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FECHAMENTO: Fim de fevereiro…..

Data de criação:

access_time 26/02/2021 - 20:31

Data de atualização:

access_time 26/02/2021 - 20:31
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Os índices dos principais mercados acionários globais renovaram as quedas neste final de mês. As vacinas ficaram nos destaques de todos os países ao longo de fevereiro, com os casos de coronavírus dando sinais de enfraquecimento em alguns países.

Por outro lado, os investidores mantiveram os negócios voltados para o setor corporativo, já que a temporada de resultados financeiros das grandes empresas era muito aguardada por se tratar do quarto trimestre de 2020, quando as medidas restritivas para conter o avanço da Covid-19 ganharam ainda mais força.

Outro ponto de atenção ficou para a agenda global, com os índices também mostrando reações mais positivas. Enquanto isso, os benefícios dos governos destinados aos trabalhadores e às empresas acabaram puxando os índices inflacionários e despertando novamente a cautela para uma mudança de trajetória nas taxas de juros pelos bancos centrais.

Nesta sexta-feira (26), os índices da bolsa de Nova York fecharam no vermelho, com apenas o Nasdaq mantendo o azul com a retomada do apetite para as ações de tecnologia. Com o fechamento do mês, os investidores também partiram para a realização de lucros e seguiram com as expectativas elevadas para aprovação daquele pacote fiscal.

Na Europa, as bolsas de valores encerraram as últimas sessões de fevereiro em campo negativo e interrompendo a sequência de três semanas com ganhos. Os investidores aproveitaram para realizar lucros com as ações de tecnologia. Porém, pesou também nos mercados da região o desempenho do cenário externo, em especial com os rendimentos dos títulos do Tesouro americano.

Na Ásia, na carona com os demais mercados acionários, as bolsas de ações escorregaram nesta sexta-feira (26). A forte aversão ao risco ocorreu com os rendimentos dos Treasuries dos Estados Unidos. Em dia de poucos indicadores para o Japão, os ganhos das empresas no último trimestre de 2020 também ajudaram. Na semana, o Banco do Povo da China manteve as taxas de juros, mas deu pistas de um aperto monetário em breve.

Por aqui, o Ibovespa fechou fevereiro em queda de 4,37%, considerando o mês mais curto e o feriado de Carnaval. Na semana, o índice também escorregou 7,08% com a polêmica em cima das ações da Petrobras, que levaram junto as demais estatais e bancos. No acumulado do ano o índice está negativo em 7,54%. O investidor doméstico acompanhou os mercados internacionais. O mercado também seguiu atento nas declarações vindas de Brasília.

O dólar comercial recuou com o cenário externo.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 113.281.336 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 2.513.946 mortes e 63.901.395 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 28.470.393 casos confirmados, com 509.983 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, são 10.390.461 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 251.498. São 9.270.500 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h24 desta sexta-feira (26) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 3,64% aos 28.980 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 2,12% aos 3.509 pontos. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,79% a 2.293 pontos e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 1,95%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 3,99% aos 28.966. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,82% aos 2.949. O índice Sensex, bolsa de Mumbai, Índia, ficou em queda de 3,80% aos 49.099. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 2,35% aos 6.673. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 2,80% aos 3.012 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em queda de 3,03% aos 15.953 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 1,64% aos 404.99 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 2,53% aos 6.483 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,67% aos 13.786 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 1,39% aos 5.703 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,93% aos 22.848 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta 1,12% aos 8.225 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,78% a 4.702 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou em queda de 1,50% aos 30.932 pontos. O S&P caiu 0,48% aos 3.811 pontos. O Nasdaq subiu 0,56% aos 13.192 pontos. Na semana, o Dow caiu 1,8%, o S&P 500 caiu 2,5% e o Nasdaq caiu 4,9%. No mês de fevereiro, o Dow subiu 3,2%, o S&P 500 subiu 2,6% e o Nasdaq ganhou de 0,9%.

Brasil: o Ibovespa fechou em queda de 1,98% aos 110.035 pontos. O índice fechou fevereiro com queda de 4,37%, na semana em queda de 7,08% e acumula queda no ano em 7,54%. O giro financeiro ficou em R$50,19 bilhões.

Operaram com ganhos
Minerva ON, alta de 3,30%; Eneva ON, alta de 2,27%; e Magazine Luiza ON, alta de 0,50%.

Operaram com perdas
Qualicorp ON, ficou estável; Cemig PN, queda de 0,08%; BRF ON, queda 7,61%; Via Varejo ON, queda de 6,02%; Sid. Nacional ON, queda de 5,16%; Cia Hering ON, queda de 5,04%; SulAmerica UNIT, queda 5,03%.

Mais negociadas
Vale ON, queda de 1,24%; Petrobras PN, queda de 4,10%; Pão de Açúcar CBD ON, queda de 2,06%; Banco Inter UNT, alta de 1,20%; e B3 ON, queda de 0,97%%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de janeiro de 2021 a 30 de abril de 2021, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (11,330%), Itauunibanco PN (6,868%), Petrobras PN (5,909%), B3 ON (5,417%) e Bradesco PN (5,281%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou estável a U$64,38 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 3,07% aos US$61,59 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 0,88% a US$175,78 a tonelada seca.

Brasil: no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 1,65% aos R$5,605 para a venda, fechou o mês de fevereiro com valorização em 2,39%. Já na semana, o ganho foi de 4,08% e reforçando o acumulado do ano em 8,03%. O turismo ficou com ganho de 1,59% aos R$5,753 para a venda.

O euro ficou em alta de 0,77% aos R$6,771 para a venda. A libra ficou em alta de 1,14% aos R$7,814 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 1,57% aos R$0,062 para a venda.

O Banco Central do Brasil voltou com mais duas intervenções no câmbio na tentativa de conter a desvalorização do real. A autoridade monetária fez o tradicional leilão de swap com 16 mil contratos. Foram ofertados 2.200 contratos com vencimento para 01 de junho. O restante do lote ficou com vencimento para 01 de outubro.

No meio da tarde o BCB também fez outro leilão de venda de dólares à vista no interbancário, com a oferta de US$1 bilhão. Foram aceitas seis propostas de US$740 milhões, com a taxa de corte em 5,5390%.

Cenário Externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,84% a 90,90.

O euro ficou em queda de 0,81% a US$ 1.2088 e a libra esterlina ficou em queda de 0,65% a US$1.3921.

O preço do ouro ficou em queda de 2,39% a US$ 1.733,00 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 3,51% a US$46,074,73.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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