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FECHAMENTO: Federal Reserve dá rumo aos mercados de ações

Data de criação:

access_time 29/07/2020 - 20:34

Data de atualização:

access_time 29/07/2020 - 20:34
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Mais uma vez a reunião do Federal Reserve mobilizou os mercados acionários. No final da tarde, o Comitê de Mercado Aberto, Fomc, divulgou o comunicado da reunião encerrada hoje sobre a política monetária dos Estados Unidos.

O comunicado veio sem surpresas, com a taxa de fundos federais mantida entre 0 [zero] e 0,25%, bem como todas as declarações anteriores. Porém, os investidores se concentraram na entrevista coletiva do presidente do Fed, Jerome Powell, que mais uma vez falou o que todos queriam ouvir.

O Fed-boss reiterou as declarações de que não tinha planos de conter as linhas de empréstimos emergenciais para manter o crédito, observou que a vida das famílias e o mercado de trabalho melhoraram um pouco desde maio, à medida que o país avançava contra o maior choque econômico “em memória viva”. Além disso, pediu aos membros do Congresso que forneçam ajuda adicional com a crise promovida pelo coronavírus. “A política fiscal é essencial aqui”, disse e voltou a reafirmar que não estava nem pensando em mexer com a taxa de juros. “O Fed está comprometido em usar toda a nossa gama de ferramentas para apoiar a economia e ajudar a garantir que a recuperação desse período difícil seja a mais robusta possível”, afirmou Powell.

Essas declarações, juntamente com o comunicado, ajudaram a manter os principais índices acionários no azul. Os pesos pesados de Wall Street cravaram ganhos, com os investidores atentos também nos resultados corporativos.

Na Europa, as bolsas fecharam sem direção. A decisão do Fed e as declarações de Jerome Powell ficarão no radar apenas amanhã, já que os mercados estavam fechados no Velho Continente quando o Fomc encerrou a reunião. Poucos indicadores e a vigilância sobre os casos de coronavírus direcionaram os negócios.

O mesmo ocorreu com as bolsas da Ásia, que já se preparam para as aberturas. Na região, as atenções foram mantidas nos balanços financeiros e também na decisão da Fitch Ratings, que rebaixou sua perspectiva para o Japão de estável para negativa. No front político, os Estados Unidos e o Reino Unido demonstraram preocupações com o anúncio de eleições em Hong Kong.

Por aqui, o dia foi de ganhos na bolsa de valores de São Paulo. Em plena temporada de resultados financeiros, os investidores olharam novamente para os índices de Nova York e também nas declarações de Powell. As notícias corporativas agitaram a bolsa de valores, em dia de agenda esvaziada.

O dólar comercial fechou em alta e o Brasil vai ter a cédula de R$200, conforme anunciou o Banco Central.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 16.849.365 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 662.648 mortes e 9.871.808 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 4.401.599 casos confirmados de contaminação, com 150.090 mortes e 1.389.425 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 2.483.191, sendo que o número de mortes está em 88.539 com 1.900.762 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h13 desta quarta-feira (29/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,45% aos 24.883. O índice Xangai, China, ficou em alta de 2,06% aos 3.294. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 2,90% a 2.236. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,15% aos 22.397. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,37% aos 2.573. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,27% aos 2.263. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,10% aos 38.071. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,36% aos 12.540. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,23% aos 6.006.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou estável aos 367.45 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou estável aos 6.131 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em queda de 0,10% aos 12.822 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,60% aos 4.958 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,11% aos 19.880 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,55% a 7.206 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,27% a 4.395 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,61% aos 26.539 pontos. O S&P ficou em alta de 1,24% aos 3.258 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,35% aos 10.542 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 1,44% aos 105.605 pontos. O volume financeiro ficou em R$28,17 bilhões.

Operaram com ganhos
Grupo Natura ON, alta de 6,73%; Cogna ON, alta de 10,78%; Cyrela Re. ON, alta de 4,83%; Vale ON, alta de 1,74%; Sul América UNT, alta de 2,10%; e Azul PN, alta de 1,30%.

Operaram com perdas
Minerva ON, queda de 4,41%; Cielo ON, queda de 5,34%; GOL PN, queda de 3,30%; Marfrig ON, queda de 2,28%.

Mais negociadas
OI ON, alta de 7,91%; Petrobras PN, queda de 0,17%; Vale ON, alta de 1,74%; Via Varejo ON, alta de 7,14%; e Bradesco PN, alta de 1,90%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou estável aos US$44,10 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em alta de 0,68% e com o barril negociado aos US$41,32 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 3,67% a US$110,57 a tonelada seca.

No Brasil, Ao final e no interbancário, o dólar comercial fechou em alta de 0,28% aos R$5,172 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 0,36% aos R$5,450.

Aqui, o euro ficou em alta de 1,14% aos R$6,109 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 0,84% a R$6,722 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 0,42% a R$0,071 para a venda.

Hoje, o Conselho Monetário Nacional aprovou a criação da cédula de R$200. Por enquanto, o que se sabe é que o personagem da nota será o lobo-guará. Além disso, o Banco Central do Brasil informou que serão impressas 450 milhões de notas até o final de agosto, mas sem data para o lançamento.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,43% a 93,30.

O euro ficou em alta de 0,60% a US$ 1,1791 e a libra esterlina ficou em alta de 0,51% a US$1.2995.

O preço do ouro permaneceu em alta de 1,01% a US$1.964,20 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O Bitcoin ficou em alta de 2,69% a US$11.210,14.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

 

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