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Data de criação:

access_time 13/08/2020 - 20:15

Data de atualização:

access_time 13/08/2020 - 20:15
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Os investidores dos mais importantes mercados acionários globais pisaram nos freios nesta quinta-feira. O dia de poucos indicadores econômicos permitiu realizações e, acima de tudo, muita cautela com os Estados Unidos dominando.

Em primeiro, os indicadores do setor de trabalho surpreenderam. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego ficaram em 963 mil, queda em 228 mil, e animaram os índices de Wall Street na abertura. Porém, a falta de acordo entre os republicanos, democratas e o governo de Donald Trump sobre o pacote de US$1 trilhão, que talvez nem seja mais esse valor, acabou tirando o apetite do investidor.

A temporada de resultados financeiros e o fortalecimento das empresas de tecnologia sustentaram apenas os ganhos no Nasdaq. Ainda no radar americano, as trocas de farpas entre os candidatos à presidência, Joe Biden e Donald Trump, já começaram e prometem esquentar o ambiente político até novembro.

Na Europa, depois da disparada nas negociações do dia anterior, os índices ficaram em campo negativo. Houve um pouco de realização, já que a agenda estava praticamente vazia. Apenas a Alemanha apresentou indicadores e os Estados Unidos não saíram do foco.

Na Ásia, com os futuros já operando no vermelho, as bolsas da região fecharam sem direção nesta quinta-feira. O Japão, a Austrália e a China apresentaram dados econômicos, mas o radar do investidor asiático ficou mesmo nos Estados Unidos e na China. Os representantes dos dois países retomam as discussões sobre o acordo comercial Fase 1, que foi assinado em 15 de janeiro desse ano, por meio de videoconferência neste final de semana.

Por aqui, o investidor doméstico ficou atento aos acontecimentos externos. Entretanto, o clima político, que estava fora do radar dos investidores, voltou a pressionar os negócios na bolsa de valores. O Ibovespa renovou a queda ficando pouco acima dos 100.400 pontos.

O dólar também perdeu força.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 20.739.537 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 751.910 mortes e 12.895.242 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 5.242.184 casos confirmados de contaminação, com 166.971 mortes e 1.755.225 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 3.164.785, sendo que o número de mortes está em 104.201 com 2.520.192 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 20h06 desta sexta-feira (13/08) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou estável aos 25.230. O índice Xangai, China, ficou estável aos 3.320. O índice Shenzhen Composite ficou estável a 2.216. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 1,78% aos 23.249. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em alta de 1,28% aos 2.595. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,21% aos 2.437. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,15% aos 38.310. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,73% aos 12.763. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,67% aos 6.091.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,63% aos 372.53 pontos em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 1,50% aos 6.185 pontos; o DAX -30 (Frankfurt) ficou em queda de 0,50% aos 12.993 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda 0,61% a 5.042 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,88% aos 20.257 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,62% a 7.250 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou estável a 4.479 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 0,29% aos 27.896 pontos. O S&P ficou em queda de 0,20% aos 3.373 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,27% aos 11.042 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em queda de 1,62% aos 100.460 pontos. O volume financeiro ficou em R$33,41 bilhões.

Operaram com ganhos
Via Varejo ON, alta de 1,23%; Hapvida ON, alta de 0,08%; Klabin UNT, alta de 2,98%; Taesa UNT, alta de 1,02%; e WEG ON, alta de 2,66%.

Operaram com perdas
BRF ON, queda de 7,80%; BR Malls par. ON, queda de 10,88%; Eletrobras ON, queda de 6,94%; Multiplan ON, queda de 5,94%; e Eletrobras PNB, queda de 8,90%.

Mais negociadas
Vale ON, queda de 1,87%; Itau Unibanco PN, queda de 2,85%; Petrobras PN, queda de 2,73%; Via Varejo ON, alta de 1,23%, Magazine Luiza ON, alta de 0,49%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,22% aos US$45,06 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em queda de 0,77% e com o barril negociado aos US$42,34 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,11% a US$121,38 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial fechou em queda de 1, 56% aos R$5,367 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 1,56% aos R$5,670.

O euro ficou em queda de 1,08% aos R$6,337 para a venda. A libra esterlina ficou em queda de 1,88% a R$7,004 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 1,21% a R$0,073 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,18% a 93,27.

O preço do ouro ficou em alta de 0,66% a US $ 1.961,80 a onça. O preço da prata ficou em alta de 5,47% a US$27,40 a onça.

O euro ficou em alta de 0,25% a US$ 1,1811 e a libra esterlina ficou em alta de 0,21% a US$1.3058.

O Bitcoin ficou estável a US$11.580,45.

*Por Ivonéte Dainese com agências internacionais

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