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Iguatemi, Cosan e CVC estão no Resumo da Guide

Data de criação:

access_time 08/06/2021 - 11:51

Data de atualização:

access_time 08/06/2021 - 11:51
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Para esta terça-feira (08/06), a equipe de análise da Guide Investimentos selecionou a decisão de reorganização societária da Iguatemi. Além disso, a Raízen protocolou pedido de IPO e a CVC prepara oferta de ações.

Iguatemi: Grupo aprova reorganização societária junto a Jereissati Participações

A administradora de shoppings Iguatemi informou nesta segunda-feira, que seu conselho de administração e a Jereissati Participações aprovaram iniciar um processo de reorganização societária que tem como objetivo a consolidação das suas bases acionárias em uma única companhia.

O objetivo da reorganização é a simplificação da estrutura societária, sem prejuízo à estrutura de controle da Iguatemi S.A., que será o nome da nova empresa, após aprovação dos seus acionistas em suas respectivas assembleias gerais.

As ações serão negociadas na forma de units, no segmento de listagem Nível 1 da B3, porém com direitos similares aos exigidos pelo regulamento do Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa, e as ações em circulação será de aproximadamente 45%, quantidade superior ao atual free float da administradora de shoppings.

A empresa informa que “a unificação das bases acionárias das companhias permitirá o aumento da sua capacidade de investimento e crescimento, sem o aumento do endividamento, colocando as companhias em uma posição mais favorável para participar das oportunidades futuras de consolidação, combinações de negócios e aquisição de ativos estratégicos, aumentando a sua relevância no mercado imobiliário brasileiro”.

“Marginalmente positivo. O fato da troca na listagem no Novo Mercado pelo Nível 1 da B3, que pode prejudicar a nota de governança da nova companhia na métrica ESG (Ambiental, Social e Governança), pode ser compensando com a possível redução de despesas operacionais e financeiras, que deve melhorar suas margens, o que permitiria futuras aquisições e resultados mais robustos. Vemos também com bons olhos a indicação de Cristina Betts para o cargo de presidente do grupo.”

Cosan: Raízen protocola prospecto de IPO e prevê destinar recursos a novas unidades

A Raízen, joint venture entre a Cosan e a anglo-holandesa Shell, protocolou o prospecto de sua oferta inicial de ações (IPO), de acordo com registro disponibilizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira.

De acordo com o documento, a empresa deve usar o capital obtido com a oferta para a construção de novas plantas, com o objetivo de aumentar a produção e vendas de biocombustíveis, e ainda investir em produtividade e eficiência na infraestrutura de armazenagem e logística, em virtude do aumento do volume de açúcar e renováveis.

A oferta será exclusivamente primária, portanto, não haverá a venda de participação de sócios na operação. As ações serão do tipo preferenciais, que dão prioridade aos detentores desta sobre o pagamento dos dividendos, através de um dividendo mínimo obrigatório a ser cumprido.

Atualmente, a Raízen conta com 26 unidades de produção de açúcar, etanol e bioenergia.

“Positivo. A Cosan deu mais um importante passo em relação ao já aguardado processo de IPO de mais uma empresa do seu portfólio, que deve movimentar entre R$ 10 bilhões a R$ 13 bilhões, podendo ser a maior oferta pública já feita na bolsa brasileira. Vemos o movimento com bons olhos, visto que a oferta primária, como declarado pela empresa, será usada na expansão do seu ‘’core business’’, para aproveitar o aumento de demanda por açúcar e renováveis, junto a abertura comercial. Vale ressaltar que a Raízen já está no radar de investidores estrangeiros que buscam empresas eficientes e com políticas ESG.”

CVC: Cia prepara oferta de ações entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões

A CVC Brasil informou que deve preparar uma oferta de ações com potencial para levantar entre R$ 400 milhões a R$ 500 milhões, sendo a última etapa de uma capitalização de R$ 1,1 bilhão que teve início no ano passado.

Em 2020, a empresa anunciou um plano para a captação de R$ 700 milhões em duas fases: A primeira, em setembro, no valor de R$ 300 milhões, e a segunda em fevereiro, que totalizou R$ 400 milhões, quando os acionistas exerceram bônus de subscrição.

A CVC precisou renegociar a sua dívida em 2020, sendo a maior parte em debêntures, por conta da pandemia. O acordo previu o alongamento parcial de dívidas, condicionado ao pagamento imediato de parte do saldo e restrições ao pagamento de dividendos.

“Positivo. Com a oferta, que ainda não foi definida se será aberta ao público ou restrita, deve tornar a CVC, que vem reduzindo a sua alavancagem, quase caixa líquido. Vemos a notícia com bons olhos, pois acreditamos que a empresa esteja bem posicionada para aproveitar a reabertura da economia, e ainda poderá fazer futuras aquisições em um ambiente propicio para consolidações.”

JBS: Cia afirma ter comprado australiana Rivalea por US$ 135 milhões

A JBS informou ter adquirido 100% da Rivalea, empresa australiana de processamento de carnes, com foco em suínos, por US$ 135 milhões. O frigorifico australiano é responsável por 26% dos suínos processados naquele país, e a operação tornará a JBS líder do segmento na região.

“Adicionamos marcas importantes ao nosso portfólio e criamos melhores condições para acelerar o crescimento dos negócios de valor agregado e marca no país, além de fortalecer a nossa plataforma de exportação”, afirmou o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni.

A empresa australiana tem faturamento anual próximo de US$ 300 milhões, duas unidades de produção e mais de mil colaboradores, e comercializa as marcas Riverview Farms, Family Chef e St. Bernard’s.

“Positivo. A JBS, líder global no processamento de aves e de carnes bovina e segunda colocada em carne suína e ovina, faz nova investida na diversificação geográfica de seu portfólio, o que fortalece a marca, além de mitigar seus riscos regionais.”

BR Distribuidora: Cia estuda novo plano de previdência privada

A BR Distribuidora informou em documento enviado ao mercado nesta segunda feira, que irá analisar a implementação de um novo plano de previdência privada para seus funcionários, chamado de FlexPrev.

De acordo com o comunicado, ele será um plano exclusivo, administrado pela Petros, na modalidade de contribuição definida, livre de equacionamento e sem solidariedade de patrimônio e obrigação.

A empresa informa que “o período para novas adesões e migração dos participantes será aberto somente depois que a proposta de criação do novo plano for analisada e aprovada por todas as instâncias competentes”.

A companhia prevê oferecê-lo tanto para novas adesões quanto para migração voluntária de participantes ativos em planos atuais. A empresa disse que a introdução do novo plano de contribuição definida deverá reduzir o risco de natureza atuarial presente em seus planos atuais, cujo passivo atuarial é de R$ 1,7 bilhão.

“Neutro. A mudança no plano de previdência privada não deve ter muito impacto no fundamento da BR Distribuidora.”

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