Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

FECHAMENTO: Dia morno nos mercados

Data de criação:

access_time 09/02/2021 - 20:10

Data de atualização:

access_time 09/02/2021 - 20:10
format_align_left 6 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Os investidores ficaram divididos nas negociações desta terça-feira (09). Os fatores que mexeram com os negócios são os mesmos, com os casos de coronavírus recuando na Ásia e nos Estados Unidos, segundo os órgãos de saúde. O processo de vacinação segue lento em várias partes do mundo, como no Brasil.

Em dia de agenda global enfraquecida, os índices de Wall Street fecharam sem direção. A expectativa segue elevada para o anúncio do pacote fiscal de US$1,9 trilhão. A temporada de resultados financeiros seguiu pesando por lá.

Na Europa, os índices das mais importantes bolsas ficaram divididos. Além da pandemia de coronavírus, os resultados financeiros das grandes empresas, as fusões e aquisições também fizeram preços.

Na Ásia, as bolsas de ações renovaram as altas. A China, que viu os índices renovando ganhos, se prepara para o Ano Novo Lunar a partir de sexta-feira (12). O feriado prolongado deverá tirar a pressão dos demais mercados. Neste momento, os futuros estão operando sem direção.

Por aqui, a bolsa de valores de São Paulo renovou a queda. As ações da Petrobras recuaram novamente e Brasília ficou no destaque. O governo estuda a extensão do auxílio emergencial, enquanto o Congresso se prepara para discutir a autonomia do Banco Central do Brasil, formar a comissão do Orçamento e o marco do câmbio. A agenda de reformas também está na mesa.

Por fim, o dólar comercial ensaiou valorização sobre o real, mas o BCB entrou com dois lotes reforçados de contratos em leilões de swap cambial.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 106.782. 469 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 2.335.652 mortes e 59.656.873 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 27.170.945 casos confirmados, com 467.312 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, são 9.548.079 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 232.170. São 8.553.592 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h55 desta terça-feira (09) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,53% aos 29.476 pontos. O índice Xangai, China, ficou em alta de 2,01% aos 3.603. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 2,43% a 2.418 e o ChiNext (ETF) ficou em alta de 1,92%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,40% aos 29.505. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,13% aos 2.935. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou estável aos 51.329. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,86% aos 6.821. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,21% a 3.084 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em alta de 0,61% aos 15.802 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,09% aos 410.42 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,12 aos 6.531 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) recuou 0,34% aos 14.011 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,10% aos 5.691 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,54% aos 23.300 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 1,44% aos 8.101 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,24% a 4.842 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou estável aos 31.375 pontos. O S&P ficou em queda de 0,11% aos 3.911 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,14% aos 14.007 pontos.

Brasil: o Ibovespa ficou em queda de 0,19% aos 119.471 pontos. O giro financeiro ficou em R$29,16 bilhões.

Operaram com ganhos
Sabesp ON, alta de 7,10%; Sid Nacional ON, alta de 2,43%; Ultrapar ON, alta de 2,22%; BBSeguridade ON, alta de 1,74%; Santander BR UNt, alta de 1,62%.

Operaram com perdas
PetroRio ON, queda de 4,13%; Eztec ON, queda de 3,36%; JHF Part. ON, queda de 3,03%; GOL PN, queda de 2,95%; e Petrobras PN, queda de 2,60%.

Mais negociadas
Petrobras PN, queda de 2,03%; Vale ON, alta de 0,26%; ItauUnibanco PN, alta de 1,20%; e Bradesco PN, alta de 0,51%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de janeiro de 2021 a 30 de abril de 2021, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (11,330%), Itauunibanco PN (6,868%), Petrobras PN (5,909%), B3 ON (5,417%) e Bradesco PN (5,281%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,12% a U$60,63 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 2,06% aos US$58,02 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 2,24% a US$160,10 a tonelada seca.

Brasil: no interbancário, o dólar ficou em alta de 0,19% aos R$5,382 para a venda. O turismo subiu 0,18% aos R$5,540 para a venda.

O euro ficou em alta de 0,69% aos R$6,522 para a venda. A libra ficou em alta de 0,44% aos R$7,435 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 0,05% aos R$0,061 para a venda.

O Banco Central do Brasil, na tentativa de conter o avanço do dólar, fez dois leilões de swap cambial. No primeiro, o BCB disponibilizou um lote com 20 mil contratos. Foram vendidos 5.450 contratos com vencimento para 01 de junho de 2021. Outros 8.850 contratos foram vendidos para vencimento em 01 de outubro de 2021.

No segundo leilão, o lote foi de 5.700 contratos. Foram vendidos 2.700 contratos com vencimento em 01 de junho de 2021. Outros 3 mil contratos foram negociados com a data de vencimento para 01 de outubro de 2021.

Cenário Externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,54% a 90,44.

O euro ficou em alta de 0,55% a US$ 1.2116 e a libra esterlina ficou em alta de 0,54% a US$1.3813.

O preço do ouro ficou em alta de 0,25% a US$ 1.838,80 a onça.

O Bitcoin subiu 5,60% a US$46,796,07.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

 

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?