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FECHAMENTO: Investidor ficou dividido entre compras e vendas

Data de criação:

access_time 05/12/2019 - 18:52

Data de atualização:

access_time 05/12/2019 - 19:52
format_align_left 6 minutos de leitura

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Os investidores dos mercados acionários ficaram divididos nas negociações desta quinta-feira. Depois das compras das sessões anteriores, o dia foi de ajustes, realizações e muita atenção para os indicadores econômicos, principalmente os da Europa.

Enquanto o tempo corre, as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China seguem no foco central e surtindo efeitos negativos nas economias. Um bom exemplo foram os números da balança comercial norte-americana.

O contágio se espalha também para a Europa, que também convive com as incertezas pela tentativa de saída do Reino Unido da União Europeia e, mais, com uma eleição geral no próximo dia 12.

Ainda por lá, o mundo segue atento para as manifestações que ocorreram hoje em Paris. A capital francesa ficou paralisada pelos manifestantes contrários às reformas propostas pelo presidente  Emmanuel Macron, como a da Previdência.

Nos Estados Unidos, a bolsa de Nova York operou e forte volatilidade. Além dos destaques já citados, o foco ficou no preço do petróleo na decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo – Opep. Os membros do cartel estiveram reunidos hoje na Áustria. A proposta é que a Opep e seus aliados decidam pelo corte na produção de outros 500 mil barris por dia.

Hoje, um comitê de produtores de petróleo liderado pela Arábia Saudita e pela Rússia recomendou que o cartel aumente seus atuais cortes de produção de petróleo em 500 mil bpd. O comitê também está pressionando a Nigéria e Iraque, que não cumpriram totalmente seus compromissos de cota.

A redução viria além do atual acordo entre a OPEP e seus aliados, conhecido como OPEP +, que exige cortes de 1,2 milhão de bpd desde os níveis do final de 2018 até março de 2020.  As informações são do Wall Street Journal, citando autoridades da Opep.

Por aqui, surfando na onda de otimismo, o índice Bovespa marcou mais um recorde nominal nesta quinta-feira.

O dólar comercial voltou a perder força, mas o turismo seguiu engatando alta.

Sobre os mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,59% a 26.217 e o índice Shenzhen Composite ficou em alta de 1,15% a 1.629. O índice Xangai ficou em alta de 0,74% a 2.899. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,71% aos 23.300. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 0,46% a 3.174. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 1,16% a 6.683. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,39% a 2.060. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,17% aos 40.779. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 0,73% a 11.594.

Na Europa, ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,13% aos 402.66 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,70% aos 7.137; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,65% a 13.054; o CAC 40 (Paris) ficou estável a 5.801; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,28% aos 22.969; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,30% a 9.243; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,09% a 5.128.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,10% aos 27.677 pontos. O S&P ficou em alta de 0,15% aos 3.117 pontos. O Nasdaq subiu 0,05% aos 8.570 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 0,29% aos 110.622 pontos.

Operaram com ganhos
Bradespar PN, alta de 2,85%; WEG ON, alta de 2,99%; Equatorial ON, alta de 2,11%; Cielo ON, alta de 5,21%; e Magaz. Luiza ON, alta de 1,86%.

Operaram com perdas
Ultrapar ON, queda de 2,12%; Via Varejo ON, queda de 1,38%; RaiDrogasil ON, queda de 1,16%; MRV ON, queda de 1,66%; e Intermedica ON, queda de 1,20%.

Mais negociadas
Itau Unibanco PN, queda de 0,14%; Petrobras ON, alta de 1,31%; AMBEV ON, queda de 0,82%; ViaVarejo ON, queda de 1,38%; e Cielo ON, alta de 5,21%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 02 de setembro de 2019 a 03 de janeiro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (9,194%), Vale ON (8,204%), Bradesco PN (7,300%), Petrobras PN (6,597%) e B3 ON (5,175%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,63% a US$67,53 o barril negociado na bolsa de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 0,05% aos US$58,40 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,46% aos US$88,65 a tonelada seca e com 62% de pureza.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial ficou em queda de 0,33% aos R$4,188 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 0,92% a R$4,360 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,23% aos R$4,651 para a venda. A libra ficou em alta de 0,07% a R$5,515 para a venda. O peso argentino ficou em queda 0,85% a R$0,069 para a venda.

Nesta quarta-feira, O Banco Central do Brasil vendeu US$ 500 milhões em leilão à vista e 10.000 contratos em swap cambial reverso.

Cenário externo

O índice DXY, que compara o movimento do dólar americano com mais seis moedas, ficou em queda de 0,23% a 97,43.

O euro ficou em alta de 0,24% a US$ 1,1104 a onça. A libra ficou em alta de 0,44% a US$ 1.3162.

O ouro ficou em alta de 0,08% a US$1,481,40 a onça.

O Bitcoin ficou em alta de 2,57% aos US$7,412,63.

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