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INDICADORES: Resumo da Agenda Global para esta terça-feira

Data de criação:

access_time 16/03/2021 - 13:55

Data de atualização:

access_time 16/03/2021 - 13:55
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Acompanhe o resumo da agenda econômica desta terça-feira (16/03). O destaque ficou com a Produção Industrial dos Estados Unidos.

ÁSIA

No Japão, a produção industrial aumentou 4,3% em janeiro no comparativo mensal, com o índice saindo de 97,7 para 97,8. Os embarques aumentaram 3,2% em janeiro e mantendo os 95,8. O estoque ficou estável em 0,0% mês a mês, ou seja, de 95,1 para 95,3. As informações são do Governo do Japão.

EUROPA

Na Alemanha, o Indicador ZEW de Sentimento Econômico subiu na pesquisa atual de março de 2021, 5,4 pontos para uma nova leitura de 76,6 pontos em relação a fevereiro. Isso significa que, desde dezembro de 2020, o indicador registrou uma alta de mais de 20 pontos. A avaliação da situação econômica na Alemanha também é mais positiva do que no mês anterior, e atualmente está em menos 61,0 pontos, 6,2 pontos acima do fevereiro. A avaliação da situação, portanto, melhorou ligeiramente em 5,5 pontos desde dezembro de 2020.

Na França, em fevereiro de 2021, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) ficou estável há mais de um mês, depois de uma alta de 0,2% em janeiro. A queda nos preços dos manufaturados se acentuou devido ao prolongamento em duas semanas das vendas de inverno (-0,9% depois da queda de 0,4%). Os preços dos alimentos recuaram (-0,2% depois da alta de 0,4%). Os preços dos serviços cresceram (+ 0,2% depois da alta de 0,1%) e os da energia aceleraram (+ 2,5% depois da alta de 1,7%). Com ajuste sazonal, os preços ao consumidor recuaram 0,1%, depois da alta de 0,7% em janeiro. Em termos homólogos, os preços ao consumidor aumentaram 0,6% em relação ao mês anterior. Os dados são do INSEE.

CANADÁ

No Canadá, o investimento estrangeiro em títulos totalizou US $ 1,3 bilhão em janeiro, o menor investimento em seis meses. Enquanto isso, os investidores canadenses adquiriram US $ 3,5 bilhões em títulos estrangeiros, uma queda considerável em relação a um investimento de US $ 26,9 bilhões em dezembro. Como resultado, as transações internacionais do Canadá em títulos geraram uma saída líquida de fundos da economia canadense de US $ 2,3 bilhões em janeiro. O investimento estrangeiro em títulos canadenses totalizou US $ 1,3 bilhão em janeiro. Os dados são do Governo Canadense.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, em fevereiro, a produção industrial total recuou 2,2%, de acordo com o Federal Reserve. A produção manufatureira e a mineração caíram 3,1% e 5,4%, respectivamente, a produção das concessionárias de serviços subiu 7,4%. O rigoroso inverno na região centro-sul do país em meados de fevereiro foi responsável pela maior parte das quedas na produção do mês.

Algumas refinarias de petróleo, instalações petroquímicas e fábricas de resina plástica sofreram danos com o congelamento profundo e ficaram fora do ar pelo resto do mês. A exclusão dos efeitos do clima de inverno teria resultado em um índice de manufatura que caiu cerca de 0,50% e em um índice de mineração que aumentou cerca de 0,50%. Os dois índices teriam permanecido abaixo de seus níveis pré-pandemia (fevereiro de 2020).

Em 104,7% de sua média de 2012, a produção industrial total em fevereiro foi 4,2% inferior ao nível do ano anterior. A capacidade de utilização do setor industrial diminuiu 1,7 p.p em fevereiro para 73,8%, uma taxa 5,8 pontos percentuais abaixo de sua média de longo prazo (1972-2020).

Nos Estados Unidos, o Census Bureau anunciou as estimativas de vendas de varejo e serviços alimentícios para fevereiro de 2021, ajustadas para variação sazonal, diferenças de feriados e dias de negociação, mas não para mudanças de preço. Os dados ficaram em US$ 561,7 bilhões, queda de 3,0% (± 0,5%) em relação ao mês anterior, e 6,3% (± 0,7%) acima de fevereiro de 2020.

As vendas totais para o período de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 subiram 6,0% (± 0,5%) em relação ao mesmo período do ano anterior. A mudança de dezembro de 2020 a janeiro de 2021 foi revisada de 5,3% (± 0,5%) para 7,6% (± 0,3%).

Nos Estados Unidos, os preços de importação subiram 1,3% em fevereiro, depois de uma alta de 1,4% em janeiro, informou o Bureau of Labor Statistics.

Os preços das exportações também subiram em fevereiro, ganho em 1,6%, depois de avançar 2,5% no mês anterior. O índice de preços das importações subiu 1,3% em fevereiro, depois de um avanço de 1,4% no mês anterior. A alta de janeiro foi o maior avanço mensal desde março de 2012.

Nos Estados Unidos, apesar do alto tráfego de compradores e da forte demanda, o sentimento das construtoras caiu em março, com o aumento dos preços da madeira serrada e de outros materiais empurrando a confiança das construtoras para baixo. O último NAHB / Wells Fargo Housing Market Index (HMI) divulgado hoje mostra que a confiança dos construtores no mercado de casas unifamiliares recém-construídas caiu dois pontos, para 82 em março.

O índice HMI que mede as condições de vendas atuais caiu três pontos para 87, enquanto o componente que mede as expectativas de vendas nos próximos seis meses aumentou três pontos para 83. O medidor que traça o tráfego de compradores em potencial manteve-se firme em 72.

Olhando para as médias móveis de três meses para pontuações HMI regionais, o Nordeste subiu dois pontos para 80, o Centro-Oeste caiu um ponto para 80, o Sul caiu dois pontos para 82 e o Oeste registrou uma perda de três pontos para 90.

BRASIL

No Brasil, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 2,99% em março. No mês anterior, o índice havia apresentado taxa de 2,97%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 7,47% no ano e de 31,16% em 12 meses. Em março de 2020, o índice variara 0,64% no mês e acumulava elevação de 6,59% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 3,69% em março. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 3,90%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram de 0,90% em fevereiro para 2,22% em março. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 9,36% para 17,61%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 1,02% em março. No mês anterior, a taxa havia sido 0,77%.

A taxa do grupo Bens Intermediários avançou de 3,90% em fevereiro para 5,90% em março. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 4,75% para 15,98%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 4,50% em março, ante 3,78% no mês anterior.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 6,23% em fevereiro para 3,03% em março. As principais contribuições para este recuo partiram dos seguintes itens: soja em grão (9,42% para 0,84%), milho em grão (9,36% para 1,93%) e bovinos (10,07% para 3,38%). Em sentido ascendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos itens aves (-3,62% para 4,15%), suínos (-6,12% para 5,61%) e arroz em casca (-6,85% para -3,99%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,71% em março. Em fevereiro, o índice havia apresentado taxa de 0,35%. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (1,09% para 2,97%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 3,21% para 8,52%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,96% em março. No mês anterior a taxa variou 0,98%. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de fevereiro para março: Materiais e Equipamentos (1,70% para 4,49%), Serviços (1,09% para 0,73%) e Mão de Obra (0,39% para 0,18%).

No Brasil, o IPC-S de 15 de março de 2021 subiu 0,88% e acumula alta de 5,98% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Transportes (2,69% para 3,46%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 7,68% para 9,73%.

Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (0,24% para 0,41%), Educação, Leitura e Recreação (0,05% para 0,18%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,19% para 0,31%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-0,49% para -0,06%), passagem aérea (-0,88% para 1,71%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,19% para 0,26%).

Em contrapartida, os grupos Alimentação (0,24% para 0,21%), Despesas Diversas (0,23% para 0,20%), Comunicação (-0,15% para -0,17%) e Vestuário (0,08% para 0,06%) apresentaram recuo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale citar os itens: hortaliças e legumes (-1,38% para -2,71%), tarifa postal (0,00% para -0,44%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-0,12% para -0,22%) e roupas femininas (-0,33% para -0,55%).

No Brasil, o Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado em parceria entre o FGV IBRE e The Conference Board (TCB), recuou 0,6% para 123,0 pontos em fevereiro de 2021. Das oito séries componentes, cinco contribuíram de forma negativa para o resultado agregado, com a maior contribuição negativa vindo do Indicador de Expectativas da Indústria.

O Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, avançou em 0,2% para 98,9 pontos, no mesmo período.

*Tradução ID de relatórios

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