Usamos cookies para segurança, melhor experiência e personalização de conteúdo de acordo com a nossa Política de Privacidade.
Clique em "Configurar cookies" para gerenciar suas preferências.

X

Para "Aceitar", selecione os itens e clique no botão abaixo:

FECHAMENTO: Reta final de 2020 e vacina é a ‘luz no fim do túnel’

Data de criação:

access_time 28/12/2020 - 21:20

Data de atualização:

access_time 28/12/2020 - 21:20
format_align_left 6 minutos de leitura

Quer saber como investir?

Abra AGORA sua conta no banco digital dos investidores

QUERO ABRIR MINHA CONTA

Os investidores dos principais mercados acionários globais estão finalizando o árduo ano de 2020 ainda buscando as perdas promovidas pela pandemia de coronavírus. Nesta segunda-feira (28), por exemplo, todas as bolsas de ações fecharam com ganhos.

Em dia sem agenda internacional, o otimismo foi novamente promovido pelas farmacêuticas. Novos testes de vacinas estão sendo realizados e mais de 40 países estão no processo de imunização contra a Covid-19. A “luz no fim do túnel” que todos esperavam.

Os índices de Wall Street fecharam com ganhos. A Lei que vai liberar US$900 bilhões para amparar cidadãos e pequenas empresas americanas deram alívio para os negócios. Contudo, a situação ainda é preocupante com o país mantendo o primeiro lugar no número de infectados pelo vírus mortal.

No Velho Continente, as bolsas de ações também subiram. O Reino Unido e a União Europeia entraram em acordo e o país deixa em definitivo o bloco no dia 01 de janeiro. Ainda por lá, as medidas estão cada vez mais severas para tentar conter o avanço da nova cepa de coronavírus. Entretanto, a União Europeia também está no processo de imunização em 24 países do bloco, sendo que outros três começarão amanhã (29).

Na Ásia, os índices das principais bolsas de ações também ganharam força. Sem indicadores oficiais, com apenas o Japão apresentando a prévia da produção industrial, os investidores permanecem atentos aos casos de coronavírus e na vacinação. Neste momento, os futuros operam em alta.

Por aqui, o Ibovespa foi na carona externa e flertou com os 120 mil pontos. Os investidores mantiveram as compras, mesmo com o imbróglio político pesando sobre as vacinas. São Paulo promete começar a vacinação no dia 25 de janeiro. A agenda local estava vazia e o último Boletim Focus de 2020 veio morno.

Por fim, o dólar comercial manteve a alta na sessão.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 81.155.14 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 1.771.329 mortes e 45.894.300 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 19.257.274 casos confirmados, com 334.514 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, são 7.484.285 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 191.139. São 6.712.221 pessoas recuperadas. Para o Brasil, os dados sobre mortes e infectados não foram atualizados.

O levantamento é de 20h32 desta segunda-feira (28) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Ásia: o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em queda 0,27% aos 26.314 pontos. O índice Xangai, China, ficou estável aos 3.397. O índice Shenzhen Composite ficou estável a 2.273 e o ChiNext (ETF) ficou em queda de 1,19%. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,74% aos 26.854. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,07% aos 2.840. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,81% aos 47.353. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,33% aos 6.664. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,06% a 2.808 pontos. O índice Taiex, bolsa de Seul, ficou em alta de 1,06% aos 14.483 pontos.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,66% aos 398.58 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,10% aos 6.502 pontos; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 1,49% aos 13.790 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,20% aos 5.588 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,72% aos 22.288 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 0,54% aos 8.155 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 1,53% a 4.929 pontos.

Estados Unidos: o Dow Jones subiu 0,68% a 30.403 pontos. O S&P ficou em alta de 0,87% aos 3.735 pontos. O Nasdaq subiu 0,74% a 12.899 pontos.

Brasil: o Ibovespa ficou em alta de 1,12% aos 119.123 pontos. O volume financeiro ficou em R$21,63 bilhões.

Operaram com ganhos
IRBBrasil RE ON, alta de 12,02%; Cielo ON, alta de 7,93%; WEG ON, alta de 3,97%; CVC Brasil ON, alta de 3,91%; e Hypera ON, alta de 3,71%.

Operaram com perdas
Qualicorp ON, queda de 1,59%; GOL PN, queda de 1,18%; Usiminas PNA, queda de 1,09%; Marfrig ON, queda de 0,95%; e Braskem ON, queda de 0,90%.

Mais negociadas
Vale ON, queda de 0,06%; IRB Brasil RE ON, alta de 12,02%; Bradesco PN, alta de 0,97%; e ViaVarejo ON, alta de 2,85%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 08 de setembro de 2020 a 30 de dezembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,460%), Itauunibanco PN (6,379%), Bradesco PN (5,030%), Petrobras PN (5,623%) e B3 ON (5,329%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,10% a US$50,95 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,06% aos US$47,70 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em queda de 1,32% a US$163,85 a tonelada seca.

Brasil: o dólar comercial fechou em alta de 1,12% aos R$5,238 para a venda. O dólar turismo subiu 0,75% aos R$5,393 para a venda.

O euro ficou em alta de 0,98% a R$6,394 para a venda. A libra esterlina caiu 0,89% a R$7,039 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 0,80% a R$0,062 para a venda.

Hoje, o BCB vendeu o lote de 16 mil contratos em leilão de swap tradicional. Os vencimentos são para 03 de maio de 2021 e 01 de setembro de 2021.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou estável a 90,29.

O euro ficou em alta de 0,27% a US$ 1.2217 e a libra esterlina ficou em queda 0,67% a US$1.3456.

O preço do ouro ficou estável a US$ 1.880,10 a onça.

O Bitcoin ficou em queda de 0,38% a US$27,085,35.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

 

Pretende diversificar a
sua carteira
de investimentos?