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Ibovespa fecha semana em queda de 0,4% e fica estável na sessão

Data de criação:

access_time 24/07/2020 - 18:48

Data de atualização:

access_time 24/07/2020 - 18:48
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O Ibovespa fechou a semana em queda de 0,49%, mas ficou acima dos 100 mil pontos. O que se viu foi a forte aversão ao risco no cenário externo, porém, o investidor doméstico ficou descolado, em parte, com a atenção no início da temporada de balanços do segundo trimestre e também do primeiro semestre de 2020.

Nesta sexta-feira, os acontecimentos geopolíticos acabaram por ofuscar o avanço do índice, que ficou volátil e fechou perto da estabilidade.

Ao final, o Ibovespa ficou em alta de 0,09% aos 102.381 pontos. O volume financeiro ficou em R$27,35 bilhões.

Operaram com ganhos
IRBBrasil RE ON, alta de 6,24%; Gerdau PN, alta de 2,39%; Suzano ON, alta de 3,83%; Gerdau Met. PN, alta de 2,87%; e AMBEV ON, alta de 3,68%.

Operaram com perdas
Cogna ON, queda de 5,37%; Localiza ON, queda de 3,64%; CVC Brasil ON, queda de 5,75%; MRV ON, queda de 4,93%; e Marfrig ON, queda de 2,18%.

Mais negociadas
Via Varejo ON, queda de 8,22%; Petrobras PN, alta de 0,71%; Vale ON, queda de 0,42%; Magaz. Luiza ON, queda de 5,88%; e Cogna ON, queda de 5,37%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Análise Gustavo Cruz – RB Investimentos

A semana foi movimentada nos mercados acionários globais, principalmente com o acordo fechado sobre o Fundo de Recuperação da União Europeia [€750 bilhões], que acabou elevando as perspectivas dos investidores e ofuscando o pessimismo promovido pela pandemia de coronavírus.

“Os mercados estavam dando pistas de que a semana teria um fechamento com maiores ganhos. Essa era a percepção com a aprovação do pacote na Europa mostrando uma integração fiscal. Além do mais, os indicadores econômicos apresentados, como os PMIs de hoje, também ajudaram puxar os principais índices. Até os dados do varejo do Reino Unido surpreenderam e ficaram acima das projeções das casas de análises. Porém, o aumento da tensão entre a China e os Estados Unidos acabou por mexer com o humor dos investidores e despertando novamente a cautela”, pontuou Cruz.

Sobre o mercado acionário doméstico, Cruz avaliou como uma semana positiva. “Os nossos indicadores também ficaram em linha, já que os efeitos da pandemia eram esperados. Tivemos também a entrega do texto da Reforma Tributária, com o governo deixando o Congresso ser o protagonista. Os dados da indústria, da confiança do consumidor e até o IPCA-15, com alta em mais de 3%, também foram digeridos bem pelo mercado. Acredito que depois desses dados, as projeções de crescimento serão reavaliadas. Algumas casas já estão saindo de menos 8% para menos 5%. Enfim, fora os acontecimentos geopolíticos, o mês de Julho está melhor que o esperado. O radar deverá permanecer na temporada de resultados, nas fusões e aquisições e os pesos nas ações”, concluiu o estrategista da RB Investimentos, Gustavo Cruz.

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 0,21% aos US$43,43 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI operou em alta de 0,66% e com o barril negociado aos US$41,34 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,66% a US$109,39 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

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