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FECHAMENTO: Falta mais alguém na lista de Trump além da China, Brasil, Argentina, França e União Europeia?

Data de criação:

access_time 03/12/2019 - 18:49

Data de atualização:

access_time 03/12/2019 - 19:49
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Os investidores dos mercados acionários globais mantiveram a aversão ao risco nesta terça-feira, aos sinais de uma “guerra comercial global”, depois que o presidente Donald Trump voltou a surpreender ao pressionar a França e a União Europeia com elevação também de tarifas comerciais. Ao mesmo tempo declarou que as negociações com a China poderão ser retomadas somente depois da eleição de novembro de 2020 nos Estados Unidos.

Ontem os alvos foram o Brasil e a Argentina, quando Trump ameaçou tarifas para o aço (25%) e para o alumínio (que já estão com 10% desde 2018) vendidos para os Estados Unidos. Entre as justificativas ficaram as desvalorizações das moedas dos dois países, real e peso.

Nesta terça-feira, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos ameaçou impor tarifas de até 100% a cerca de US $ 2,4 bilhões em importações francesas em retaliação por impostos sobre empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

Mais, os Estados Unidos também estão preparando tarifas sobre US $ 7,5 bilhões em importações da União Europeia sobre subsídios, que Trump considera ilegais, para a gigante europeia de aviões Airbus, seguindo uma decisão da Organização Mundial do Comércio que deu ao governo americano um sinal verde para impor os impostos. A OMC decidiu que a UE não havia cumprido uma ordem para encerrar os subsídios.

Enquanto isso, a Ásia manteve as perdas e a Europa pegou carona. As agendas das duas regiões estavam vazias.

Nos Estados Unidos, os índices de peso de Wall Street despencaram. O peso ficou nas ações de tecnologia, embora com as demais já impactadas pela guerra comercia.

Por aqui, o Ibovespa descolou do cenário externo e das ameaças de Donald Trump e fechou em alta. O mercado doméstico analisou o desempenho do PIB do Brasil do terceiro trimestre.

O dólar comercial, o grande vilão, deu novo respiro para o real.

Sobre os mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,20% a 26.391 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,55% a 1.605. O índice Xangai composite ficou em alta de 0,31% a 2.884. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,64% aos 23.379. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,47% a 3.173. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em queda de 2,19% a 6.712. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,38% a 2.084. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,31% aos 40.675. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,25% a 11.531.

Na Europa, ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,63% aos 398.48 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 1,75% aos 7.158; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,19% a 12.989; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 1,03% a 5.727; o FTSE-MIB (Milão) ficou estável aos 22.736; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,22% a 9.135; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,99% a 5.037.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 1,01% aos 27.502. O S&P caiu 0,66% aos 3.093. O Nasdaq caiu 0,55% aos 8.520.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou estável aos 108.956 pontos. O volume financeiro ficou em R$17,37 bilhões.

Operaram com ganhos
GOL PN, alta de 4,01%; BBSeguridade ON, alta de 3,88%; MRV ON, alta 7,16%; Marfrig ON, alta de 3,87%; e Via Varejo ON, alta de 3,60%.

Operaram com perdas
Smiles ON, queda de 8,85%; Sid. Nacional ON, queda de 3,77%; Gerdau Met PN, queda de 2,48%; Hypera ON, queda de 2,05%; Gerdau PN, queda de 2,29%.

Mais negociadas
Petrobras PN, queda de 0,31%; Itau Unibanco PN, alta de 0,03%; Vale ON, queda de 1,79%; AMBEV ON, queda de 0,56%; e Brasil ON, alta de 2,02%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 02 de setembro de 2019 a 03 de janeiro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (9,194%), Vale ON (8,204%), Bradesco PN (7,300%), Petrobras PN (6,597%) e B3 ON (5,175%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,38% a US$64,81 o barril negociado na bolsa de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 0,46% aos US$56,22 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,16% aos US$88,31 a tonelada seca e com 62% de pureza.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial ficou em queda de 0,19% aos R$4,205 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,45% a R$4,370 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,48% aos R$4,658 para a venda. A libra ficou em queda de 0,09% a R$5,462 para a venda. O peso argentino ficou em queda 0,42% a R$0,070 para a venda.

Cenário externo

O índice DXY, que compara o movimento do dólar americano com mais seis moedas, ficou em queda de 0,12% a 97,74.

O euro ficou estável a US$ 1,1084 a onça. A libra segue em alta de 0,40% a US$ 1.2996.

O ouro ficou em alta de 0,96% a US$1,463,30 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 0,08% aos US$7,321,79.

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