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FECHAMENTO: Sem rumo, no vermelho e com feriado

Data de criação:

access_time 20/04/2021 - 20:07

Data de atualização:

access_time 20/04/2021 - 20:07
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Os mais importantes mercados de ações ficaram no vermelho pelo segundo dia consecutivo nesta terça-feira (20/04). Os negociadores estavam acompanhando os números financeiros das grandes empresas americanas e, ao mesmo tempo, atentos aos casos de coronavírus no mundo.

Na bolsa de Nova York, os índices de Wall Street caíram. Grandes resultados financeiros das empresas de tecnologia e bancos ficaram no radar. Porém, a declaração da Organização Mundial da Saúde de que a pandemia está atingindo seu nível mais alto voltou a preocupar.

Na Europa e na Ásia, as bolsas também voltaram para o negativo. Sem indicadores econômicos, o foco ficou na temporada de resultados e também com os investidores embolsando lucros. Os futuros asiáticos operam no vermelho.

Por aqui, o Ibovespa recuou. O Orçamento de 2021, que vem agitando os investidores, deverá ser resolvido até quinta-feira (22/04). Em dia de poucos indicadores, o foco ficou na arrecadação federal de março. Os arranjos entre as empresas brasileiras pesaram nas ações, com a cautela dos negociados pelo feriado de Tiradentes amanhã (22/04).

O dólar comercial ficou estável e subiu ligeiramente em NovaYork.

Coronavírus:

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 142.456.745 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 3.036.100 mortes e 81.608.039 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 31.779.242 casos confirmados, com 568.284 mortes. A plataforma não fornece resultado geral de pessoas recuperadas.

O Brasil voltou para o 3º lugar no ranking pela plataforma do Johns Hopkins. São 13.973.695 casos confirmados, sendo que o número de mortes está em 374.682. São 12.390.719 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h46 desta terça-feira (20/04) pelo horário de Brasília.

Mercados de Ações Globais

Ásia: o Hang Seng, bolsa de Hong Kong, fechou em alta de 0,10% aos 29.135. O Xangai, China, ficou em queda de 0,13% aos 3.472. O Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 1,97% aos 29.100. O Sensex, bolsa de Mumbai, ficou em queda de 0,51% aos 47.705. O Kospi, bolsa de Seul, ficou em queda de 0,68% aos 3.220.

Europa: o índice Stoxx Europe 600 fechou em queda de 1,90% aos 433.80 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em queda de 2,00% aos 6.859; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em queda de 1,55% aos 15.129; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 2,09% aos 6.165; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 2,44% aos 24.088; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 2,89% aos 8.459; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 1,29% a 4.947.

Estados Unidos: o Dow Jones caiu 0,75% aos 33.821. O S&P ficou em queda de 0,68% aos 4.134. O Nasdaq caiu 0,92% aos 13.786.

Brasil: o Ibovespa fechou em queda de 0,72% aos 120.061 pontos. O volume financeiro ficou em R$28,24 bilhões.

Moedas: no interbancário, o dólar comercial ficou estável aos R$5,551 para a venda. O turismo caiu 0,05% aos R$5,710 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,03% aos R$6,678 para a venda. A libra caiu 0,41% aos R$7,737 para a venda. O peso argentino caiu 0,06% aos R$0,060 para a venda.

O Banco Central do Brasil – BCB vendeu o lote de 15 mil contratos. Foram 6.600 contratos com vencimento para 01 de novembro e o restante com vencimento para 01 de abril de 2022.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 0,14% a 91,20.

O euro ficou estável a US$ 1.2035 e a libra esterlina ficou em queda de 0,32% a US$1.3937.

O preço do ouro subiu 0,43% a US$ 1.778,30 a onça.

O Bitcoin subiu 1,51% a US$56,876,29.

Commodities
O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,45% a US$66,27 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,21% aos US$62,61 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao ficou em alta de 4,30% a US$189,61 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

 

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