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Ibovespa surfa nos números da China e rompe novamente os 118 mil pontos

Data de criação:

access_time 17/01/2020 - 19:02

Data de atualização:

access_time 17/01/2020 - 19:02
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O Ibovespa fechou em alta de 2,57%, o melhor desempenho semanal no mês de janeiro. O bom humor dos investidores ganhou força na quarta-feira (15), com o fim da disputa comercial entre os Estados Unidos e a China. Além disso, outros indicadores da economia doméstica também contribuíram para o desempenho do índice, como o IBC-BR ofuscando a queda das vendas do varejo.

Já nesta sessão, os investidores pegaram carona global embalados pelos números do PIB chinês, com os índices de Wall Street renovando recordes, e com as ações dos bancos em recuepração.

Ao final, o Ibovespa ficou em alta de 1,52% aos 118.478 pontos. O volume financeiro ficou em R$ 20,61 bilhões.

Operaram com ganhos
Bradespar PN, alta de 4,30%; TOTVS ON, alta de 3,62%; Vale ON, alta de 3,32%; GOL PN, alta de 3,52%; e JBS ON, alta de 3,26%.

Operaram com perdas
Cogna ON, queda de 2,91%; Cia Hering ON, queda de 1,55%; Carrefou BR ON, queda de 0,21%; Suzano ON, queda de 1,17%; e Cielo ON, queda de 0,96%.

Mais negociadas
Vale ON, alta de 3,32%; Petrobras PN, alta de 1,12%; Bradesco PN, alta de 2,34%; ItauUnibanco PN, alta de 0,69%; e Brasil ON, alta de 1,35%.

Análise Daniel Meireles – All Investimentos

A semana começou com o mercado financeiro cauteloso e esperando pela conclusão do acordo comercial “Fase 1” entre os Estados Unidos e a China. A queda de braço, que durou 18 meses, promoveu inúmeras reuniões, ameaças e até troca de gentilezas, acabou na quarta-feira (15) em Washington, DC. Embora ainda com muitas dúvidas sobre os próximos passos, os mercados acalmaram. “Nos três primeiros dias da semana o mercado ficou de lado esperando a oficialização do acordo comercial entre os Estados Unidos e a China. Houve muita especulação até a assinatura e depois a euforia. A partir de quarta-feira, o mercado oscilou com os números das vendas no varejo. Porém, no dia seguinte o BCB divulgou o IBC-BR, que veio positivo e acima das projeções. Foi o alívio que o investidor esperava para voltar para o risco”, considerou.

Ainda no meio da semana, algumas empresas ficaram entre os destaques, como a Petrobras pressionada pela oferta de ações pertencentes ao BNDES, o que acabou deixando o investidor reticente. Mas os indicadores econômicos e a temporada de balanços financeiros dos Estados Unidos acabaram elevando novamente o humor. “Os balanços dos Estados Unidos puxaram os ganhos em Wall Street, com o S&P passando pela primeira vez os 3 mil pontos. O recorde foi um marco importante para as empresas no índice e acabou ajudando os demais das principais bolsas de ações globais. Para completar a semana, hoje o grande driver foi o PIB da China em 6,1%. Embora abaixo do registrado há mais de 10 anos, o indicador veio em linha e interrompeu a percepção de que a guerra comercial teria impactado fortemente o desempenho da economia chinesa”, avaliou.

Para a semana, Meireles ressalta ainda os dados econômicos, os feriados e os bancos centrais. “O radar deve ficar no Banco Central Europeu, que divulga a política monetária no dia 23. Porém, a temporada de balanços nos Estados Unidos ganha força, com o mercado já mantendo o otimismo com as divulgações desta semana. A China sai do radar com feriado. Diante desse cenário, a renda variável segue positiva para o investidor nesta reta final do mês”, finalizou o head de renda variável da All Investimentos, Daniel Meireles.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 06 de janeiro de 2020 a 30 de abril de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,89% a US$64,36 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em alta de 0,32% aos US$58,71 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em alta de 1,15% aos US$97,03 a tonelada seca e com 62% de pureza.

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