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FECHAMENTO: Janeiro fecha no vermelho

Data de criação:

access_time 29/01/2021 - 22:20

Data de atualização:

access_time 29/01/2021 - 22:20
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O mês de janeiro foi marcado pela instabilidade nos mercados acionários globais. As expectativas para a retomada econômica cederam e deram lugar para as incertezas com a chegada da nova variante do coronavírus. Embora iniciado o processo de vacinação, a questão agora está voltada para a produção de vacinas e com as farmacêuticas não conseguindo atender à crescente demanda.

Fora a pandemia, vários fatos relevantes marcaram esse janeiro bem atípico, como a posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, o acordo Brexit, o início da vacinação contra a Covid-19*, eleições em vários países, conflitos políticos, entre outros.

Já nessa última semana, os indicadores econômicos, a temporada de balanços e os interesses políticos acabaram pressionando ainda mais os índices das mais importantes bolsas de ações do mundo.

Para se ter uma noção exata do que isso representa, os pesos-pesados de Wall Street encerraram a semana no negativo. O Dow Jones caiu 3,2%, o S&P 500 perdeu 3,3% e o Nasdaq perdeu 3,5%. As quedas não pararam por aí, com o Dow Jones recuando 2% no mês e o S&P 500 caindo 1,1%. Apenas o Nasdaq conseguiu subir 1,7% no fechamento mensal com o setor de tecnologia robusto. Na sessão, os três também derreteram.

Na Europa, os investidores mantiveram a cautela em janeiro. As medidas restritivas para evitar o avanço do coronavírus foram duramente alteradas e acabaram pesando nos negócios em bolsa. Na semana e na sessão, as quedas dos índices foram significativas. As moedas ficaram valorizadas.

Na Ásia, o tema vacina e avanço do coronavírus influenciaram no humor dos investidores. Por lá, apenas a China surpreendeu com a economia ganhando força. O  PIB chinês fechou 2020 em alta de 2,3%. Embora o menor em 44 anos, o resultado é o único positivo entre os demais ao redor do mundo. Já na semana, as bolsas de ações caíram e fecharam as negociações de hoje também em campo negativo.

Por aqui, além dos casos de coronavírus, a falta de coordenação por parte das autoridades de saúde e dos governos na produção de vacinas, distribuição e imunização dos brasileiros ficou no radar. Mais, o quadro político interno se agrava e desperta dia após dia mais incertezas.

Na semana, a bolsa de valores de São Paulo amargou perdas, embora ainda mantendo o interesse dos investidores estrangeiros. No acumulado até o dia 27 de janeiro, as entradas líquidas estavam em R$ 23,302 bilhões. Já nesta sexta-feira, na carona externa, o Ibovespa perdeu 3,21%, acumulou desvalorização de 3,31% no mês e recuou 1,90% na semana.

Por fim, o dólar fechou o mês de janeiro, a semana e a sessão valorizado.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 101. 993.568 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 2.204.033 mortes e 56.362.854 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 25.890.758 casos confirmados, com 435.892 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, são 9.118.513 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 222.666. São 8.061.710 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 21h42 desta sexta-feira (29) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 0,94% aos 28.283 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,63% aos 3.483. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,75% a 2.335 e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 2,74%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,89% aos 27.663. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,61% aos 2.902. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,26% aos 46.285. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,64% aos 6.607. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 3,03% a 3.976 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em queda de 1,80% aos 15.138 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 1,87% aos 395.85 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 1,82% aos 6.407 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 1,71% aos 13.432 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 2,02% aos 5.399 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,57% aos 21.572 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 2,21% aos 7.757 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,26% a 4.794 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones caiu 2,03% aos 29.982 pontos. O S&P perdeu 1,93% aos 3.714 pontos. O Nasdaq escorregou 2,00% aos 13.070 pontos. Na semana, o Dow Jones caiu 3,2%, o S&P 500 caiu 3,3% e o Nasdaq perdeu 3,5%. No mês de janeiro, a queda do Dow Jones foi de 2%, o do S&P 500 foi de menos 1,1% e o Nasdaq conseguiu subir 1,7%, com o setor de tecnologia robusto.

Brasil: o Ibovespa ficou em queda de 3,21% aos 115.067 pontos. No mês, a queda foi de 3,31% e na semana em menos 1,90%. O giro financeiro ficou em R$34,35 bilhões.

Operaram com ganhos
Braskem PNA, alta de 1,64%; Marfrig ON, alta de 0,08%.

Operaram com perdas
Klabin UNT, queda de 0,07%; P. Açúcar -CDB ON, queda de 0,05%; Cielo ON, queda de 0,48%; Sid. Nacional ON, queda de 8,27%; Ecorodovias ON, queda de 6,04%; Hypera ON, queda de 5,58%; IRB Brasil RE ON, queda de 6,13%; e Bradespar PN, queda de 5,27%.

Mais negociadas
Vale ON, queda de 3,46%; Petrobras PN, queda de 3,85%; B3 ON, queda de 2,43%; ItauUnibanco PN, queda de 3,57%; e Bradesco PN, queda de 3,09%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de janeiro de 2021 a 30 de abril de 2021, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (11,330%), Itauunibanco PN (6,868%), Petrobras PN (5,909%), B3 ON (5,417%) e Bradesco PN (5,281%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou estável a U$55,04 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 0,31% aos US$52,18 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 0,71% a US$158,54 a tonelada seca.

Brasil: no interbancário, o dólar fechou com valorização de 0,71% aos R$5,479 para a venda. No mês, a alta foi de 5,50% e na semana a alta foi de 0,08%. O turismo ficou em alta de 1% aos R$5,653 para a venda.

O euro ficou em alta de 0,68% aos R$6,639 para a venda. A libra ficou em alta de 0,71% aos R$7,508 para a venda. O peso argentino subiu 0,54% aos R$0,062 para a venda.

*Imagem do mês: Mônica Calazans foi a primeira brasileira vacinada contra a Covid-19

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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