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FECHAMENTO: Investidores voltam para as compras mesmo coronavírus assustando

Data de criação:

access_time 28/01/2020 - 20:12

Data de atualização:

access_time 28/01/2020 - 20:12
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Depois das liquidações em todos os mercados acionários nas negociações de ontem, o dia foi de compras. Todas as autoridades de saúde mobilizadas para conter a disseminação do coronavírus deram o suporte para acalmar os ânimos. Além disso, centenas de laboratórios, principalmente americanos, estão empenhados para desenvolver, ou adaptar, vacinas contra o vírus que já infectou mais de 4.500 pessoas na China e elevou o número de mortes para 106.

Nesta terça-feira, a Organização Mundial de Saúde reconheceu a forma como tratou a doença na semana passada e reavaliou o desempenho do coronavírus mandando especialistas para a China. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, esteve com o presidente da China Xi Jinping, juntamente com representantes da área de saúde para discutir as medidas que serão adotadas contra a epidemia.

Do lado econômico, a estimativa de analistas aponta para um impacto econômico negativo limitado. Os efeitos podem comprometer a taxa de crescimento da China ao longo desse ano. A queda no PIB chinês pode ser de 0,1 ponto percentual. Porém, a queda mais acentuada deverá ocorrer neste primeiro trimestre.

A previsão lembra a experiência da crise do SARS de 2003: um grande declínio no crescimento do PIB da China no segundo trimestre daquele ano foi, em grande parte, compensado pelo maior crescimento nos dois trimestres seguintes. Embora a taxa de crescimento para o ano inteiro em 2003 tenha sido de cerca de 10%.

De volta aos mercados acionários, os índices da Ásia mantiveram as perdas e apenas no retorno da bolsa de Taiwan o índice local conseguiu manter um ganho de 0,24%.

Na Europa, as bolsas fecharam em campo positivo. Em dia de agenda enfraquecida, as atenções se voltaram para o primeiro caso do coronavírus na Alemanha. E, ao mesmo tempo, o Reino Unido reforçou as barreiras para impedir o avanço da doença com país se preparando para deixar a União Europeia na próxima sexta-feira (31).

Nos Estados Unidos, os investidores também partiram para as compras. A temporada de resultados financeiros e o fim da reunião do Comitê de Mercado Aberto – Fomc, Federal Reserve, amanhã também ajudaram a empurrar os índices de Wall Street para cima.

Por aqui, na onda global, o Ibovespa voltou para o azul na correção das perdas do pregão anterior. As autoridades de saúde do Brasil se manifestaram, na manhã desta terça-feira, sobre as medidas que estão sendo adotadas para impedir a disseminação do coronavírus. Apenas um caso era suspeito em Minas Gerais. Porém, mais três novos casos de pessoas supostamente infectadas foram declaradas no início desta noite.

Já no mercado cambial, o dólar perdeu força ante o real.

Sobre os mercados

Na Ásia, ao final, o índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,81% a 3.181. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,55% aos 23.215. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em queda de 1,35% a 6.994. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,46% aos 40.966. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,24% a 12.118. O índice Kospi, bolsa da Coreia do Sul, caiu 3,09% aos 2.176.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,84% aos 417.56 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,93% a 7.480; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,90% a 13.323; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,07% a 5.925; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 2,61% aos 24.027; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,26% a 9.484; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,20% a 5.240.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones subiu 0,65% aos 28.722 pontos. O S&P ficou em alta de 1,08% aos 3.278 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,43% aos 9.269 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 1,74% aos 116.478 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 20,21 bilhões.

Operaram com ganhos
Azul PN, alta de 8,58%; Magaz. Luiza ON, alta de 5,93%; as da IRBBrasil ON, alta de 5,75%; ViaVarejo ON, alta de 5,32%; e a Sabesp ON, alta de 4,74%.

Operaram com perdas
Braskem PNA, queda de 2,98%; BRF ON, queda de 1,32%; Hypera ON, queda de 0,94%; Sid. Nacional ON, queda de 0,80%; e as da MRV ON, queda de 0,30%.

Mais negociadas
Petrobras PN, alta de 2,75%; Vale ON, alta de 1,37%; ViaVarejo ON, alta de 5,32%; Magaz. Luiza ON, alta de 5,93%; e ItauUnibanco PN, queda de 0,03%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 06 de janeiro de 2020 a 30 de abril de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 1,67% a US$59,83 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 1,24% aos US$53,79 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

No Brasil, ao final, no interbancário, o dólar comercial ficou em queda de 0,37% aos R$4,194 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,45% a R$4,360 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,29% aos R$4,623 para a venda. A libra ficou em queda de 0,63% a R$5,460 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 0,71% a R$0,069 para a venda.

Cenário externo

O índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou estável a 97,97.

O euro ficou estável a US$ 1,1022. A libra ficou em queda de 0,20% a US$ 1.3028.

O ouro ficou em queda de 0,73% a US$1,565,90 a onça.

O Bitcoin ficou em alta de 1,87% a US$9,077,26.

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