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FECHAMENTO: Maio fecha bem…

Data de criação:

access_time 31/05/2021 - 19:58

Data de atualização:

access_time 31/05/2021 - 19:58
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Os investidores dos mercados acionários globais aproveitaram o dia sem os Estados Unidos para fechar as negociações de maio em campo positivo.

Depois de muita cautela pelos indicadores econômicos apresentados ao longo do mês e de expectativas pelas decisões bancos centrais, o foco ficou mesmo na pandemia de coronavírus. Diversos países seguiram enfrentando os desafios com novas cepas, como no caso da Índia. No contraponto ficaram os Estados Unidos e o Reino Unido, que já estão reabrindo suas economias.

Para esta segunda-feira (31/05), as bolsas americanas não operaram pelo feriado Memorial Day, a Europa fechou em realização, com Londres em feriado, e a Ásia ficou dividida. Os dados econômicos da China e do Japão pesaram.

Por aqui, o mês de maio foi histórico para a bolsa brasileira. Os arranjos entre as empresas, o fim da temporada de resultados surpreendendo positivamente e os indicadores econômicos ajudaram nos desempenhos e ofuscaram, em parte, os conflitos políticos. A CPI da Covid-19 ficou no radar.

Por fim, nesta sessão, o índice principal da bolsa brasileira cravou recorde acima dos 126 pontos. Além disso, os acordos entre as empresas, indicadores econômicos e as promessas dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Saúde, Marcelo Queiroga, de que todos os brasileiros estarão vacinados até o final do ano também animaram o dia.

O dólar comercial renovou a queda no mês e ficou em ligeira alta no pregão.

Coronavírus e a Vacinação no mundo:

O Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostrou que no mundo são 170.480.077 casos confirmados de contágio pelo coronavírus (Covid-19), com 3.544.362 mortes e 1.893.652.012 de vacinas administradas.

Nos Estados Unidos são 33.263.785 casos confirmados, com 594.565 mortes e 294.430.371 de vacinas administradas.

Na Índia, que ocupa o 2º lugar no ranking da plataforma, os casos confirmados chegam a 28.047.534, com 329.100 mortos e com 213.154.129 vacinas administradas.

O Brasil está no 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 16.515.120 casos confirmados por Covid-19, sendo que o número de mortes está em 461.931. Até hoje são 62.957.371 vacinas administradas.

O levantamento é de 19h40 desta segunda-feira (31/05) pelo horário de Brasília.

Mercados de Ações Globais

Ásia: o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou estável aos 29.151. O Xangai, China, ficou em alta de 0,41% aos 3.615. O Shenzhen Composite ficou em ata de 1,10% aos 2.419 e o ChiNext (ETF) ficou em alta de 2,13%. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 1,00% aos 51.937. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,99% aos 28.860. O índice Topix ficou em queda de 1,26% aos 1.922.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,49% aos 446.76 em Londres; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,57% aos 6.447; o índice DAX-30, bolsa de Frankfurt, ficou em queda de 0,64% aos 15.421; o FTSE-MIB (Milão) ficou estável aos 25.170; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,82% aos 9.148; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,19% aos 5.180.

Estados Unidos: o Dow Jones subiu 1,9% no mês de maio, o S&P também avançou 0,6% e o Nasdaq recuando 1,5%. Os mercados não operaram com feriado.

Brasil: o Ibovespa ficou em alta de 0,52% aos 126.215 pontos. No mês de maio, a alta foi de 6,15%. O giro de negócios ficou em R$21,86 bilhões.

Moedas: o dólar comercial subiu 0,25% aos R$5,225 para a venda. No mês de maio, a queda foi de 3,80%. O turismo ficou estável aos R$5,390 para a venda.

O euro subiu 0,49% aos R$6,387 para a venda. A libra subiu 0,27% aos R$7,423 para a venda. O peso argentino caiu 0,13% aos R$0,055 para a venda.

Commodities
O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,20% a US$69,46 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em ata de 0,92% aos US$66,93 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao subiu 4,37% aos US$ 198,83 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

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