Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

FECHAMENTO: Esperando a inflação dos EUA

Data de criação:

access_time 09/06/2021 - 20:09

Data de atualização:

access_time 09/06/2021 - 20:09
format_align_left 4 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Depois que os indicadores da China surpreenderam, com os preços de fábrica embalados pelas commodities, as atenções se voltam agora para a inflação americana, que será divulgada amanhã. Aliás, o fantasma da inflação rondou forte por aqui em maio, conforme mostrou hoje o IBGE.

Nos mercados acionários, a bolsa de Nova York fechou em queda, as da Europa ficaram divididas e as da Ásia também ficaram sem direção.

Por aqui, o Ibovespa ficou em alta e perto novamente dos 130 mil pontos. Os dados do IPCA, da Produção Industrial e os Custos de Construção ficaram no radar.

O dólar comercial fechou em alta e o Bitcoin recuperou a queda de 6% para 9%.

Coronavírus e a Vacinação no mundo:

O Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostrou que no mundo são 174.243.152 casos confirmados de contágio pelo coronavírus (Covid-19), com 3.753.490 mortes e 2.208.407.256 de vacinas administradas.

Nos Estados Unidos são 33.409.336 casos confirmados, com 598.707 mortes e 304.420.906 de vacinas administradas.

Na Índia, que ocupa o 2º lugar no ranking da plataforma, os casos confirmados chegam a 29.089.069, com 353.528 mortos e com 239.058.360 vacinas administradas.

O Brasil está no 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 17.122.092 casos confirmados por Covid-19, sendo que o número de mortes está em 479.515. Até hoje eram 69.406.631 vacinas administradas.

O levantamento é de 19h59 desta quarta-feira (09/06) pelo horário de Brasília.

Mercados de Ações Globais

Ásia: o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,13% aos 28.742. O Xangai, China, ficou em alta de 0,32% aos 3.591. O Shenzhen Composite ficou em alta de 0,14% aos 2.396 e o ChiNext (ETF) ficou em alta de 0,11%. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em queda de 0,64% aos 51.941. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,35% aos 28.860. O índice Topix ficou em queda de 0,28% aos 1.957.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,09% aos 454.44 em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em queda de 0,20% aos 7.081; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,19% aos 6.563; o índice DAX-30, bolsa de Frankfurt, ficou em queda de 0,38% aos 15.581; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,26% aos 25.741; o Ibex 35 (Madri) ficou estável aos 9.156; e o PSI-20 (Lisboa) ficou estável aos 5.113.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou em queda de 0,44% aos 34.447. O S&P 500 ficou em queda de 0,18% aos 4.219. O Nasdaq ficou em queda de 0,09% aos 13.911.

Brasil: o Ibovespa ficou em alta de 0,09% aos 129.906 pontos. O giro de negócios ficou em R$34,56 bilhões.

Moedas: no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 0,69% aos R$5,069 para a venda. O turismo subiu 0,52% aos R$5,227 para a venda.

O euro ficou em alta de 0,72% aos R$6,173 para a venda. A libra subiu 0,34% aos R$7,153 para a venda. O peso argentino subiu 0,57% aos R$0,053 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, subiu 0,08% a 90,15 pontos.

O euro ficou estável a US$ 1.2176 e a libra caiu 0,26% a US$1.4111.

O preço do ouro caiu 0,16% a US$ 1.891,30 a onça.

O Bitcoin subiu 9,44% aos US$ 36,278,27.

Commodities
O petróleo referência Brent, nos contratos futuros, ficou em queda de 0,29% a US$72,01 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI, nos contratos futuros, ficou em queda de 0,43% aos US$69,75 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao subiu 1,51% aos US$ 212,67 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

 

 

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?