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FECHAMENTO: Índices surfam no azul na reta final de junho

Data de criação:

access_time 29/06/2020 - 19:49

Data de atualização:

access_time 29/06/2020 - 19:49
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Os investidores dos mercados acionários globais mantiveram as compras nesta segunda-feira, com o mês de junho quase fechando a porta.

Hoje, o coronavírus seguiu fazendo mais vítimas nos Estados Unidos. As promessas de vacinas e uma agenda econômica carregada para a semana também pesaram nos desempenhos.

Começando pela Ásia, as bolsas fecharam com perdas, ainda com os resultados de Wall Street. O dia foi de poucos indicadores econômicos, com a China voltando a operar.

Na Europa, as bolsas fecharam no azul. Os investidores mantiveram as atenções nos dados econômicos, já com alguns países reabrindo as economias e reforçando as medidas de proteção contra o coronavírus. No Reino Unido, uma promessa do primeiro-ministro Boris Johnson de injetar bilhões de libras nas indústrias, no reforço da área de saúde e também no setor de infraestrutura acabou puxando o mercado de ações para cima.

Nos Estados Unidos, o avanço de infectados pelo coronavírus em várias partes do País ficou no radar, bem como um remdesivir de remédio para a COVID-19 da Gilead Sciences Inc. Com isso, os três pesos pesados ficaram no azul, embora com os investidores se protegendo de uma agenda econômica carregada e com a semana mais curta pelas comemorações do 04 de Julho, que serão iniciadas já na sexta-feira (03). .

Por aqui, o Ibovespa acompanhou os demais índices globais e ficou em alta. Embora com indicadores ruins, o Boletim Focus divulgado hoje não trouxe surpresas. O corte na Selic está precificado, bem como a queda no PIB. As notícias corporativas e políticas ficaram entre os destaques.

Já o dólar comercial operou em queda, com o Banco Central do Brasil entrando com swap. O índice de dólar na bolsa de Nova York ficou novamente estável.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 10.199.798 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 502.947 mortes e 5.169.421 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 2.564.163 casos confirmados de contaminação, com 125.928 mortes e 685.164 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 1.344.143, sendo que o número de mortes está em 57.622 com 746.018 pessoas recuperadas.

Neste momento, o Brasil assume o 1º lugar no número de pessoas recuperadas. O levantamento é de 19h28 desta segunda-feira (29) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 1,01% aos 24.301. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,61% aos 2.961. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,44% a 1.939. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 2,30% aos 21.995. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,17% aos 2.574. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 1,93% a 2.093. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,60% os 34.961. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 1,01% aos 11.542. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 1,51% aos 5.815%.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,44% aos 359.89 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 1,08% aos 6.225 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em alta de 1,18% aos 12.232 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,73% aos 4.945 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 1,69% aos 19.447 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,39% a 7.278 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,77% a 4.392 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 2,32% aos 25.595 pontos. O S&P ficou em alta de 1,47% aos 3.053 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,20% aos 9.874 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 2,03% aos 95.735 pontos. O giro financeiro ficou em R$22,52 bilhões.

Operaram com ganhos
Embrar ON, alta de 7,54%; ViaVarejo ON, alta de 7,63%; P. Açúcar –CDB ON, alta de 5,94%; BR Malls Par. ON, alta de 5,29%; e IRBBrasil REON, alta de 5,06%.

Operaram com perdas
BRF ON, queda de 2,70%; TIM Part. ON, queda de 1,85%; Sid. Nacional ON, queda de 1,49%; Klabin UNT, queda de 1,27%; e JBS ON, queda de 0,42%.

Mais negociadas
Petrobras PN, alta de 3,93%; Vale ON estável; Bradesco PN, alta de 3,48%; Itau Unibanco PN, alta de 2,99%; e Via Varejo ON, alta de 7,63%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 2,96% aos US$39,63 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,14% e com o barril negociado aos US$38,28 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 3,38% a US$99,85 a tonelada seca.

No Brasil, ao final, no interbancário, a divisa ficou em queda de 0,73% aos R$5,425 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,69% aos R$5,730.

O euro ficou em queda de 1,22% aos R$6,0822 para a venda. A libra esterlina ficou em queda de 1,76% a R$6,652 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 1,78% a R$0,076 para a venda.

O BCB colocou o lote de 12 mil contratos de swap cambial para rolagem e com vencimento para agosto.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou estável aos 97,48.

O euro ficou em alta de 0,19% a US$ 1,1239 e a libra esterlina ficou em queda de 0,34% a US$1.2293.

O Bitcoin ficou em alta de 0,23% a US$9,149,15.

*Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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