos confirmados de contaminação, com 197.554 mortes e 2.525.573 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 4.419.083, sendo que o número de mortes está em 134.106. São com 3.853.829 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h37 desta quinta-feira (17/09) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 1,56% aos 23.319. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,41% aos 3.270. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,08% a 2.186 e o ChiNext ficou estável. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,67% aos 23.319. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,17% aos 2.500. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,82% aos 38.979. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,80% a 12.872. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 1,22% aos 5.883. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 1,22% a 2.406 pontos.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,51% aos 371.23 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,47% aos 6.049 pontos; o DAX -30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,36% aos 13.208 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,69% a 5.039 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,12% aos 19.739 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,35% a 7.086 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,16% a 4.286 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 0,47% aos 27.901 pontos. O S&P ficou em queda de 0,84% a 3.357 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 1,27% aos 11.910 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 0,42% aos 100.097 pontos. O volume financeiro ficou em R$22,33 bilhões.

Operaram com ganhos
AMBEV ON, alta de 4,78%; Usiminas PNA, alta de 5,15%; Suzano ON, alta de 3,03%; Braskem PNA, alta de 2,54%; e Sid. Nacional ON, alta de 2,58%.

Operaram com perdas
Intermedica ON, queda de 3,01% TOTVS ON, queda de 2,68%; Hapvida ON, queda de 3,29%; YDUQS Part. ON, queda de 1,91%; e Lojas Amer. PN, queda de 2,49%.

Mais negociadas
Vale ON, alta de 1,82%; Magaz. Luiza ON, queda de 2,32%; AMBEV ON, alta de 4,78%; e Petrobras PN, alta de 1,93%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 08 de setembro de 2020 a 30 de dezembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,460%), Itauunibanco PN (6,379%), Bradesco PN (5,030%), Petrobras PN (5,623%) e B3 ON (5,329%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou estável a US$43,30 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 2,02% e com o barril negociado aos US$40,97 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 1,48% a US$122,36 a tonelada seca.

No Brasil, ao final, no interbancário, a divisa ficou em queda de 0,16% a R$5,231 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,18% aos R$5,520.

O euro ficou em alta de 0,14% aos R$6,199 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 0,07% a R$6,799 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 0,14% a R$0,069 para a venda.

Cenário externo
Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,33% a 92,91.

O preço do ouro ficou em queda de 0,94% a US$ 1.952,10 a onça.

O euro ficou em alta de 0,29% a US$ 1.1847 e a libra esterlina ficou estável a US$1.2969.

O Bitcoin ficou em queda de 0,12% a US$10.957,99.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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