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INDICADORES: Resumo da Agenda Global para esta quinta-feira

Data de criação:

access_time 18/02/2021 - 14:03

Data de atualização:

access_time 18/02/2021 - 14:03
format_align_left 7 minutos de leitura

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Acompanhe o resumo da agenda econômica desta quinta-feira (18/02). O destaque fica com o aumento nos pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos.

ÁSIA

Na Austrália, o nível do emprego, ajustado sazonalmente, subiu para 29 mil entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, de acordo com o Australian Bureau of Statistics (ABS). Houve recuperação contínua no mercado de trabalho.

Janeiro de 2021 foi o quarto aumento mensal consecutivo, já que o emprego em Victoria continuou a se recuperar. Nacionalmente, o nível de emprego era de apenas 59 mil abaixo de março de 2020, tendo caído em 872 mil no início da pandemia.

EUROPA

Na Europa, em fevereiro de 2021, a estimativa instantânea do indicador de Confiança do Consumidor subiu tanto na UE26 (0,8 pontos acima) quanto na Zona do Euro – EA19 (0,7 pontos acima) em comparação a janeiro de 2021.

Em -15,7 pontos na UE 26 e -14,8 pontos na EA19, o indicador continua pontuando bem abaixo de sua média de longo prazo de −10,6 (UE26) e −11,1 (EA 19). Os dados são do Banco Central Europeu.

CANADÁ

No Canadá, os preços das casas novas aumentaram em seu ritmo mais rápido desde outubro, alta de 0,7% em janeiro. Os preços das casas novas subiram em 22 das 27 Áreas Metropolitanas do Censo (CMAs) e permaneceram inalterados em 5. Os dados são do Governo Canadense.

No Canadá, de acordo com o relatório ADP, a oferta de emprego diminuiu 231.200 de dezembro a janeiro. O relatório, que é derivado de dados reais da folha de pagamento do ADP, mede a mudança no emprego total da folha de pagamento não-agrícola a cada mês em uma base com ajuste sazonal.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, na semana encerrada em 13 de fevereiro, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, ajustados sazonalmente, ficaram em 861 mil, alta de 13 mil em relação ao nível revisado da semana anterior.

O nível da semana anterior foi revisado para cima em 55 mil, de 793 mil, para 848 mil da média móvel de quatro semanas de 833.250, uma queda em 3.500 em relação à média revisada da semana anterior. O avanço da taxa de desemprego, que é medida pelos pedidos iniciais e ajustada, ficou em 3,2% para a semana encerrada em 06 de fevereiro, inalterada em relação à taxa não revisada da semana anterior. Os dados são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, a atividade manufatureira na região da Filadélfia continuou a crescer, de acordo com empresas que responderam à Pesquisa de Perspectivas de Negócios de Manufatura do Federal Reserve para fevereiro.

O índice de difusão da atividade corrente permaneceu positivo pelo nono mês consecutivo, mas diminuiu 3 pontos para 23,1 em fevereiro, ante a estimativa de 20,3. A porcentagem de empresas que relataram aumento neste mês (35%) excedeu a porcentagem de redução de relatórios (11%).

O índice de novos pedidos diminuiu 7 pontos, para uma leitura de 23,4. Mais de 37% das empresas relataram aumentos nos novos pedidos neste mês, em comparação com 45% no mês passado.

O índice de embarques atual caiu 1 ponto, para 21,5 em fevereiro.

Nos Estados Unidos, o Census e o Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano anunciaram as novas estatísticas de construção residencial para janeiro de 2021.

As autorizações para construção em janeiro estavam na taxa anual, ajustada sazonalmente, de 1.881 milhão, o que são 10,4% (± 1,2%) acima da taxa revisada de dezembro de 1.704 milhão e 22,5% (± 1,8%) acima da taxa de janeiro de 2020 de 1.536 milhão.

As autorizações de famílias unifamiliares em janeiro foram de 1.269 milhão, o que são 3,8% (± 0,9%) acima do número revisado de dezembro de 1.223 milhão.

Nos Estados Unidos, os preços das importações subiram 1,4% em janeiro, depois da alta de 1,0% em dezembro, informou o Departamento de Estatísticas. O avanço de janeiro foi o maior aumento de um mês desde que o índice aumentou 1,4% em março de 2012.

Os preços de exportação subiram 2,5% em janeiro, depois dos avanços de 1,3% e 0,7% nos dois meses anteriores. O aumento de janeiro foi o maior avanço desde que o índice foi publicado pela primeira vez em uma base mensal em dezembro de 1988.

BRASIL

No Brasil, o Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado em parceria entre a FGV IBRE e The Conference Board (TCB), recuou 1,0% para 122,5 pontos em janeiro de 2021. Das oito séries componentes, seis contribuíram de forma negativa para o resultado agregado, com as maiores contribuições negativas vindo do Indicador de Expectativas da Indústria e dos Consumidores.

O Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, avançou em 0,1% para 101,0 pontos, no mesmo período.

No Brasil, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 2,29% no segundo decêndio de fevereiro, ante 2,37% no mesmo período do mês anterior. Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 25,46% para 28,64%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 2,98% no segundo decêndio de fevereiro, ante 3,08% no segundo decêndio de janeiro. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais passaram de 0,97% em janeiro para 0,66% em fevereiro. A maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 0,46% para -1,78%.

O índice referente a Bens Intermediários subiu 3,76% no segundo decêndio de fevereiro, contra 1,89% no mesmo período de janeiro. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,11% para 3,38%.

No Brasil, o IPC-S de 15 de fevereiro de 2021 variou 0,35%. Com este resultado, o indicador passou a acumular alta de 0,62% no ano e 5,22% nos últimos 12 meses.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Alimentação (1,02% para 0,57%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 4,80% para 1,43%.
Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Educação, Leitura e Recreação (1,45% para 1,11%), Vestuário (0,19% para -0,31%), Despesas Diversas (0,30% para 0,25%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,22% para 0,19%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: cursos formais (4,76% para 3,17%), roupas (0,10% para -0,38%), clínica veterinária (0,74% para 0,26%) e médico, dentista e outros (0,66% para 0,65%).

Em contrapartida, os grupos Habitação (-0,89% para -0,61%), Transportes (1,05% para 1,26%) e Comunicação (0,02% para 0,05%) apresentaram avanço em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale citar os itens: tarifa de eletricidade residencial (-5,44% para -3,98%), gasolina (3,02% para 3,64%) e mensalidade para TV por assinatura (-0,34% para -0,17%).

*Tradução ID de relatórios oficiais

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