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Ibovespa sobe 2,8% na semana e flerta com os 103 mil na sessão

Data de criação:

access_time 17/07/2020 - 18:13

Data de atualização:

access_time 17/07/2020 - 18:13
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Em semana agitada no mercado financeiro, o Ibovespa fechou em alta de 2,85%. O bom humor, com o cenário externo radar, foi amparado pelos arranjos corporativos, com algumas empresas fazendo estreia na bolsa brasileira e outras já nos preparativos para o ingresso. Além disso, as estimativas para o início da temporada de resultados, medidas do governo federal e as informações sobre os resultados de vacinas para a COVID-19 também ajudaram a impulsionar os negócios.

Os preços da commodities puxaram para cima as ações das empresas do setor, como o petróleo elevando a Petrobras e o minério de ferro pesando na Vale.

Nesta sessão, ao final, o Ibovespa ficou em alta de 2,32% aos 102.888 pontos. O giro financeiro ficou em R$29,69 bilhões.

Operaram com ganhos
Eletrobras ON, alta de 9,93%; Eletrobras PNB, alta de 6,89%; Cielo ON, alta de 7,35%; Marfrig ON, alta de 8,33%; WEG ON, alta de 5,94%; CVC Brasil ON, alta de 0,46%; MRV ON, 0,78%.

Operaram com perdas
Azul PN, queda de 4,09%; GOL PN, queda e 4,74%; e Petrobras PN, queda de 2,66%.

Mais negociadas
Via Varejo ON, queda de 6,88%; Vale ON, queda de 1,33%; Petrobras PN, queda de 2,66%; Lojas Amer. PN, alta de 0,59%; e Bradesco PN, queda de 0,84%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,154%), Itauunibanco PN (7,414%), Bradesco PN (5,611%), Petrobras PN (5,610%) e B3 ON (5,405%).

Análise Gustavo Cruz – estrategista da RB Investimentos

A semana foi de compras e vendas nos mercados acionários globais, mas com resultados mais positivos em consequência de uma agenda de indicadores carregada e muito aguardada. Os dados apresentados foram referentes ao segundo trimestre de 2020, período em que a pandemia castigava o mundo.

“A semana foi positiva e os indicadores econômicos ficaram divididos, mas sem grandes surpresas negativas. A China, por exemplo, veio com um PIB em 3,2%, acima das projeções. Já as vendas no varejo recuaram, mas sem força para ofuscar o otimismo. Os dados dos Estados Unidos também ficaram em linha, com destaque para a queda nos pedidos iniciais de auxílio-desemprego. O lado bom ficou com os bancos centrais, com o Federal Reserve destacando as medidas para amparar a economia dos Estados Unidos, como manter os juros baixos até 2022, e estendendo o apoio aos demais países. Essas declarações refletiram positivamente nos mercados de ações, inclusive por aqui, embora com alguns países já se preparando para uma segunda onda da COVID-19”, pontuou.

No cenário doméstico, o estrategista avaliou o bom momento da bolsa brasileira, principalmente com os IPOs, que voltaram para a agenda essa semana.

“A semana também foi interessante para a bolsa brasileira, com a volta dos IPOs, que sempre acabam trazendo capital estrangeiro para o Brasil, e com as empresas do setor de saneamento nos destaques depois da sancionada a Lei. O lado político, com o diálogo melhor entre o executivo e o legislativo, também refletiu nos negócios. O investidor que vinha batendo nas reformas viu o ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se posicionando sobre a Reforma Tributária em várias lives. Mas nem tudo pode ser ainda considerado positivo, já que os indicadores da nossa economia estão ruins e o câmbio está completamente solto. A volatilidade no mercado cambial, que mexe com as empresas que têm dívidas em dólar, seguiu forte. Por fim, ainda na semana, as notícias corporativas também ajudaram no humor, bem como o exercício de opções sobre o índice. Os preços das commodities também ajudaram as empresas do setor”, concluiu o estrategista da RB Investimentos, Gustavo Cruz.

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,09% aos US$43,10 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 0,37% e com o barril negociado aos US$40,60 na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 1,17% a US$110,31 a tonelada seca.

*Por Ivonéte Dainese

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