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FECHAMENTO: Semana agitada nos mercados acionários

Data de criação:

access_time 17/07/2020 - 19:44

Data de atualização:

access_time 17/07/2020 - 19:44
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Depois de uma semana bem movimentada nos mercados acionários globais, os investidores mantiveram as compras e os índices subiram moderadamente.

A enxurrada de indicadores do segundo trimestre, quando a pandemia de coronavírus atingiu o mundo em cheio, surpreendeu. Um dos destaques foi o PIB da China, que ficou em alta de 3,2%, acima das projeções de 3,1%. Já os pedidos iniciais de auxílio-desemprego dos Estados Unidos recuaram, mas não foram suficientes para elevar as projeções dos analistas.

Os mercados também ficaram agitados com os bancos centrais mantendo as taxas de juros, com as empresas já reportando os resultados financeiros do segundo trimestre e com o front político instável entre os Estados Unidos e a China.

Nesta sexta-feira, as bolsas da Ásia fecharam sem direção. Os investidores ainda mantiveram as atenções nos indicadores econômicos da China. Parte dos mercados asiáticos foi influenciado pela ameaça do presidente Donald Trump de proibir que membros do Partido Comunista chinês e suas famílias viajem aos Estados Unidos.

Na Europa, o dia foi de cautela. Cresceram as expectativas para a aprovação do Fundo de Recuperação da União Europeia. Os 27 líderes voltarão para nova rodada amanhã. O montante em discussão é de € 750 bilhões.

Nos Estados Unidos, os investidores de Wall Street mantiveram os pequenos ganhos. Em plena temporada de resultados financeiros, as atenções permaneceram nos casos de coronavírus.

Por aqui, o Ibovespa fechou a semana em grande estilo. O índice vinha perseguindo os 100 mil pontos e conseguiu cravar quase 103 nesta sessão. As notícias vindas de Brasília, como mais uma reforma engatilhada, também ajudaram alimentar o otimismo. Novas empresas estão ingressando no mercado, outras renovando ofertas de ações. Fusões e aquisições também mexeram com o mercado doméstico.

O dólar comercial, que fechou a semana em alta, é uma incógnita.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 13.927.440 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 593.218 mortes e 7.799.879 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 3.627.057 casos confirmados de contaminação, com 138.988 mortes e 1.090.645 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 2.012.151, sendo que o número de mortes está em 76.688 com 1.398.471 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h26 desta sexta-feira (17/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em alta de 0,47% aos 25.089. O índice Xangai, China, ficou em alta de 0,13% aos 3.214. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,69% a 2.158. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,32% aos 22.696. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,20% aos 2.618. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,80% a 2.201. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 1,50% os 37.020. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 0,20% aos 12.181. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,38% aos 6.033.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,16% aos 372.71 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em alta de 0,63% aos 6.290 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou em alta de 0,35% aos 12.919 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,31% aos 5.069 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,31% aos 20.419 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,46% a 7.440 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,26% a 4.479 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em queda de 0,23% aos 26.671 pontos. O S&P ficou em alta de 0,28% aos 3.224 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,28% aos 10.503 pontos. Na semana, o Dow Jones subiu 2,3%, o S&P 500 subiu 1,3% e o Nasdaq recuou 1,1%.

No Brasil, o Ibovespa ficou em alta de 2,32% aos 102.888 pontos. Na semana, a alta foi de 2,85%. O giro financeiro ficou em R$29,69 bilhões.

Operaram com ganhos
Eletrobras ON, alta de 9,93%; Eletrobras PNB, alta de 6,89%; Cielo ON, alta de 7,35%; Marfrig ON, alta de 8,33%; WEG ON, alta de 5,94%; CVC Brasil ON, alta de 0,46%; MRV ON, 0,78%.

Operaram com perdas
Azul PN, queda de 4,09%; GOL PN, queda e 4,74%; e Petrobras PN, queda de 2,66%.

Mais negociadas
Via Varejo ON, queda de 6,88%; Vale ON, queda de 1,33%; Petrobras PN, queda de 2,66%; Lojas Amer. PN, alta de 0,59%; e Bradesco PN, queda de 0,84%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,09% aos US$43,10 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 0,37% e com o barril negociado aos US$40,60 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 1,17% a US$110,31 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial fechou em alta de 1,02% aos R$5,382 para a venda. Na semana, a alta foi de 1,10%. O dólar turismo ficou em alta de 1,06% aos R$5,680.

O euro ficou em alta de 1,41% aos R$6,153 para a venda. A libra esterlina ficou em alta de 1,03% a R$6,765 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 0,66% a R$0,075 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,41% a 95,95.

O euro ficou em alta de 0,47% a US$ 1,1434 e a libra esterlina ficou em alta de 0,11% a US$1.2567.

O Bitcoin ficou em alta de 0,33% a US$9,160,22.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

 

 

 

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