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FECHAMENTO: Semana de caos nas bolsas com pandemia coronavírus

Data de criação:

access_time 13/03/2020 - 18:56

Data de atualização:

access_time 13/03/2020 - 18:56
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A semana foi marcada pela contaminação do coronavírus, que surgiu em Wuhan, na China, em dezembro do ano passado, e ganhou o mundo. Entre todos os países com maior incidência do vírus, fora a região asiática, a Europa está no foco central com a Itália. O país está completamente isolado há uma semana com o maior número de óbitos e pessoas infectadas.

A doença, COVID-19, que já está influenciando os indicadores e poderá derrubar para campo negativo as mais importantes economias do mundo, como os Estados Unidos e a China, também está refletindo no campo político. O exemplo foi a decisão do presidente Donald Trump, que proibiu a entrada de cidadãos da União Europeia nos Estados Unidos, com sinalização positiva apenas para os da Irlanda e Reino Unido.

Enquanto isso, os demais governos e bancos centrais estão mobilizados em esforços para evitar ainda mais o contágio pela doença. Ao mesmo tempo, já contabilizam os prejuízos econômicos para o ano de 2020. Empresas estão fechadas, eventos de peso ainda suspensos, como as Olimpíadas do Japão, jogos dos Estados Unidos e Europa, conferências, entre outros.

Ainda na semana, as bolsas de valores do mundo entraram em pânico. Os índices principais derreteram os recordes recentes, como o S&P e Dow Jones, Nova York, o Nikkei 225, Japão, o Hang Seng, Hong Kong, o Stoxx 600, Europa, o Kospi, Coreia do Sul, o XJO, Austrália, e o Ibovespa, Brasil.

As moedas também estressaram e o dólar foi o grande vilão em cima das emergentes, como o real do Brasil. O índice DXY, que mede o comportamento da cesta de seis moedas, encostou nos 100 pontos na bolsa de Nova York.

Lembrando que todo esse estresse foi motivado pela declaração da Organização Mundial da Saúde – OMS, que elevou o surto do coronavírus como pandemia.

Por fim, nesta sexta-feira (13), as bolsas da Ásia fecharam no vermelho, as da Europa avançaram para as máximas, Wall Street recuperou as perdas e o Brasil também fechou no azul.

Veja o comportamento dos mercados acionários

Na Ásia, ao final, o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong ficou em queda de 1,14% a 24.032 e o índice Shenzhen Composite ficou em queda de 1,08% a 1.798. O índice Xangai ficou em queda de 1,23% a 2.887. O índice FTSE Straits Times, bolsa de Singapura, ficou em queda de 1,67% a 2.634. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em queda de 6,08% aos 17.431. O índice S&PASX 200, bolsa de Sidney, ficou em alta de 4,42% a 5.539. O índice Kospi, Seul, ficou em queda de 3,43% a 1.771. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 4,04% os 34.103. O índice Taiex, bolsa de Taiwan, ficou em queda de 2,82% aos 10.128.

Na Europa, ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 1,43% aos 299.16 em Londres; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 2,46% aos 5.366; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,77% a 9.232; o CAC 40 (Paris) ficou em alta de 1,83% a 4.118; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 7,12% aos 15.954; o Ibex 35 (Madri) ficou em alta de 3,73% a 6.629; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,83% a 3.837.

Nos Estados Unidos, ao final, o Dow Jones ficou em alta de 9,36% aos 23.185 pontos. O S&P ficou em alta de 9,29% aos 2.711 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 9,34% aos 7.874 pontos. O índice Russell 2.000, que mede o comportamento das small caps, ficou em alta de 7,66% a 1.208 pontos. Por fim, o índice VIX, que mede o estresse do mercado, ficou em queda de 24,12% aos 57,27 pontos.

No Brasil, o Ibovespa fechou em alta de 13,91% aos 82.677 pontos. Na semana, a queda foi de 15,63%. O volume financeiro ficou em R$42,75 bilhões.

Operam com ganhos
BTGP Banco UNT, alta de 27,89%; B2W Digital ON, alta de 27,40%; JBS ON, alta de 24,60%; Marfrig ON, alta de 25,20%; Ecorodovias ON, alta de 21,69%; SulAmerica UNT, alta de 4,11%; Taesa UNT, alta de 2,22%; Klabin ON, alta de 2,28%; e Smiles ON, alta de 4,82%.

Operam com perdas
YDUQS Part. ON, queda de 6,01%.

Mais negociadas
Vale ON, alta de 21,36%; Petrobras PN, alta de 22,22%; ItauUnibanco PN, alta de 11,06%; B3 ON, alta de 10,82%; e Bradesco PN, alta de 16,87%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 06 de janeiro de 2020 a 30 de abril de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

Commodities

O petróleo referência Brent opera em alta de 2,95% aos US$34,85 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 4,67% aos US$32,97 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do ouro ficou em queda de 0,87% a US$1.576,40 a onça na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 1,06% a US$91,71 a tonelada seca e com 62% de pureza.

No Brasil, no interbancário, a divisa ficou cotada aos R$4,812, alta de 0,56%, para a venda. Na semana, a alta foi de 3,84%. O dólar turismo ficou em alta de 0,60% aos R$5,020 para a venda.

O euro ficou em queda de 0,01% aos R$5,361 para a venda. A libra ficou em queda de 1,06% a R$5,969 para a venda. O peso argentino ficou em alta de 0,91% a R$0,07 para a venda.

Nesta sexta-feira, o Banco Central do Brasil ofertou US$2 bilhões em leilão de linha. Na semana, a autoridade monetária vendeu dólares em operações de swap tradicional, quando foram colocados US$7,245 bilhões à vista.

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que compara o movimento das seis moedas mais importantes ante o dólar americano, ficou em alta de 1,04% a 98,48 pontos.

O euro segue em queda de 0,59% a US$ 1,1103 A libra esterlina ficou em queda de 2,28% a US$1.2293.

O Bitcoin ficou em alta de 7,93% aos US$5,431,48.

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