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Ibovespa sustenta alta de 2% e flerta com os 101 mil pontos com EUA

Data de criação:

access_time 05/11/2020 - 18:56

Data de atualização:

access_time 05/11/2020 - 18:56
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Na carona externa, a bolsa de valores de São Paulo fechou em alta. No radar do investidor ficou a eleição dos Estados Unidos, que segue na disputa acirrada entre Joe Biden (Democrata) e Donald Trump (Republicano).

Outro ponto de atenção no cenário externo foi o fim da reunião do Federal Reserve, que manteve a taxa de juros dos Estados Unidos inalterada. Além disso, o presidente do banco central, Jerome Powell, reiterou o apoio à economia, manteve a compra de ativos, destacou o aumento dos casos de coronavírus no País e evitou o tema eleição.

Nesta sessão, as ações das companhias aéreas, dos bancos e das varejistas foram os pontos brilhantes. Os resultados financeiros do Banco do Brasil, que viu o lucro líquido caindo, e os da Ultrapar também ficaram entre os destaques do dia.

O preço do minério de ferro ficou estável na China e os do petróleo recuaram, tanto em Londres (UK) como no Texas (EUA).

Ao final, o Ibovespa ficou em alta de 2,95% aos 100.751 pontos. O volume financeiro ficou em R$29,84 bilhões.

“O humor do mercado melhorou muito. Pelo menos neste momento, o investidor está mantendo as compras e acompanhando o desenrolar da votação nos Estados Unidos. O mercado parece que aceitou o discurso de Joe Biden, que por ser Democrata é mais favorável aos gastos e bem diferente dos Republicanos. Aliás, essa mesma postura era usada por Barack Obama e o mercado acatou aquela política democrática. Hoje, por exemplo, todas as bolsas sustentaram os ganhos. Porém, se numa virada histórica Donald Trump conseguir se reeleger, os mercados poderão reagir para o campo negativo. O jogo de Trump é de não liberar estímulos e manter a guerra comercial com a China, ou seja, tudo que o investidor não quer”, explicou o sócio da Monte Bravo Investimentos, Bruno Madruga.

Já sobre as ações que movimentaram a bolsa brasileira nesta quinta-feira, Madruga destaca  a Ultrapar. ” Entre os destaques de hoje ficou a Ultrapar. O papel segurou alta forte e a leitura foi que o desempenho financeiro foi melhor que o esperado, tanto que mereceu recomendação de Compra de quase todas as casas de análises. Outro papel interessante nesta sessão foi a recuperação das aéreas. A queda do dólar pode dar um fôlego para as companhias, que já se preparam para o aumento das viagens no final do ano. Por fim, uma empresa gostamos é a TOTVS, que ficou em alta de 6% sendo beneficiada pelo Nasdaq. O que se vê é que precisamos de mais empresas de tecnologia na bolsa brasileira. Começamos novembro muito bem”, finalizou Bruno Madruga.

Operaram com ganhos

Ultrapar ON, alta de 15,09%; Cosan ON, alta de 10,12%; GOL PN, alta de 9,89%; Azul PN, alta de 9,50%; CCR ON, alta de 8,82%; e IRBBrasil RE ON, alta de 0,16%.

Operaram com perdas

Vale ON, alta de 1,58%; Mag. Luiza ON, alta de 4,81%; Itaú Unibanco PN, alta de 2,36%; Via Varejo ON, alta de 5,87%; e Bradesco PN, alta de 1,55%.

Mais negociadas

Vale ON, queda de 2,78%; Bradesco PN, queda de 0,74%; Itaú Unibanco PN, alta de 3,99%; Petrobras PN, alta de 0,36%; e Mag. Luiza ON, alta de 4,80%.

Carteira Teórica
Na Carteira Teórica do Índice Bovespa, que passou a vigorar de 08 de setembro de 2020 a 30 de dezembro de 2020, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice: Vale ON (10,460%), Itauunibanco PN (6,379%), Bradesco PN (5,030%), Petrobras PN (5,623%) e B3 ON (5,329%).

Commodities

O petróleo referência Brent ficou em queda de 0,51% a US$40,72 o barril negociado na bolsa Mercantil de Futuros de Londres.

O petróleo WTI ficou em queda de 1,53% aos US$38,53 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O preço do minério de ferro negociado no Porto de Qingdao, China, ficou em queda de 0,04% a US$116,95 a tonelada.

*Por Ivonéte Dainese

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