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Fundador da Azul vende ações com a crise COVID-19

Data de criação:

access_time 14/04/2020 - 12:16

Data de atualização:

access_time 14/04/2020 - 12:25
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A Azul, uma das principais companhias aéreas do Brasil, comunicou, nesta terça-feira, que o acionista Controlador teve sua participação em ações sem direito à voto reduzida de 11.432.352 ações preferenciais (PN), correspondentes a 3,34% dessa espécie de ações, para 2.116.004 ações preferenciais durante o mês de março de 2020.

De acordo com o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários – CVM, a companhia esclareceu que “não houve alteração na posição de ações votantes detidas pelo acionista controlador”, que totalizam 622.406.638 ações ordinárias (ON).

David Neeleman, fundador e acionista controlador da Azul, esclarece que havia feito “um empréstimo pessoal em 2019 no valor de US$ 30 milhões usando como garantia parte de suas ações da Azul”, dado que  não tinha intenção de vender suas ações da Azul por acreditar em seu potencial.

O impacto da pandemia da COVID-19 no mercado de ações, porém, ocasionou uma chamada de margem no empréstimo, e devido à velocidade do movimento e o fato de Neeleman ter outros investimentos no setor sem liquidez como TAP e Breeze, não houve tempo para levantara liquidez adequada. Com a decisão,  os bancos custodiantes executaram a garantia. David afirma ainda que não vendeu de maneira ativa nenhuma ação da Azul.

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