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FECHAMENTO: Dia sem brilho com a COVID-19 no destaque

Data de criação:

access_time 06/05/2020 - 20:03

Data de atualização:

access_time 06/05/2020 - 20:03
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Os investidores dos mercados ficaram de lado nas negociações desta quarta-feira. Mais indicadores ruins para as economias europeias e para o setor de trabalho norte-americano. A possibilidade de afrouxamento de medidas restritivas para algumas regiões dos Estados Unidos e da Europa ficou no radar, mas sem muita força para sustentar o apetite para o risco.

Começando pela Ásia, as bolsas de ações subiram. A China voltou do feriado e os índices ficaram em campo positivo com o banco central mexendo novamente na política monetária. O Japão segue em feriado.

Na Europa, as bolsas de ações devolveram. Por lá, os índices Gerentes de Compras – PMIs de diversos setores e a balança comercial apresentaram um verdadeiro raio X das economias da região. Em poucos dias, o coronavírus derrubou um processo de 10 anos para a recuperação da Zona do Euro.

Ainda por lá, os representantes do Reino Unido e dos Estados Unidos prosseguiram com as videoconferências para definir os acordos comerciais. Lembrando que o Reino Unido deixou a União Europeia em janeiro desse ano, um processo que permite acordos comerciais com qualquer país do mundo.

Nos Estados Unidos, o relatório ADP mostrou a triste realidade do setor de trabalho do país, que segue contabilizando as vítimas da COVID-19. Os investidores também acompanham a temporada de balanços. Ainda hoje, os estoques de petróleo subiram e ficaram acima das estimativas. As petroleiras operaram com 70% da capacidade e as vendas de combustível para aviação recuaram. O setor é um dos mais comprometidos pela paralisação global em consequência do vírus.

Por aqui, em dia de taxa Selic, o Ibovespa realizou e os investidores ficaram atentos para o campo político.

O dólar comercial disparou e o turismo flertou com os R$6,00.

Sobre o coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 3.744.585 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 262.709 mortes e 1.238.250 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 1.223.419 casos confirmados de contaminação, com 72.812 mortes e 189.910 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 123.809, sendo que o número de mortes está em 8.536 com 48.221 pessoas recuperadas.

O Brasil está abaixo da Turquia, que tem hoje 131.744 casos confirmados, com 3.584 mortes e 78.202 pessoas recuperadas.

O Brasil está acima do Irã, que está com 101.650 casos confirmados, com 6.418 mortes e 81.587 casos de pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h50 desta quarta-feira (06) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em alta de 1,13% a 24.137. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,53% a 1.790. O índice Xangai ficou em alta de 0,63% a 2.878.  O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,75% a 2.591. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,42% a 5.384.  O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,76% a 1.928. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,74% os 31.685. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou estável aos 10.774. A bolsa de Tóquio não operou com o país em feriado.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,35% aos 334.34 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou estável aos 5.853 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) caiu 1,15% a 10.606 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 1,11% a 4.433 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda 1,31% aos 17.159 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 1,13% a 6.671 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,87% a 4.185 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 0,91% aos 23.664 pontos. O S&P ficou em queda de 0,70% aos 2.848 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,51% aos 8.854 pontos. O índice VIX subiu 1,52% aos 34,12.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,51% aos 79.063 pontos. O volume financeiro ficou em R$21,91 bilhões.

Operaram com ganhos
B2W Digital ON, alta de 19,13%; Magaz. Luiza ON, alta de 9,86%; Lojas Amer. PN, alta de 7,36%; Grupo Natura ON, alta de 5,74%; ViaVarejo ON, alta de 3,20%.

Operaram com perdas
CVC Brasil ON, queda de 5,89%; Cemig PN, queda de 4,65%; Embraer ON, queda de 4,53%; BTG Banco Pactual UNT N2, queda de 4,57%; e Petrobras ON, queda de 3,91%.

Mais negociadas
Petrobras PN, queda de 3,68%; Vale ON, alta de 1,44%; B2W Digital ON, alta de 19,13%; Magaz. Luiza ON, alta de 9,86%; e ViaVarejo alta de 3,20%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent fechou em alta de 0,61% aos US$29,90 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,59% aos US$24,17 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 0,37% a US$84,35 a tonelada seca.

No Brasil, ao final, no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 2,02% aos R$5,703 para a venda. O dólar turismo subiu 0,33% a R$5,930 para a venda.

O euro subiu 1,82% aos R$6,162 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 1,41% a R$7,045 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 2,27% a R$0,085 para a venda.

Fluxo Cambial

O fluxo cambial no ano até o dia 30 de abril estava negativo em US$12,730 bilhões. Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$2,819 bilhões. Os dados do Banco Central do Brasil foram divulgados nesta quarta-feira.

Pelo canal financeiro, a saída líquida até o dia 30 de abril somou US$32,519 bilhões. Os aportes somaram US$185,628 bilhões e os envios totalizavam US$218,147 bilhões. Esse segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

Pela conta comercial, o saldo era positivo em US$19,789 bilhões, com importações em US$51,262 bilhões e exportações em US$71,051 bilhões. Nas vendas estão incluídos US$12,332 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$24,524 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$34,195 bilhões em outras entradas.

Para o mês de abril, as saídas líquidas ficaram negativas em US$1,378 bilhão, ante o resultado de US$6,561 de março.

Na conta financeira, a saída líquida foi de US$6,817 bilhões, com aportes no valor de US$37,710 bilhões e retiradas de US$44,527 bilhões.

Na conta comercial, o saldo era positivo em US$5,439 bilhões, com compras em US$11,520 bilhões e vendas em US$16,960 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$2,472 bilhões em ACC, US$5,998 bilhões em PA e US$8,489 bilhões em outras entradas.

Semana

O fluxo cambial da semana fechada em 30 de abril ficou positivo em US$2,027 bilhões. No canal financeiro, a entrada líquida foi US$ 434 milhões, com aportes em US$ 9,328 bilhões e de envios no total de US$8,893 bilhões.

Na conta comercial, o saldo ficou positivo em US$1,593 bilhão, com importações de US$ 3,162 bilhões e exportações de US$ 4,755 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 345 milhões em ACC, US$1,875 bilhão em PA e US$2,536 bilhões entre outras entradas.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, operou em alta de 0,49% aos 100,20.

O ouro ficou em queda de 1,24% a US$1.689,40 a onça na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O euro ficou em queda de 0,45% a US$ 1,0792 e a libra esterlina ficou em queda de 0,80% a US$1.2341.

O Bitcoin subiu 3,33% aos US$9,295,18.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

 

 

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