Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

FECHAMENTO: Pandemia assusta e puxa mercados para baixo

Data de criação:

access_time 12/11/2020 - 21:12

Data de atualização:

access_time 12/11/2020 - 21:12
format_align_left 6 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Os principais mercados acionários recuaram nas negociações desta quinta-feira. Alguns indicadores da agenda global despertaram ainda mais as atenções sobre os efeitos desastrosos que a pandemia de coronavírus promoveu na vida das pessoas e na economia global. A luz no fim do túnel está difícil de ser encontrada.

Em Wall Street, os índices recuaram, com os dados do emprego e da atividade industrial. Os americanos estão enfrentando uma segunda onda de coronavírus, com governantes determinando novamente toques de recolher. Além disso, o embate político travado pelo presidente Donald Trump, que ainda não reconhece a derrota para Joe Biden, está deixando o pacote emergencial cada vez mais distante das mãos dos americanos e das empresas.

Na Europa, com a pandemia não dando trégua.  Alguns investidores realizaram lucros e  todos os principais índices, incluindo o pan-europeu, recuaram. Os números da economia britânica também ficaram no radar, bem como as declarações de membros dos Banco Central Europeu e do Banco Central da Inglaterra, que mesmo com os estímulos injetados no socorro aos países do Continente reconhecem as dificuldades que estão pela frente. A França e a Itália novamente dispararam com novos casos de infeções pelo coronavírus.

Na Ásia, as bolsas fecharam recuadas, com um pouco de realização de lucros. As ações de tecnologia ficaram entre os destaques, isso depois que o governo chinês sinalizou impor regras rígidas para acabar com o monopólio das gigantes. No Japão, os pedidos de máquinas-ferramenta recebidos pelos fabricantes caíram 5,9% em outubro em relação ao ano anterior. Foram 82,3 bilhões de ienes. Há pouco, os futuros dos mercados asiáticos operavam no vermelho.

Por aqui, o Ibovespa fechou em queda. O investidor acompanhou o cenário externo e as questões políticas-econômicas. As ações dos bancos e das companhias aéreas caíram. O temor é de que uma “possível” segunda onda da Covid-19 chegue ao Brasil.

O dólar comercial renovou a alta.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 52.588.560 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 1.290.840 mortes e 33.982.466 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 10.523.260 casos confirmados de contaminação, com 242.577 mortes e 3.997.204 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 5.747.660, sendo que o número de mortes está em 163.368. São com 5.222.937 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h50 desta quinta-feira (12/11) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda de 0,22% aos 26169 pontos. O índice Xangai, China, ficou em queda de 0,11% aos 3.338. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,43% a 2.273 e o ChiNext ficou em alta de 0,60%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,68% aos 25.520. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou estável aos 2.711. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,73% aos 43.593. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,49% aos 6.418. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 0,41% a 2.475 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,30% aos 13.221 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 0,88% aos 385.16 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 0,68% aos 6.338 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 1,24% aos 13.052 pontos; o CAC 40 (Paris) caiu 1,52% aos 5.362 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,83% aos 20.817 pontos; o Ibex 35 (Madri) caiu 0,87% a 7.726 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,59% a 4.370 pontos.

Estados Unidos: ao final, o Dow Jones ficou em queda de 1,08% aos 29.080 pontos. O S&P ficou em queda de 1,00% aos 3.537 pontos. O Nasdaq ficou em queda de 0,65% a 11.709 pontos.

Brasil: ao final, o Ibovespa ficou em queda de 2,20% aos 102.507 pontos. O volume financeiro ficou em R$31,90 bilhões.

Operaram com ganhos
Taesa UNT, alta de 3,10%; Hapvida ON, alta de 1,97%; B2W Digital ON, alta de 1,51%; Klabin UNT, alta de 0,91%; e Engie Brasil ON, alta de 0,72%.

Operaram com perdas
Azul PN, queda de 6,38%; GOL PN, queda de 5,92%; CCR ON, queda de 5,72%; ViaVarejo ON, queda de 5,73%; e Rumo ON, queda de 5,19%.

Mais negociadas
Via Varejo ON, queda de 5,73%; Bradesco PN, queda de 3,95%; Itaú Unibanco PN, queda de 2,44%; Vale ON, alta de 1,46%; e Petrobras PN, alta de 4,24%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 08 de setembro de 2020 a 30 de dezembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,460%), Itauunibanco PN (6,379%), Bradesco PN (5,030%), Petrobras PN (5,623%) e B3 ON (5,329%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,37% a US$43,37 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,13% aos US$40,97 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

Brasil: no interbancário, o dólar comercial ficou em alta de 1,14% aos R$5,478 para a venda. O turismo ficou em alta de 1,01% a R$5,623 para a venda.

O euro ficou em alta de 1,91% a R$6,473 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 0,82% a R$7,190 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 1,59% a R$0,069 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, segue estável a 93,01.

O euro seguia em alta de 0,22% a US$ 1.1803 e a libra esterlina seguia em queda de 0,82% a US$1.3111.

O preço do ouro opera em alta de 0,69% a US$ 1.874,50 a onça.

O Bitcoin opera estável a US$16.083,26.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?