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Ibovespa fica com ganho de 1,3% na semana e surfa novo recorde em 112,564 pontos

Data de criação:

access_time 13/12/2019 - 19:35

Data de atualização:

access_time 13/12/2019 - 20:35
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O Ibovespa marcou novo recorde no pregão desta sexta-feira, com os investidores mantendo a cautela ante o acordo comercial anunciado pela China e Estados Unidos no meio desta tarde. Entretanto, a semana foi marcada por uma série de decisões relevantes no cenário doméstico, principalmente, com a nova nota da agência de classificação de risco Standard& Poor’s  para o Brasil. O pacote ideal deu ao Ibovespa um ganho semanal de 1,30%.

Ao final da jornada, o Ibovespa ficou em alta de 0,33% aos 112.564 pontos. O volume financeiro ficou em R$25,84 bilhões.

Operaram com ganhos
MRV ON, alta de 6,23%; Via Varejo ON, alta de 8,70%; YDUQS Part. ON, alta de 4,87%; Cielo ON, alta de 4,52%; e Gerdau Met. PN, alta de 5,80%.

Operaram com perdas
Petrobras ON, queda de 4,69%; BRF ON, queda de 4,39%; Petrobras PN, queda de 3,20%; IRBrasil RE ON, queda de 2,29%; e Rumo ON, queda de 1,82%.

Mais negociadas
Petrobras PN, queda de 3,20%; Via Varejo ON, alta de 8,70%; Petrobras ON, queda de 4,69%; e Itau Unibanco PN, alta de 2,11%.

Análise Daniel Meireles – All Investimentos

Nas últimas duas semanas, os investidores do mercado financeiro permaneceram atentos para os números da economia interna. Os sinais são claros de que as políticas implementadas pelo Governo Federal estão surtindo os efeitos esperados e distanciando o Brasil cada vez mais de crise. “ A semana foi positiva, com o mercado financeiro mantendo a cautela nos primeiros dois dias e com o radar na quarta-feira. Eram esperadas definições pelos bancos centrais e nenhum surpreendeu, já que estavam precificadas. O Fed manteve as taxas, 1,5% e 1,75%, e o BCB cortou 0,50 p.p na Selic aos 4,5% ao ano. Os dois bancos destacaram a inflação, mas acho que ainda existe espaço para mais um corte na Selic. O mercado comemorou”, avaliou.

Mas, em paralelo, o que ainda está esbarrando nos avanços econômicos é a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China. “A guerra comercial gerando incertezas trouxe muita volatilidade para as bolsas de ações e mexeu forte com as moedas ante o dólar. Resolvida essa questão, como agora definiram os dois lados, o otimismo interno e as medidas que estão projetadas deverão atrair o investidor. Na quarta-feira, por exemplo, além das definições monetárias a S&P deu mais um crédito para o Brasil. Para completar, o IBC-BR, que é uma prévia do nosso PIB, também avançou”, disse Meireles.

Sobre as perspectivas de negócios, já avaliando a reta final de 2019, Meireles destaca o bom momento para a renda variável. “Os juros mais baixos ainda não foram incorporados pelas empresas, mas já são esperados para 2020. O que se viu foi o varejo reagindo e as vendas subindo em vários segmentos, como nos shoppings, veículos, entre outros, e com isso os benefícios continuarão favoráveis. Se olharmos para o início de dezembro, a bolsa operou em alta liquidez, o risco Brasil recuou, os papéis de primeira linha sustentaram as valorizações e tudo isso contribui para entrar 2020 surfando na onda de otimismo”, finalizou o head da mesa de renda variável da All Investimentos, Daniel Meireles.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 02 de setembro de 2019 a 03 de janeiro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (9,194%), Vale ON (8,204%), Bradesco PN (7,300%), Petrobras PN (6,597%) e B3 ON (5,175%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em alta de 1,12% a US$69,30 o barril negociado na bolsa de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 1,01% aos US$59,78 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 0,65% aos US$94,63 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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