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FECHAMENTO: Fevereiro começa Azul nas Bolsas de Ações

Data de criação:

access_time 05/02/2021 - 20:43

Data de atualização:

access_time 05/02/2021 - 20:43
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A semana terminou no azul para todos os mercados acionários globais. A disposição dos investidores para esse início do mês de fevereiro foi amparada pelas vacinas contra a Covid-19 ganhando o mundo. Em alguns países, o número de casos está caindo, o que elevou ainda mais as apostas de que a recuperação econômica poderá ganhar força ainda este ano.

Por outro lado, os indicadores da agenda semanal ficaram mistos, mas nenhum registrou queda significativa, mesmo considerando as medidas restritivas impostas por governantes, em especial os da Europa, que impactaram os trabalhos em diversos setores.

Nesta sexta-feira, os índices de Wall Street renovaram os ganhos. Aquele pacote fiscal de US$1,9 trilhão poderá ser definido. O empenho vem por parte dos senadores democratas, que se apoiaram em brechas da lei e criaram mecanismos para que não seja necessária a aprovação por parte dos republicanos. Hoje, os números do Payroll decepcionaram, o que elevou a necessidade urgente de mais recursos no amparo aos trabalhadores e para as empresas. Ainda em Nova York, a temporada de balanços vem alimentando o bom humor e puxando os três índices para recordes.

Na Europa, a semana também foi de compras. Nesta sexta-feira, o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em queda. O DAX-30, bolsa de Frankfurt, devolveu com indicadores da indústria alemã. Já o índice da bolsa de Milão, FTSE-MIB, manteve o rali com o quadro político mais animador. O ex-presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, aceitou o desafio de ajudar o presidente Sergio Mattarella a formar um novo governo. Draghi será primeiro-ministro da Itália.

Na Ásia, os investidores surfaram na carona externa. Com a agenda local enfraquecida, os ganhos foram embalados pelos balanços financeiros, mais injeção de recursos pelo Banco do Povo da China – PoBC e também com o recuo nos casos de coronavírus na região. A China se prepara para o feriado do Ano Novo Lunar na próxima semana.

Por aqui, a bolsa de valores de São Paulo também teve uma semana positiva. Os vários acontecimentos no meio político, declarações mais legíveis do presidente Jair Bolsonaro, indicadores econômicos, a temporada de resultados financeiros e, principalmente, a chegada de mais vacinas para o Instituto Butantan fizeram pesos nos negócios. O Ibovespa fechou a semana com valorização de 4,49%.

Por fim, o dólar comercial não teve força para avançar sobre o real e fechou a semana na queda de 1,65%.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 105. 243.379 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 2.294.180 mortes e 58.510.055 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 26.779.193 casos confirmados, com 458.791 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, são 9.396.293 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 228.795. São 8.391.069 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h17 desta sexta-feira (05) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,60% aos 29.288 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,16% aos 3.496. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,88% a 2.332 e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 0,14%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,54% aos 28.779. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou estável aos 2.907. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou em alta de 0,23% aos 50.731. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 1,11% aos 6.840. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 1,07% a 3.120 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em alta de 0,61% aos 15.802 pontos. O índice MSCI Asia Pacific subiu 0,70%, quatro dias de alta em cinco.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou estável aos 409.54 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,22 aos 6.489 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou estável aos 14.056 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,90% aos 5.659 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,80% aos 23.083 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,13% aos 8.214 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,060% a 4.841 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou em alta de 0,30% aos 31.148 pontos. O S&P ficou em alta de 0,39% aos 3.886 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,57% aos 13.856 pontos. Na semana, o Dow Jones ganhou 3,9%, o S&P 500 avançou 4,7% e o Nasdaq subiu 6%.

Brasil: o Ibovespa ficou em alta de 0,82% aos 120.240 pontos. Na semana, a alta foi de 4,49%. O giro financeiro ficou em R$31,35 bilhões.

Operaram com ganhos
Sid. Nacional ON, alta de 7,36%; Usiminas PNA, alta de 4,41%; Gerdau PN, alta de 4,36%; Gerdau Met. PN, alta de 4,36%; e Vale ON, alta de 3,81%.

Operaram com perdas
IRBBrasil RE ON, queda de 2,95%; B2W Digital ON, queda de 2,12%; Cosan ON, queda de 1,49%; Braskem PNA, queda de 1,85%; e Cyrela Realt ON, queda de 1,51%.

Mais negociadas
Vale ON, alta de 3,81%; Petrobras PN, alta de 0,69%; E Bradesco PN, queda de 0,54%; ItauUnibanco PN, queda de 0,43%.

Carteira Teórica

Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de janeiro de 2021 a 30 de abril de 2021, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (11,330%), Itauunibanco PN (6,868%), Petrobras PN (5,909%), B3 ON (5,417%) e Bradesco PN (5,281%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,17% a U$59,44 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 1,30% aos US$56,96 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em queda de 0,65% a US$157,01 a tonelada seca.

Brasil: o dólar ficou em queda de 1,20% aos R$5,383 para a venda. Na semana, a queda foi de 1,65%. O turismo caiu 1,37% aos R$5,540 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,58% aos R$6,483 para a venda. A libra ficou em queda de 0,76% aos R$7,393 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 1,22% aos R$0,061 para a venda.

O Banco Central do Brasil vendeu, nesta sexta-feira, o lote de 16 mil contratos em swap cambial, aquele que equivale a venda de dólares no mercado futuro, com vencimentos para 01 de junho de 2021 e 01 de outubro de 2021.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, estava em queda de 0,56% a 91,02.

O euro fechou em alta de 0,71% a US$ 1.2047 e a libra esterlina subiu 0,50% a US$1.3736.

O preço do ouro ganhou 1,18% a US$ 1.812,40 a onça.

O Bitcoin subiu 1,13% a US$37,642,32.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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