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FECHAMENTO: Nível máximo de estresse nos mercados acionários com COVID-19

Data de criação:

access_time 27/02/2020 - 20:12

Data de atualização:

access_time 27/02/2020 - 20:12
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Embora com os dados da Organização Mundial de Saúde – OMS apontando que o número de vítimas fatais causadas pelo coronavírus está reduzido na China, os investidores dos mais importantes mercados acionários continuaram mantendo a aversão ao risco. Nesta quinta-feira, por exemplo, as bolsas da Europa foram as grandes perdedoras, com a Itália liderando o ranking de pessoas infectadas e também elevando para 11 o número de mortos.

Na Ásia, as bolsas fecharam no vermelho. As atenções ficaram no Japão, quando uma pessoa voltou a sentir os sintomas da doença pela segunda vez. O governo chinês segue adotando medidas severas para evitar o avanço da doença e prevê sérias consequências econômicas com a pandemia da COVID-19.

Na Europa, os índices de peso derreteram, no que os agentes de mercado destacaram como correções. A temporada de balanços financeiros foi ofuscada com a atenção dos investidores para o número de vítimas infectadas pelo vírus da China.

Nos Estados Unidos, o clima foi o mesmo e o índice VIX, que mede o nível de estresse no mercado de ações, ficou em alta de 11,60%. As ações das empresas no Dow Jones foram as mais penalizadas, com destaques para as aéreas, bancos, seguradoras e agências de turismo.

Por aqui, o Ibovespa reparou as perdas de ontem. As ações de peso, como Petrobras, Vale e aéreas reduziram as perdas. O giro financeiro, com o grande número de liquidações, ficou em R$39,72 bilhões. O Brasil continua com apenas um caso testado para o coronavírus. O paciente que chegou da Itália é de São Paulo e continua recebendo tratamento em casa.

No vai e vem dos mercados de ações, quem segue ganhando força é o dólar e o ouro. Os ativos são considerados mais seguros em momentos de estresse.

Veja o comportamento dos principais índices globais

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em alta de 0,31% a 26.778 e o índice Shenzhen Composite ficou em queda de 0,24% a 1.895. O índice Xangai ficou em alta de 0,11% a 2.991. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,19% a 3.111. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 2,13% aos 21.948. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,75% a 6.657. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 1,05% a 2.054. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,36% aos 39.745. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 1,24% aos 11.292.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 3,75% aos 389.45 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 3,49% aos 6.796; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 3,19% a 12.367; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 3,32% a 5.495; o FTSE-MIB (Milão) subiu 2,66% aos 22.799; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 3,55% a 8.985; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 3,10% a 4.952.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 4,42% aos 25.766 pontos. O S&P ficou em queda de 4,42% a 2.978 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 4,61% aos 8.566 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 2,59% aos 103.983 pontos. O volume financeiro ficou em R$39,72 bilhões.

Operaram com ganhos
IRBBrasil RE ON, alta de 5,14%; Hapvida ON, queda de 1,39%; Brasil ON, alta de 1,24%; e ItauUnibanco PN, queda de 0,06%.

Operaram com perdas
GOL PN, queda de 8,90%; AMBEV ON, queda de 9,78%; P.Açúcar-CDB PN, queda de 6,51%; Azul PN, queda de 6,47%; e a ViaVarejo ON, queda de 6,13%.

Mais negociadas
Petrobras PN, queda de 3,47%; Vale ON, queda de 1,94%; ItauUnibanco PN, alta de 0,06%; Brasil ON, alta de 1,24%; e AMBEV ON, queda de 9,78%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 06 de janeiro de 2020 a 30 de abril de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em US$55,97 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 4,95% aos US$46,32 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do ouro ficou estável a US$1.643,80 a onça na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

No Brasil, ao final, no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 0,69% aos R$4,475 para a venda. O dólar turismo ficou em alta de 0,43% aos R$4,650 para a venda.

O euro ficou em alta de 1,48% aos R$4,916 para a venda. A libra ficou em alta de 0,42% a R$5,770 para a venda. O peso argentino subiu 0,13% a R$0,072 para a venda.

O Banco Central do Brasil colocou todos 20 mil contratos em leilão de swap cambial nesta quinta-feira.

Fluxo cambial

O Banco Central do Brasil mostrou nesta quarta-feira (27) que o fluxo cambial para a semana encerrada em 21 de fevereiro ficou negativo em US$2,321 bilhões.

A conta financeira apresentou saída líquidas de US$ 7,035 bilhões, com aporte de US$31,033 bilhões e retiradas de US$38,068 bilhões.

Na conta comercial, o resultado é positivo em US$4,714 bilhões, com importações em US$9,189 bilhões e exportações de US$13,902 bilhões. Nas exportações estão incluídos US1, 548 bilhão em Adiantamento de Contrato de Câmbio, US$7,345 bilhões em Pagamento Antecipado e US$5,009 bilhões em outras entradas.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, opera em queda de 0,61% 98,39.

O euro ficou em alta de 1,09% a US$ 1,1002. A libra segue em queda de 0,14% a US$1.2889.

O ouro ficou em alta de 0,19% a US$1,646,30 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 1,04% aos US$8,733,59.

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