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FECHAMENTO: Semana começa sem direção

Data de criação:

access_time 27/07/2020 - 19:40

Data de atualização:

access_time 27/07/2020 - 19:40
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Os investidores dos mercados acionários globais ficaram divididos nas negociações desta segunda-feira, com a semana prometendo ser bem movimentada na reta final de julho.

Começando com a reunião do Federal Reserve, amanhã e na quarta-feira (29), que vai anunciar os rumos para a política monetária. A agenda global também está cheia, juntamente com a temporada de resultados. Contudo, apesar da recuperação de algumas bolsas e de dados econômicos, o fator principal é a pandemia de coronavírus. Vacinas estão sendo desenvolvidas por diversos laboratórios ao redor do mundo, com muitos testes e promessas de produção em larga escala nos próximos meses.

De volta aos mercados acionários, na Ásia as bolsas de ações fecharam sem direção. O Japão voltou do feriado e o lucro das industriais chinesas subiram 11,5% em junho, acima dos 6% de maio e o maior avanço desde março de 2019. Apenas o Japão apresentou indicadores.

Na Europa, as bolsas recuaram. As notícias sobre a COVID-19, com o Reino Unido colocando os viajantes vindos da Espanha em quarentena, também ficaram entre os destaques. As ações das empresas ligadas ao turismo perderam força. A Alemanha divulgou o indicador Ifo, que surpreendeu para cima.

Nos Estados Unidos, uma série de fatores animou os investidores, enquanto esperam pelo Federal Reserve. Indicadores das empresas em plena temporada de resultados também ficaram no foco do dia. Os números dos bens duráveis ficaram acima das projeções.

Por aqui, na onda externa, os investidores partiram para as compras e se protegendo dos eventos da semana. Uma enxurrada de resultados financeiros está no radar.

O dólar perdeu força para uma série de ativos, sendo que um dos mais relevantes foi o ouro.

Sobre o Coronavírus

O levantamento do Centro de Sistemas, Ciência e Engenharia da Universidade Johns Hopkins, Estados Unidos, mostra que são 16.360.298 casos confirmados de contágio pelo coronavírus no mundo, com 650.918 mortes e 9.454.796 pessoas recuperadas

Nos Estados Unidos são 4.276.856 casos confirmados de contaminação, com 147.303 mortes e 1.297.863 pessoas recuperadas.

No Brasil, ainda pela plataforma do Johns Hopkins, os casos confirmados somam 2.419.091, sendo que o número de mortes está em 87.004 com 1.812.913 pessoas recuperadas.

O levantamento é de 19h25 desta segunda-feira (27/07) pelo horário de Brasília.

Veja o comportamento dos mercados

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng, bolsa de Hong Kong, ficou em queda de 0,41% aos 24.715. O índice Xangai, China, ficou em alta de 0,26% aos 3.205. O índice Shenzhen Composite ficou em alta de 0,28% a 2.144. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 0,16% aos 22.715. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 0,14% aos 2.575. O índice Kospi, Seul, ficou em alta de 0,79% aos 2.217. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em queda de 0,51% aos 37.934. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em alta de 2,31% aos 12.588. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em alta de 0,34% aos 6.044.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,31% aos 366.15 pontos em Londres; o índice FTSE100, bolsa de Londres, ficou em queda de 0,31% aos 6.104 pontos; o índice DAX30, bolsa de Frankfurt, ficou estável aos 12.838 pontos; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,34% aos 4.939 pontos; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 0,28% aos 20.019 pontos; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 1,70% a 7.170 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,89% a 4.452 pontos.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 0,43% aos 26.584 pontos. O S&P ficou em alta de 0,74% aos 3.239 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 1,67% aos 10.536 pontos.

No Brasil, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 2,05% aos 104.477 pontos. O volume financeiro ficou em R$28,60 bilhões.

Operaram com ganhos
Usiminas PNA, alta de 7,15%; Itaúsa PN, alta de 5,45%; Sid. Nacional ON, alta de 5,43%; Bradespar PN, alta de 5,56%; e Hypera ON, alta de 5,84%.

Operaram com perdas
ViaVarejo ON, queda de 3,22%; Lojas Renner ON, queda de 2,91%; IRBBrasil RE ON, queda de 2,04%; Intermedica ON, queda de 1,54%; e SulAmerica UNT, queda de 2,02%;

Mais negociadas
Via Varejo ON, queda de 3,22%; Petrobras PN, alta de 2,07%; Vale ON, alta de 4,73%; Itau Unibanco PN, alta de 5,02%; e Bradesco PN, alta de 4,59%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,21% aos US$43,99 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em alta de 0,87% e com o barril negociado aos US$41,65 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 1,56% a US$107,68 a tonelada seca.

No Brasil, ao final e no interbancário, o dólar comercial fechou em queda de 0,93% aos R$5,158 para a venda. O dólar turismo ficou em queda de 0,72% aos R$5,450.

Aqui, o euro ficou em queda de 0,80% aos R$6,051 para a venda. A libra esterlina ficou em queda de 1,00% a R$6,628 para a venda. O peso argentino ficou em queda de 1,78% a R$0,071 para a venda.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em queda de 0,78% a 93,70.

O índice foi negociado nos níveis mais baixos desde 2018, um movimento que preocupa as autoridades americanas e, ao mesmo tempo, beneficia os negócios de commodities precificadas na divisa americana, explicaram os analistas.

O euro ficou em alta de 0,77% a US$ 1,1746 e a libra esterlina ficou em alta de 0,61% a US$1.2867.

O preço do ouro permaneceu em alta de 1,80% a US$1.931,70 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

Na mesma linha de ativos valorizados ficou o Bitcoin, com ganho de 8,90% a US$10.789,18.

Neste domingo (26), de acordo com CoinDesk, o valor do Bitcoin violou a resistência a US$10.300 e seguiu nesta segunda-feira. Os analistas passaram a projetar uma valorização entre 7% a 10%, já visualizando um Bitcoin em US$20.000 ante do final do ano, ou seja, o maior desde 2017.

*Por Ivonéte Dainese com relatórios oficiais e agências internacionais

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