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FECHAMENTO: Mercados sem direção em dia Verde

Data de criação:

access_time 22/04/2021 - 19:25

Data de atualização:

access_time 22/04/2021 - 19:25
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Os principais mercados acionários globais ficaram sem direção nesta quinta-feira (22/04). Em dia de agenda global fraca, o radar ficou na temporada de resultados financeiros de cada região. Além disso, a pandemia de coronavírus permanece no destaque principal.

A bolsa de Nova York fechou em queda, com os investidores embolsando lucros e atentos para as decisões do governo Joe Biden sobre a política tributária. Biden comandou também o primeiro dia da “Cúpula sobre o Clima” no dia da Terra.

Na Europa, o bom humor foi mantido com a reunião do Banco Central Europeu, que manteve inalterada a política monetária.

Na Ásia, as bolsas mantiveram os ganhos, com o Japão em destaque pelos balanços financeiros. Na China, os casos de coronavírus estão preocupando. Os futuros operam sem direção.

Por aqui, o Ibovespa operou volátil e fechou em queda. Além da atenção para os resultados de Wall Street, os investidores também esperaram pela decisão sobre o Orçamento de 2021, sendo que hoje é a data final para sanção presidencial.

Em todos os mercados, entretanto, os investidores acompanharam as declarações e compromissos assumidos pelos líderes mundiais, incluindo o presidente Jair Bolsonaro, na “Cúpula sobre o Clima”. O evento, que continua amanhã, está sob e liderança do presidente dos Estados Unidos Joe Biden.

O dólar comercial ficou em queda.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 144.228.984 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 3.036.574 mortes e 82.714.315 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 31.912.163 casos confirmados, com 570.082 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil voltou para o 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 14.122.795 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 381.475. São 12.464.540 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h09 desta quinta-feira (22/04) pelo horário de Brasília.

Mercados de Ações Globais

Ásia: o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,47% aos 28.755. O Xangai, China, ficou em queda de 0,23% aos 3.465. O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 2,38% aos 29.188. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em alta de 0,79% aos 48.080. O XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,83% aos 7.055.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,68% aos 439.63 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,62% aos 6.938; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,82% aos 15.320; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 0,91% aos 6.267; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,98% aos 24.398; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 1,61% aos 8.656; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,16% a 5.010.

Estados Unidos: o Dow Jones caiu 0,94% aos 33.815. O S&P ficou em queda de 0,92% aos 4.134. O Nasdaq caiu 0,94% aos 13.818.

Brasil: o Ibovespa fechou em queda de 0,58% aos 119.371. O volume financeiro ficou em R$30,13 bilhões.

Moedas: no interbancário, o dólar comercial ficou em queda de 1,73% aos R$5,455 para a venda. O turismo caiu 1,4% aos R$5,633 para a venda.

O euro ficou em queda de 1,89% aos R$6,552 para a venda. A libra caiu 2,47% aos R$7,550 para a venda. O peso argentino caiu 1,86% aos R$0,059 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,14% a 91,29.

O euro ficou em queda de 0,17% a US$ 1.2014 e a libra esterlina ficou em queda de 0,66% a US$1.3838.

O preço do ouro caiu 0,50% a US$ 1.784,20 a onça.

O Bitcoin caiu 5,50% a US$52,500,72.

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,28% a US$65,58 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 0,51% aos US$61,66 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em queda de 2,45% a US$183,62 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

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