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FECHAMENTO: Mercados externos corrigem e Ibovespa dispara

Data de criação:

access_time 25/11/2020 - 20:44

Data de atualização:

access_time 25/11/2020 - 20:44
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Depois dos recordes registrados no dia anterior, os mercados acionários devolveram as altas nesta quarta-feira. A enxurrada de indicadores na agenda americana também ficou no radar. Ainda no dia, o documento mais aguardado era a ata da última reunião do Federal Reserve, que veio sem novidades.

Hoje, depois de um recorde ao bater os 30 mil pontos, o Dow Jones devolveu e na carona seguiu o S&P. Já o Nasdaq manteve o campo positivo com as ações de tecnologia. Mudança de posição se deu também com o início do feriado do Dia de Ação de Graças.

Na Europa, os índices ficaram sem direção. Um pouco de realização, euforia com as reaberturas parciais com os números da pandemia de coronavírus caindo e as propostas do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, também animaram os investidores. Sabe-se que mais países deverão fechar o acordo com a Comissão Europeia para a compra de vacinas. A polêmica sobre o Brexit prossegue.

Na Ásia, as bolsas ficaram divididas. Porém, o foco permanece nos Estados Unidos depois que o presidente da China Xi Jinping voltou a parabenizar Joe Biden pela vitória. Na esteira de boas notícias ficou a informação de que Janet Yellen poderá ocupar o posto de Secretária do Tesouro dos Estados Unidos. Neste momento, os índices futuros estão operando em campo positivo.

Finalmente, por aqui, o Ibovespa manteve o rali e fechou em 110.132 pontos, o melhor resultado desde fevereiro, também com os fatores já citados.

O dólar ficou em queda com o ambiente externo mais animador para as economias emergentes. “O enfraquecimento da moeda se deu também com o governo brasileiro não prorrogando o auxílio emergencial, o que é positivo dado o endividamento público que já está alto”, explicou em áudio a economista da Toro Investimentos, Paloma Brum.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 60.207.001 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 1.417.906 mortes e 38.465.396 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 12.742.743 casos confirmados, com 261.874 mortes e 4.696.996 pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, assumiu o quarto lugar no ranking. São 6.118.708 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 170.115. São com 5.509.645 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h29 desta quarta-feira pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,31% aos 26.296 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 1,19% aos 3.362. O índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,74% a 2.254 e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 1,99%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,50% aos 26.296. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,76% aos 2.869. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 1,56% aos 43.828. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,59% aos 6.683. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,62% a 2.601 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,49% aos 13.738 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,08% aos 392.09 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,64% aos 6.391 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou estável aos 13.289 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,23% aos 5.571 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,72% aos 22.303 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,26% aos 8.164 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,26% a 4.628 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones ficou em queda de 0,58% aos 29.872 pontos. O S&P caiu 0,16% aos 3.629 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,48% a 12.094 pontos.

Brasil: o Ibovespa ficou em alta de 0,32% aos 110. 132 pontos. O volume financeiro ficou em R$29,05 bilhões.

Operaram com ganhos
CVC Brasil ON, alta de 9,79%; Usiminas PNA, alta de 7,05%; PetroRio ON, alta de 5,96%; Equatorial ON, alta de 4,54%; e Grupo Natura ON, alta de 4,16%.

Operaram com perdas
Cogna ON, queda de 2,79%; AMBEV ON, queda de 1,76%; YDUQS Part. ON, queda de 1,73%; Telef. Brasil ON, queda de 1,70%; e Bradesco ON, queda de 1,61%.

Mais negociadas
Vale ON, alta de 0,94%; Petrobras PN, alta de 0,11%; Bradesco PN, queda de 1,29%; Magaz. Luiza ON, alta de 1,27%; e Itaú Unibanco PN, queda de 1,18%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 08 de setembro de 2020 a 30 de dezembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,460%), Itauunibanco PN (6,379%), Bradesco PN (5,030%), Petrobras PN (5,623%) e B3 ON (5,329%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,37% a US$48,71 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 2,03% aos US$45,84 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou estável a US$127,41 a tonelada seca.

Brasil: o dólar comercial fechou em queda de 1,03% aos R$5,320 para a venda. O turismo ficou em queda de 1,19% a R$5,477 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,77% a R$6,339 para a venda. A libra esterlina ficou em queda de 0,8% a R$7,159 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 1,12% a R$0,066 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,23% a 92,02.

O euro ficou em alta de 0,20% a US$ 1.1912 e a libra esterlina subiu 0,20% a US$1.3384.

O preço do ouro ficou em queda de 0,05% a US$ 1.803,70 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 0,67% a US$19.914,04.

*Por Ivonéte Dainese

 

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